Batalha de Cleansing Oils: The Body Shop x Bioré

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Que UFC que nada, o combate aqui no blog vai ser hoje de produtos de beleza, mais precisamente cleansing oils! Como todas vocês já devem saber, sou adepta do double cleansing, o método oriental de demaquilar e limpar a pele. E, como a técnica vem lá do outro lado do mundo, os melhores óleos demaquilantes são oriundos daquelas bandas. Confesso a vocês que tentei encontrar algo similar no mercado ocidental, uma vez que é uma demora pra chegar meus demaquilantes, e a pele não espera, mas não tinha encontrado…eu disse NÃO TINHA, porque agora chegou um concorrente bem bom dos cleansings oils japas e coreanos, fiz até uma batalha de passinhos, digo, de cleansing oils pra mostrar por aqui. Então, sentem que lá vem resenha!

Bom, meus escolhidos para o teste foram o óleo de limpeza da The Body Shop, o Camomile Silky Cleansing Oil; e o bam bam bam japa, o  Bioré Cleansing Oil, meu preferido. Vamos primeiramente aos ingredientes de cada produto:

CAMOMILE CLEANSING OIL: Glycine Soja Oil/Glycine Soja (Soybean) Oil, Prunus Amygdalus Dulcis Oil/Prunus Amygdalus Dulcis (Sweet Almond) Oil (Skin-Conditioning Agent), Helianthus Annuus Seed Oil/Helianthus Annuus (Sunflower) Seed Oil, C12-15 Alkyl Benzoate (Emollient), Caprylic/Capric Triglyceride (Emollient), Ethylhexyl Palmitate (Skin Conditioning Agent), Isohexadecane (Emollient/Solvent), Polysorbate 85 (Surfactant-Emulsifying), Sorbitan Trioleate (Surfactant-Emulsifying), Sesamum Indicum Seed Oil/Sesamum Indicum (Sesame) Seed Oil (Skin-Conditioning Agent), Octyldodecanol (Emollient), Parfum/Fragrance (Fragrance), Linalool (Fragrance Ingredient), Tocopherol (Antioxidant), Limonene (Fragrance Ingredient), Anthemis Nobilis Flower Oil (Fragrance/Essential Oil), Citric Acid (pH Adjuster).

BIORÉ CLEANSING OIL: Mineral Oil, PEG-12 Laurate, Isododecane, Water, Isopropyl Palmitate, cyclopentasiloxane, Polyglyceryl-2 isostearate, decyl glucoside, polysorbate 85, glyceryl oleate, isostearic acid, isostearyl glyceryl ether, isostearyl glyceryl pentaerythrityl ether, Myristyl alcohol, alcohol, citric acid, phosphoric acid, BHT, glyceryl fragrance, e tocopherol.

A composição, como visto, difere uma da outra, e tenho ressalva em relação aos dois produtos: no da Body Shop, não sabemos se o óleo de soja usado é transgênico; no da Bioré, o óleo mineral, que aparece como um ingrediente abundante no produto, causa alergia a algumas pessoas.

TEXTURA: em textura, o da Bioré é mais fluido; já o da The Body Shop é um pouco mais pesado, talvez por possuir uma combinação maior de óleos: amêndoas, soja, e semente de girassol, por exemplo.

REMOÇÃO: ambos removeram facilmente a maquiagem que coloquei na pele para teste, isso sem nem emulsionar, ou seja, sem colocar água. O óleo da Body Shop espalhou um pouco mais produto pela pele, o da Bioré “derreteu” a maquiagem sem muito estardalhaço.O lápis que usei não é a prova d’água, mas já testei o óleo da Bioré com produtos mais resistentes e ele removeu, porém exigiu um pouco mais de massagem no rosto.

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Após emulsionar, o resultado da pele foi esse:

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Alerto que nem passei o sabonete de limpeza, que é a segunda fase necessária para o double cleansing – e o que dá uma limpada mais efetiva – mas, mesmo assim, sem cumprir essa segunda etapa, a pele já tava limpinha! Comprovando o que disse passei o algodão logo depois eu ter emulsionado e lavado só com água, e ele ficou limpinho!

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RESUMO DA ÓPERA: QUEM GANHOU A BATALHA DOS CLEANSING OILS? OS DOIS ÓLEOS! Isso mesmo, galera, os dois! Eu particularmente gosto da leveza do óleo da Bioré, mas não reprovo o óleo da Body Shop, ele tem mais componentes naturais (e se forem orgânicos, ou pelo menos não transgênicos, seria maravilhoso) e remove com sucesso a maquiagem. A escolha entre um e outro realmente vai depender de outros fatores que não a eficácia, porque mostrei que ambos são bons para remoção de make.

