Batons bons, bonitos e baratos: minha mini coleção Dailus

Todo mundo sabe que o mundo está em crise. Não tá fácil pra Duquesa de Cambridge, vulgo Princesa Kate, que faz muito tempo que usa só roupa baratinha (não que isso seja desonroso, pelo contrário, só mostra o quanto ela é consciente, e diva), e não tá fácil pra gente, que tá longe de morar em um país de primeiro mundo. E se nossa renda atual não comporta um batom MAC, não há razão para comprá-lo, principalmente quando o mercado nacional oferta batons maravilhosos, e  custando um sexto do valor da marca canadense.

Um bom exemplo de marca boa, bonita e barata é a Dailus Color, que cresceu muito de uns 4 anos pra cá, e hoje tem uma linha extensa de batons, com coberturas diversas, assim como a M.A.C, e até uma linha de batom líquido. Minha paixão pela Dailus surgiu exatamente da vontade de ter alguns batons com cores legais, mas sem rasgar meu dinheirinho suado. Comecei comprando três exemplares, muito parecidos com o Saint Germain, Girl About Town e Chatterbox da M.A.C,  hoje tenho  uns onze batons Dailus. Os meus preferidos eu mostro hoje pra vocês, e vou fazer algumas comparações, fazendo as seguintes advertências:

- Os batons Dailus são bem baratos, antigamente comprava a cinco reais, mas hoje eles transitam entre 7 e 19 reais a depender da linha. Ainda assim vale a pena, já que um exemplar da M.A.C, por exemplo, tá custando 66 reais.

- Sim, eles têm um cheirinho diferente (acho que essa é a única reclamação que as clientes fazem deles), mas nada que incomode; gente, são batons de farmácia, não dá pra esperar um Chanel, óbvio! Porém, a cobertura é bem boa, e o cheirinho, quando a gente aplica, não fica lá nos caningando;

- Não, não exijam que esse batom seja um Dior. Ele vale o quanto pesa, como diz o ditado, e é bem digno quando se trata de custo benefício.

Agora sim, vamos ver meus prediletos da Dailus?

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Desse trio, dois eu amo e uso muito: o pêssego, e o nude, que lembram muito o Chatterbox e o Myth, da M.A.C. O laranjinha ainda não usei muito, tô estudando um jeito de usá-lo misturando-o a outras cores, e aplicando com os dedos pra ficar mais natural.

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O segundo trio é composto do Lilac, que amo também, o Pitanga, e o Goiaba. Dos três o que uso mais é o Lilac, ele se parece com o Snob, mas com um fundo mais roxinho. O pitanga (que lembra o Jeffree da Kat Von D, e tem um quê de Vegas Volt, da M.A.C) e o goiaba vão na minha bolsinha de make rápido, que fica dentro de minha bolsa da diária, para eu usar no trabalho e retocar ao longo do dia.

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Nesse último grupo eu coloquei minhas aquisições mais recentes: o batom Uva, pra fazer a linha “Diva” da M.A.C, toda trabalhada no batom marsala; o Pitaya Matte, que é rosa com um fundo levemente lilás, e o batom líquido Basque, que é meio cereja, lindo mesmo. Ah, falando em batom líquido tô aloka do batom líquido, depois faço post falando dele pra vocês!

E é isso, esses são meus prediletos da Dailus, batons que uso no dia-a-dia, e curto bastante, principalmente porque não dói no bolso comprá-los.

Mas me digam, cês curtem uns batons baratinhos também? Quais as marcas que vocês mais gostam? Gosto bastante da Dailus, mas amo a Vult também, porém é assunto pra oooooutro post!

Beijos!

5 vestidos icônicos da história do cinema

Se vocês perguntarem a alguém que curte moda além do “look do dia” e do post “minhas escolhas” de onde eles buscam inspiração no vestir, ou mesmo para falar sobre moda, certamente o cinema será uma dessas fontes inspiradoras. Em verdade, até uma paleta de cores de uma região vista de cima do avião (ou de um satélite no Google maps) vira inspiração…mas não tem como não suspirar vendo o figurino de clássicos do cinema como Bonequinha de Luxo, Os Homens Preferem as Loiras, O Expresso de Xangai…todos esses filmes são maravilhosos, a gente faz uma imersão gigantesca nas tramas, e se pergunta a razão pela qual Hollywood ganhou um aspecto tão descartável ao longo do tempo. Uma pena…

Feitas essas considerações, queria compartilhar por aqui cinco vestidos que considero ícones da história do cinema; são peças que fazer a gente sonhar suspirar, se imaginar dentro deles. Vamos vê-los?

