Feliz Natal com discurso empoderador de Madonna

Olá, gente, tô meio sumida, né? Porém, novamente venho aqui prometer postar com mais frequência, mas já dou uma explicação plausível: é que 2016 não foi um ano bom para boa parte de nós, brasileiros, e ficar falando de moda, ou qualquer outra frivolidade no meio dessa turbulência de ódio, preconceito, ausência de Estado Democrático de Direito, e falta de consciência de classe em que nos encontramos não me deixa satisfeita, não mesmo. Poderia usar o blog como válvula de escape pra tentar sair desse mar de lama, mas não sou assim, quem é índigo sabe que não é tão fácil não absorver a dor do outro, os problemas do outro, as injustiças feitas…é tarefa árdua, mas tentarei me policiar, e abstrair um pouco por aqui, porém sempre trazendo vez por outra uma problematização pra gente discutir. É importante, não dá pra fazer a alienada, e falar de comprinhas e Disney, quando nosso poder de compra tá sendo tirado pelo Estado de maneira odiosa.

Logo, minhas amigas, a linha editorial desse blog, que já não era fútil, vai ser menos ainda, e para dar prosseguimento a nossas atividades quero compartilhar, neste Natal, o discurso de Madonna no Billboard Music 2016, mostrando as dificuldades de ser uma mulher na indústria fonográfica. Que possamos sempre falar sobre igualdade de gênero; é importante, e é necessário, principalmente com essa onda conservadora que ronda o mundo:



Feliz Natal a todos e todas, que nos seja dado mais entendimento, e espalhemos mais amor em vez de ódio por aí.

NYFW, looks mais legais do street style

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Oe, cheguei um tico tarde, mas dá tempo ainda de fazer minha seleçãozinha de looks de street style do NYFW que rolou há pouco mais de um mês, né?

Então, queria falar pra vocês minhas impressões, e as imagens são um pequeno resumo do que vi no meu passeio virtual por vários sites com fotos dos convidados dos desfiles em NY. Não há nada mais legal do que ver a leitura que as pessoas fazem de suas referências na moda, nas artes, na cultura, transpondo isso pra maneira de vestir, e o street style me dá esse termômetro.

E o que percebi de NY? Que a febre da camisaria lá tá grande, que os looks estão ficando cada vez mais práticos e menos carnavalescos, que o salto tá sendo aposentado, e que a camiseta, minha peça queridinha da vida, tem reinado tanto em looks esportivos quanto em looks mais sofisticados.

Notei também que o rose quartz (um rosinha com fundo levemente puxado pro salmão), que compõe o combo de 2017 da Pantone apareceu muito nos looks da galera. Ah, e os anos 90 tão com tudo, não podemos nos esquecer dessa década maravilhosa ao tirar qualquer peça do armário; pra mim, o parâmetro é Alicia Silverstone, o que ela vestiu, de Clueless a clipes do Aerosmith, pode usar sem medo!

Fazendo um resumão ilustrado do que falei acima, segue imagens:

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Só composições que super podemos usar por aí, né? Sigamos para compilar Milão e Paris, e ver o que rolou por lá, aguardem cartas.

DIY: choker lacinho e choker margarida

Volteeeeei, meu povo!

Aproveitei que é feriado aqui na minha terra pra editar um vídeo ensinado a fazer mais dois chokers: um deles estilo gravatinha, lacinho, uoreva, pra gente fazer a Alexa Chung por aí, e outro de margarida, bem boho…esse eu uso direto, e já quero fazer um branquinho também pra fazer um neck swag!

Espero que gostem, e lembrem: se inscrevam no canal pra amigue aqui se empolgar e fazer mais vídeos!


Top Bardot, você ainda vai ouvir falar muito nele

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Primavera chegando, calor aumentando, tudo que a gente quer é sair por aí trabalhada no look leve, com frescor, dando spoiler de verão. E que tal começar usando um top lindo, que deixa os ombros à mostra, e combina com tudo, do shortinho jeans à calça flare? O Bardot, peça-sucesso dos anos 60 (e assim chamado por que foi imortalizado pela atriz diva Brigitte Bardot) fez um sucesso tremendo nas semanas de moda primavera-verão gringas, e eu aposto bastante que vai conquistar todo mundo pela latinidade dos ombros à mostra.