Bom, espero que vocês tenham gostado da resenha, e em breve farei outras batalhas por aqui; é que pra mim post de resenha só vale mesmo quando testo os produtos por algum tempo, só assim tenho uma opinião firme a respeito, por isso demoram tanto a sair por aqui pelo blog.

Beijos e excelente restinho de domingo a todos!

Especial Queen Bday: 7 vezes em que Madonna provou ser Rainha de nossas vidas

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A galerinha de hoje em dia vê Madonna na TV, e fica meio sem entender a razão pra galera nascida nos anos 80/90 ser tão alucinada por ela. Pode até não ser preciso ter vivido aquela época pra ser bem fã da Madonna, mas quem acompanhou a trajetória da pop star pode concluir com precisão, argumentos de autoridade, e sem cerimônias: Madonna Rainha, o resto, nadinha. A bicha lacra, destrói, tomba, derruba forninhos, influenciou nosso estilo, mudou nossas vidas.

E hoje, no aniversário de Madge (ela odeia ser chamada assim, mas eu adoro porque parece abreviatura de Majesty) resolvi fazer um apanhado de sua carreira e relatar 9 vezes em que ela provou ser Rainha de nossas vidas. Simbora?

 1- Ela fez a gente querer imitar seu hi-lo perfeito com jaqueta de couro e saia de tule: quem assistiu Who’s That Girl não só pirou na trilha como pirou no figurino inteiro de Madonna. Eu assisti umas 15 vezes, e sonhava em andar de sainha de tule, meia arrastão, e jaqueta de couro, melhor look ever!

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2 -  Lenço na cabeça, vários colares, muitas pulseiras, e batom vermelho: sim, trabalhamos! Na fase “Procura-se Susan Desesperadamente”, Madge ensinou que não tem nada de over usar vários colares ao mesmo tempo, lenço na cabeça e muitas pulseirinhas. Até hoje levo pra meu estilo essa influência, adoro braço cheio de pulseiras, tenho coleção de lenços pra usar no cabelo, e o batom vermelho…esse é um clássico! Os anos 80 nunca vão sair de mim graças à Rainha, que até hoje me influencia com seu figurino daquela década tão maravilhosa!

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3 – Fase gótica misteriosa + zen: ela teve, nós tivemos: logo depois que Madonna deu à luz a Lourdes Maria, ela lançou o álbum Ray of Light, bem diferente de tudo que ela já tinha feito, com muita influência da cabala (que ela tinha acabado de ingressar), e da maternidade que estava vivendo. A Rainha pintou o cabelo de preto, começou a usar umas tattoos de henna, e apareceu bem goticona misteriosa em Frozen, uma das faixas do CD. Nessa época eu também vivi minha fase gótica adolescente misteriosa, e escutava esse CD sem parar, sei todas as músicas de cor e salteado. As faixas têm uma energia diferente, o que ajudou muito minha passagem pela aborrescência. A Rainha influenciou meu caráter, com certeza.

“Nothing really matters, love is all we need, everything I give you, all comes back to me…”

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4 – A gente também quis ser country com ela: Depois de Ray of Light, veio o álbum Music, e Madonna fez a rainha country em Don’t Tell Me, e eu fui junto novamente, inclusive tinha uma camisa igual a essa que ela veste no clipe da música, chorei uma semana inteira no pé da máquina de costura pra titia fazer pra mim! Usei tanto que ficou toda clarinha hahahahaha

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5 – Ela cortou os cabelos estilo Farrah Fawcett nas Panteras, e a gente foi na cabeleireira pedir pra cortar igual: lá vem o clipe de Hung Up, e Madge apareceu com as madeixas repicadas, do jeito das meninas da era Disco. Nós, mais uma vez, não resistimos e fomos correndo ao salão para cortar “queen mode”.

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6 – Madonna é musa fitness, a maior: Que Gabi Pugliesi, que nada! Minha musa fitness sempre foi e sempre será Louise Ciccone! É só vê-la no telão do spinning humilhando que a gente aumenta a carga, e pedala forte pra tentar chegar a pelo menos 1/3 do que ela é. Afinal, ser cinquentona e ter esses braços né pra todo mundo não, até hoje tento tê-los e não consigo.

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7 – E quando ela canta, dança um show inteiro, e ainda arruma um tempinho pra pular corda na performance do show? Eu tenho esse DVD, e toda vida que assisto me sinto um nada. Amigas, um lacre é um lacre, só digo isso!