1 – Vestido de Audrey Hepburn em Sabrina: quando se fala no filme Sabrina, a primeira imagem que me vem à cabeça é esse vestido Givenchy, magnífico. Certamente poderia ser usado hoje, porque é muito atual, branco com bordados em preto, mídi, e com volume na parte de trás.

 

2 – Vestido de Rita Hayworth em Gilda: se você que apostar em um modelo em preto para usar à noite, em festas, eis um clássico! Foi feito por Jean Louis, e Rita abala com ele na cena do strip tease em Gilda!

 

 

3 – Vestido de Grace Kelly em “A janela indiscreta”: esse é o clássico dos clássicos! Dizem que não é um vestido, mas um top com uma saia de seda, criação de Edith Head. Porém, não poderia deixar de incluir aqui, e reafirmar que facilmente usaria hoje em dia esse look.

 

 4 – Vestido de Marilyn Monroe em ” O pecado mora ao lado”:  esse dispensa apresentações né? Até hoje copiado nos tapetes vermelhos da vida, a criação de Bill Travilla especialmente para o filme foi imortalizado por Marilyn, que usou na famosa cena do bueiro que ventava mais que tudo no mundo hahahaha

 

5 – vestido de Vivien Leigh, em “…E o vento levou”: um dos filmes mais maravilhosos que já assisti na vida, um dos figurinos mais perfeitos da história do cinema, ficou até difícil escolher um vestido só, mas optei pelo verde e branco usado na cena da merenda campestre. Que vestido maravilhoso, gente! A criação ficou por conta de Walter Plunkett.

 

Bom, esse é meu top 5 dos clássicos do cinema. Poderia incluir mais alguns? Poderia, tenho vários em mente (vestido de Romy Schneider em Sissy, por exemplo), mas tinha que escolher cinco pro post no ficar giga né? Se vocês tiverem curtido posso até fazer um post parte dois, quem sabe?

Beijos!

Os looks mais legais de Lily James nas premières de Cinderella

Não adianta a gente fingir que não é com a gente…toda menina já sonhou em ser uma princesa, seja ela Sissi, seja ela a Bela, essa magia viveu e vive até hoje em nossos corações. Portanto, não vou esconder de vocês a ansiedade que tô de assistir ao filme da Cinderella, e de comprar a coleção que a MAC lançou em homenagem a essa princesa, tudo muito lindo…tudo muito nude, eu sei, mas quem se importa, é Cinderella, e aquela garota de cinco anos desperta em mim de um jeito incontrolável, e fico cega louca por essas coisas hahahaha

Contudo, o post de hoje não é pra mostrar que tenho Síndrome de Michael Jackson (que por sua vez tinha síndrome de Peter Pan), e sim pra conversar com vocês sobre os looks lacração de Lily James, que interpreta a Cinderella, nas premières ao redor do mundo.

Comecemos com esse vestido tomara-que-caia impecável, que ela usou na première de Londres:

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O vestido é um Balenciaga, e tem um efeito alongador monstruoso! Super quero um, acho que vou providenciar um tecido bem digno assim pra fazer pra mim, amei mesmo!

Outro vestido bapho foi um rosinha, usando em Berlim. Um Christian Dior, e aqui abro parênteses pra dizer que amo a Cate Blanchett! Cês acreditam que em toda aparição da Lily, quando o vestido dá bode ela vem pra ajudar, consertar, pra Lily ficar incrível na foto? Gente, dama do cinema, é dama do cinema, OUTRO NÍVEL!!! Com essa première aconteceu isso, meu amor pela Cate quadruplicou, diva máxima!

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Vou mostrar o look da Cate, ela tava impecável também!

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Na première do México,  Lily usou um vestido azulzinho, fluido, muito delicado:

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E pra finalizar, o look princesa Elie Saab, usado por Lily na première americana, em Hollywood. Disse pra vocês que esse último desfile da Elie ia render muitos looks de red carpet e premières, eu disse, não disse? Pois recebam essa perfeição em forma de vestido:

LJ1Imagens: todas, reprodução

Simplesmente perfeita! Agora é esperar a estréia no Brasil e suspirar se imaginando Cinderella, que, diga-se de passagem, teve roteiro alterado para eliminar o sexismo da história. Bom, né?

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Destrinchando o No Poo, o Low Poo e o Co-Wash
Em: Beleza

O post de hoje é um post que queria fazer há muito tempo, principalmente para minhas leitoras de cabelos cacheados. É que, de tanto que recebo anúncio de produtos com os citados termos, me senti na obrigação de pesquisar essas técnicas de lavagem, difundidas por Lorraine Massey, autora do livro “Curly Girl”(Ela que é a mentora da famosa marca, a Deva Curls)…então, vamos conversar um pouco sobre No Poo, Low Poo, e Co-Wash assim, de boa, sem radicalismos?

Antes mesmo de abordar as técnicas em si, importante esclarecer que há uma explicação para o desenvolvimento desse novo jeito de “lavar” o cabelo. Há uma corrente de especialistas da área que acredita que os sulfatos, que estão na formulação da maioria dos nossos xampus, têm a desvantagem de remover, com a lavagem, óleos naturais e lipídios do cabelo. E aí eles entendem que, não obstante o cabelo fique limpinho, ele perde a nutrição, perde sua “gordura boa”, e o que resta é cabelo lavado porém sem vida, desnutrido, contudo com aparência de tratado.

Assim, para resolver essa parada, e tratar de verdade os fios, e o couro cabeludo, 3 técnicas foram desenvolvidas: o no poo, o low poo, e o co-wash.

O No Poo elimina do ritual de limpeza do cabelo o xampu; vi várias receitas caseiras para lavar cabelo sem xampu, mas confesso, não sou tão herbalista assim, e prefiro um industrializado nesse ponto, a correria diária não me permite ficar bancando a alquimista em casa pra criar fórmulas de lavagem. E como eu, acho que muita gente pensa assim, e por isso, surgiu a opção, para a turma do No Poo, de limpar usando a técnica do co-wash; olha, ‘cês não têm noção como isso tá uma febre no hemisfério norte, todos os dias recebo mailing da Ricky’s, aquela loja de produtos de beleza famosa nos EUA, com oferta de co-wash, é de dar abuso.

O co-wash, é uma abreviatura de “conditioner washing”, e consiste em lavar o cabelo com condicionador que não contenha petrolatos ou silicones insolúveis. Um exemplo de um bom condicionador para co-washing? O Yamasterol, um creme bem simples (do nível do antigo Restaurex ou Neutrox), mas com formulação ótima para cuidar das madeixas, contendo aloe vera e pantenol.

Co-wash, #comofaz? Só lavar o cabelo com água morna, passar o condicionador nos fios, massagear bem, e depois enxaguar removendo o resíduo do produto. Para quem não sabia, condicionador também tem propriedades emolientes, e limpa os fios, porém sem remover a gordura natural, e saudável deles. Os adeptos dessa lavagem informam que o cabelo fica tratado de verdade, e não com “aparência de tratado”, como muitos produtos com sulfatos fazem. É testar pra ver se dá certo.

Ah, e para quem quer se aventurar no co-wash, vale anotar as seguintes dicas:

- Para identificar os silicones presentes nos produtos, veja se as substâncias terminam com “-cone”. Se sim, coloque de volta na prateleira, ele não serve para co-washing (foi elaborada e disponibilizada na net uma lista muito legal pra turma do no/low poo, clica AQUI pra ver os compostos liberados e os não recomendados).

- A frequência com que se faz co-wash é você quem diz, mas um bom termômetro é observar a textura dos fios: se brilhosos, você tá fazendo com a frequência certa; se esponjosos, exagerou na dose.

- Mesmo que você resolva aderir ao co-wash, bom lembrar que nada de exagero, lavar o cabelo com xampu às vezes é necessário. Porém, opte por um livre de sulfatos ou parabenos, e, se você é da turma daquelas que malha todo dia, e LAVA todo o dia o cabelo, tente fazer co-wash umas três vezes por semana, e lavar só uma ou duas pra testar, ver como os cabelos reagem.

- Quem tem dermatite no cabelo, por exemplo, deve evitar a técnica de maneira constante, pra não piorar a situação. Como disse acima, o segredo é o equilibrio, nem oito, nem oitenta.

Feitas as considerações sobre co-wash, vamos falar um pouco sobre low poo, que é uma corrente mais light de limpeza das madeixas, e defende o uso de xampu sem sulfatos. Eu tenho evitado usar xampus com sulfatos de uns meses pra cá, e tenho notado uma certa melhora, mas confesso que sou negligente quanto à observação da formulação dos meus cremes de hidratação, e isso pesa para eu dar uma análise totalmente íntegra sobre o low poo, já que eu deveria me utilizar do xampu sem sulfatos, e evitar condicionadores, ou mesmo cremes de hidratação sem sulfatos, petrolatos e silicones insolúveis. Mas vou tentar seguir certinho uma dessas técnicas e dar uma opinião melhor pra vocês dentro de uma resenha dos produtos que usarei, combinado?

Bom, era isso que tinha pra conversar por hoje com vocês, e para as interessadas em implementar o low, ou no, ou co-wash (lembrando, as técnicas foram originalmente criadas para cacheadas mas podem ser aplicadas aos cabelos tingidos ou danificados), separei alguns produtos, de preços variáveis para fins de teste:

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1 – Farmaervas Condicionador Camomila e Amêndoas;

2 – Elsève Reparação Total 5 – Condicionador;

3 – Yamasterol Creme Multifuncional.