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Essas são apenas algumas das evidências de que Madonna influenciou nosso caráter, e estilo ao longo das décadas, e ainda continua aí, na atividade, lançando um single atrás do outro, fazendo a gente dançar com ela, e mostrando quem é a Rainha do Mundo!!! Happy Bday, Diva! Bitch, You’re Madonna!

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Verão 2016: o biquíni que promete ser a sensação no Brasil

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Eu adoro seguir as blogueiras gringas, fato. Ao contrário do Brasil, onde blogueira autêntica é exceção, lá na gringa tem muita inspiração nos blogs, muito texto, muita composição com conteúdo, personalidade, e os looks são looks possíveis, bem “vida real”. E nessas minhas visitas aos blogs lá de fora, percebi que a febre boho continua, também na moda praia. O verão desse ano no Brasil foi dos bodies e biquínis todos em crochê; em 2016, o biquíni com barrados em crochê já dominou lá fora, e promete tomar conta das nossas praias.

Tudo começou quando um turco chamado Kiini, apaixonado pelo trabalho artesanal, resolveu desenvolver uma linha moda praia com uma pegada bem “handmade”, misturando a lycra do biquíni com elásticos coloridos, unidos por pontos em crochê. Caiu no gosto das gringas, virou febre. Estoura a marca Kiini Swimwear.

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 O bacana do trabalho artesanal que não tem como um modelo sair totalmente igual a outro, e olha, amei esses biquínis numa medida…doida por um azul marinho bem colorido!

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O valor, comprando fora, é salgado, tipo, uns 300 dólares (isso mesmo), MASSS eu selecionei uma lista de lojas brasileiras que já têm o modelo, e entregam no Brasil todo, anotem aí:

- Só Biquínis Moda Praia (link para o Insta da loja AQUI);

- Biquínis Morgana Naciff  by Siss (link para o Insta da loja AQUI;

- Biquínis Rafa Brasil (link para o site da loja AQUI);

- Biquínis Summer (link para o Insta da loja AQUI).

Caso vocês ainda achem o preço das lojas brasileiras salgadinho, que tal pedir àquela tia, ou avó, ou mesmo amiga habilidosa pra fazer pra você num precinho camarada? Vale imprimir as imagens que disponibilizei e mostrar pra elas, quem sabe elas não desenrolam? Corre em lojas especializadas, comprem as linhas, os elásticos, peçam pra uma costureira passar a overloque na lycra dos biquínis e mandem bronca!

 Beijos!

Lace up flats: tô querendo!

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Eu sou uma baixinha bem resolvida, fato. Apesar do meu “metroemeio” amo flats, de todos os tipos: sapatilhas, rasteiras, slippers…a vida vai pedindo que a gente se adapte; afinal, na correria que vivo impossível passar o dia inteiro de salto alto, ia acabar torcendo meu pé, ou lascando o joelho mais cedo ou mais tarde. Salto é elegante, deixa a gente baphônica, mas não dá pra usar direto, não dá mesmo.

E, dando uns rolés pelo Insta notei que um tipo específico de flats vem fazendo a cabeça das meninas ao redor do mundo: o modelo lace up, trançadinho no peito do pé. Acreditem, tá uma febre lá fora, a cada duas fotos de blogueiras gringas que via, pelo menos uma tava com essas flats. Aí nasceu a vontade de ter uma bichinha dessas, principalmente pela versatilidade porque, olha, dá pra usar com tudo, uma maravilha pra minha vida!

As lace ups vão bem com jeans boyfriend (que amo), skinny (amodoro), vestidos, bermudinhas, sainhas…um par desses amplia o leque de coordenações de uma maneira tal, que tranqüilamente eu passaria a semana toda com os mesmos sapatos mudando apenas as peças de roupas, e os acessórios, e garanto: o resultado sempre seria de bons looks.

Pra vocês confirmarem o que tô dizendo, separei alguns modelos de lace ups e looks de street style, que vão dar aquela vontade de passar amanhã na loja de sapato pra adquirir um par pra chamar de seu:

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Fotos: reprodução

Sobre onde encontrar a sapatilha trançada, confesso a vocês que os modelos que mais gostei foram lançados há uns dois dias, na coleção de primavera/verão da Arezzo. Tô por fora de valores, porque só vi imagens pelo snap…só me resta rezar pra não custar um rim, ou outras lojas legais, e mais em conta, lançarem seus exemplares, como a Sonho dos Pés, ou Via Mia.

Por enquanto é pesquisar, e aguardar pra fazer uma compra com bom custo-benefício.