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1 – Schwarzkopf Bonacure Colorsave  

2 – Bed Head, Tigi Foxy Curls;

3 – Matrix Delicate Care, Silicone Free;

4 -Davines, Well Being Shampoo

5 – Amend, Eco Therapy;

6 – Éh Orgânico antioxidante.

Como eu sou curiosa mesmo, gostaria de colher alguns depoimentos de leitoras e amigas que usaram algumas das técnicas do post. Que acharam? Recomendam? Comentem aí, gente, super quero saber de vocês uma opinião de quem já testou!!!

Um look e uma peça polêmica: Pantalona Cropped, ou Pantacourt (ou culottes)

Hoje o look é pra trabalho e traz uma peça polêmica, a tal a pantalona cropped, ou pantacourt, ou ainda culottes. Já falei aqui no blog sobre essa peça (clica AQUI pra reler) e como ela tá bombando no hemisfério norte; por aqui, ela vem chegando lentamente, mas confesso, não é uma peça que faça muito o estilo das brasileiras. Meninas, vão por mim, ela dá uma falsa sensação que é difícil de coordenar. Digo falsa porque quando você prova a primeira pantalona cropped, acaba achando infinitas possibilidades para looks, e aí, você não quer tirar mais do corpo. Foi o meu caso, usei essa semana uma vez, e já é a terceira vez que visto, tipo, já quero uma de uma cor neutra pra se juntar a essa estampada!

Como eu disse acima, a composição com a pantacourt foi pra trabalhar, mas já quero usá-la com bodies, e tops mais curtinhos, acho que fica super fofo, um estilo bem diferente do look de hoje, que tinha que ser um pouco mais sério:

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Fotos: Jeff Braga

Pra combinar com minha pantalona cropped (que, diga-se de passagem, era uma pantalona que pedi pra titia cortar o comprimento), usei uma camisa que Tia Alice fez pra mim com um corte bem diferente. Eu amo essa camisa porque ela tem essa faixa, que marca a cintura, e não deixa meu corpo tão sem forma, já que a calça é soltinha.

Um bom macete pra alongar a silhueta com a pantacourt é optar por sapatos que sejam da cor da calça (ou, no caso da estampada, de cor predominante da calça), calçados nude, ou que deixem o peito to pé à mostra. O efeito é magnífico, a gente ganha alguns centímetros só nesse truque.

Outra dica boa, e direcionada agora pras meninas que até encarariam, mas tão com medo de usar e não ficar legal, é optar por uma peça na cor preta, ou marinho, por exemplo. Com o outono começando, já tenho visto algumas em couro preto, talvez algumas lojas fast fashion já estejam começando a expôr nas vitrines, bom ir lá dar uma provada e ver se vocês se sentem bem com ela.

Ah, antes que eu me esqueça, a calça também foi feita por Tia Alice, e ela tá confeccionando em todo tipo de tecido e nas cores que as clientes desejarem, qualquer coisa manda e-mail (txia.alice@gmail.com) que eu ou ela responderemos, tá?

E, pra finalizar, como o look é polêmico, queria saber de vocês: pantalona cropped, sim ou não?

Quinta do vídeo: Brownie na bola de chocolate com sorvete

E quinta é dia de quê? Vídeo novo, é claro!
O de hoje contém imagens fortes, e calorias pesadas, mas é uma delícia, não tem como a gente não testar em casa e provar pelo menos uma vez na vida.
Como a Páscoa se aproxima, resolvi ensinar pra vocês a receita do famoso brownie na bola, de um jeito, fácil, simples mesmo, e tenho algumas diquinhas pra dar:

- Quem mora em regiões quentes, como eu, bom tirar a bola de chocolate da geladeira e montar o prato só na hora de servir, senão derrete tudo, é triste (meu vídeo de bolo de Kit Kat mostra bem meu drama);
- Eu fiz uma calda de chocolate clássica, mas andei pesquisando na internet uma calda perfeita, com caramelo, bem simples de fazer, leva açúcar, creme de leite e água (o modo de preparo eu achei no blog da Rita Lobo, o Panelinha, só clicar AQUI pra ir direto pra lá). Lembrando que, para que a bola derreta e dê aquele efeito massa, a calda tem que estar quente mesmo;
- Os sorvetes mais legais pra colocar em cima do brownie são menta/chocolate, pistache, e alguns com frutas, estes últimos sabores pra dar aquele contraste do doce do chocolate com um tico de azedinho do sorvete.
Feitas estas considerações, simbora conferir o vídeo.


E aí, deu água na boca? Me digam se curtiram, tá, adoro saber a opinião de vocês sobre o que posto aqui!

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