Beijos!

Testei: Vinagre de Cabelo, Yves Rocher
Em: Beleza

Quem me acompanha pelo Instagram (devaneiosfashion), ou snapchat (devaneiosf) sabe que mudei minha rotina capilar, e tem dado MUITO certo. Essa rotina faz parte de uma mudança de estilo de vida que resolvi fazer, e que se resume basicamente a viver mais leve, e mais natural. Não, não virei hippie e passei a vender bijuterias na praia (não que isso não seja legal), mas resolvi dar uma aliviada na minha alimentação (o que já vinha fazendo há uns 4 anos), e restringir alguns compostos dos produtos industrializados que uso na rotina de beleza.

Quando o assunto tem a ver com as madeixas, pesquisando sobre no poo e low poo (fiz mega post no blog, quem quiser dar uma olhada clica AQUI), achei uma boa lavar os cabelos com xampus sem silicones e parabenos (no máximo duas vezes na semana), e assim venho fazendo. Para desembaraçar os fios, comprei o vinagre de cabelo da Yves Rocher (o link do site da marca tá AQUI), esse da foto abaixo:

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O que é esse produto? Como o próprio nome diz, é um vinagre, e tem a promessa de restaurar o brilho natural do cabelo, deixando-o macio e solto.

E o uso, como é? Quando eu lavo o cabelo, geralmente duas vezes por semana (nos outros dias em que preciso molhar, eu uso Yamasterol, e vou enrolando também com xampu seco, tudo pra evitar o efeito detergente do xampu), aplico logo após a retirada dele o vinagre, que coloquei num borrifador pra evitar desperdício e aplicar ao longo dos fios, massageio, faço o enxagüe, e pronto. É um condicionador, só que não tem silicone nem parabenos.

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Se funciona? Muito!!! Depois que passei a ter essa nova rotina, senti que meu cabelo ficou com um brilho absurdo (mostrei no snap como ele tá com brilho, não de oleosidade, mas de vitalidade), o cabelo tá mais cheio, e as pontas, muito hidratadas. O vinagre da Yves Rocher é muito cheiroso, tem aroma de cereja, e vale muito a compra. No Brasil, a marca vende online, e pelo preço de R$ 54,00, mais ou menos. Pra quem vai viajar pra fora, na França, por exemplo, ele tá custando 5 euros, vale a compra demais!

Mas, se você, amiga, não tá podendo gastar essa grana toda com o vinagre da YR, tenho uma dica: a receita vinagre de maçã orgânico + água (na proporção de 4 partes de água pra uma de vinagre) + umas gotinhas de essência de baunilha, ou até própolis, rende um excelente condicionador caseiro, e dá pra ter uma idéia do que o enxagüe com vinagre pode fazer por seus fios.  Vale o teste antes da compra, até pra saber como seus fios se comportam.

Resuminho da ópera: indico demais o vinagre Yves Rocher, assim como outros produtos da marca, porque amei a filosofia deles, de entregar ao consumidor tratamentos de beleza usando produtos naturais.

Beijos!!

Do Dia: Franjas + Chamois

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Sabe aquela peça que você compra, mas depois fica se perguntando com o que usar, e, correndo louca dentro de casa com a mão na cabeça grita “Meu Deus, Meu Deus, como coordenar essa peça?!”?

Foi o que aconteceu com essa saia.

Achei que estava abalando quando comprei, e depois da longa espera para ela chegar (essa arte da espera, nós, clientes do Ali, dominamos bem), quando abri o pacotinho fiquei com cara de paisagem por horas, me indagando com o que iria combiná-la. E resolvi ser simples: ora, se a saia de franjas em chamois deve ser a peça-chave do look, todo o resto deve harmonizar, mas ficar quietinho, deixando a saia brilhar. Assim, peguei minha camisetinha, um cintinho tressé, uma bolsa box, um saltão pra me alongar (ter 1,50m né fácil não) e mandei ver.

O resultado? Esse aqui:

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Quando me deparo com peças mais chamativas gosto de jogar o look pro lado básico, aquele macete de ir jogando uma água pra ir apagando o incêndio. Há quem goste bastante do kitsch, mas eu, particularmente, não curtiria a ideia de ir trabalhar parecendo uma rainha do rodeio. Deixo isso pra Paula Fernandes, ela ama uns looks “too much” hahahahaha

Ah, ia me esquecendo, os créditos!

Saia – Aliexpress (link para o vendedor AQUI); Camiseta – H&M; Sandálias: Arezzo; Bolsa e óculos: Aliexpress.

Beijos.

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