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Tá certo que eu já falei com vocês sobre o top ciganinha, off shoulder, uoreva, mas me parece que o Bardot top “de raiz”, digamos assim, é esse modelo aí de cima, com lacinho fazendo as vezes de manga; mas vocês sabem, a moda é isso, vão recriando os nomes para abarcar mais modelos, e dentro conceito de top Bardot tá cabendo qualquer top que deixe os ombrinhos à mostra.

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Dos modelos que andei vendo recentemente, meu coração bateu forte pelo de lacinho, como o da Brigitte, e um que tem manguinha tipo sino, muito usado por Rumi Neely (a blogueira barra da segunda imagem do painel abaixo, logo à direita). Titia fez esse modelo pra mim, e por esses dias posto look no Insta ou aqui mesmo com ele:

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Como já estamos perto da primavera, e pelas minhas terras o sol é pelando o ano inteiro, nem tenho cerimônia pra usar, mas fica a dica pras meninas que moram em terras mais frias, vale a compra pra usar assim que o sol aparecer soberano!

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Todos nós deveríamos ser feministas: Discurso de Chimamanda Ngozi

Vai e volta esse blog sai um pouco do roteiro a que se propõe no grosso para conversar um pouquinho sobre assuntos que interessam, principalmente com o intuito de trazer ao debate questões muito pouco abordadas no nosso dia-a-dia de uma maneira mais clara. O feminismo é uma delas. Fomos doutrinados sempre a ver o feminismo como algo que tá passando lá fora, na janela de nossa casa, não como algo presente em nossa vida, corriqueiro. Quanto tempo eu levei pra notar que minha tia-avó, que me criou, era uma feminista, nossa, bastante tempo…até perceber que a vida que ela traçou, sem marido, ela e a mãe dela, minha bisa, ganhando seu lugar ao sol com o suor de seu trabalho, e pensamento diuturno que homem nenhum tinha o poder de pará-la, ou dominá-la era feminismo levou tempo. Mas até que enfim percebi que aquilo que a sociedade tenta imputar em nossas mentes como algo distante não é.

Quando ouço alguma menina dizendo que não precisa do feminismo pra nada, tenho pena, de verdade, da ignorância mesmo do ser. Ora, tanto ela precisa do feminismo que hoje ela pode dizer inclusive que não precisa do feminismo pra nada; ou seja, ela agradeça ao feminismo o fato de nós, mulheres, termos voz  hoje em dia. Antigamente não era assim, mas mudou, graças à luta de milhares de meninas mundo afora.

Assim, com o intuito de esclarecer o que é o feminismo, convido vocês, leitores e leitoras,  a assistir à palestra de Chiamamanda Ngozi (aquela que teve seu discurso sampleado por Beyonce na música Flawless). Escolhi essa palestra porque ela é um intróito maravilhoso, e que quebra, de cara, vários mitos que a sociedade tenta empurrar goela abaixo das pessoas para desqualificar a bandeira do feminismo.

Vamos conferir?


Mix de Nuts, faça em casa!

Abertura MixNuts

Alimentação saudável é aquela coisa: é cara se a gente recorrer a restaurantes e produtos industrializados (estilo to-go), mas não custa tanto se a gente se organiza direitinho e prepara boa parte da rotina da semana em casa. Eu, na medida do possível tento baratear os custos fazendo muita coisa em casa, e o mix de nuts é uma que me poupa um bom dinheirinho, e não consome muito do meu tempo, já que é simples de preparar.

Antes de mostrar como faço, vamos às informações nutricionais: o mix de oleaginosas, ou mix de nuts, são excelentes fontes de proteínas, vitaminas e minerais; são ricas em ácidos graxos moninsaturados e poli-insaturados, e em resveratrol, excelente anti-inflamatório e anti-cancerígeno, pois é combatente pesado dos radicais livres.

No meu caso, a nutricionista recomendou o consumo de 20 a 25 gramas diariamente e, com base nisso montei um mix com oleaginosas que mais gosto (castanha de baru, castanha de caju, castanha do Brasil, nozes, amêndoas e amendoim {troco muitas vezes ele por macadâmia}), e frutas secas (no caso usei goji berry, e frutas vermelhas secas). O preparo é simples: passei as oleaginosas no processador (não processem muito pra não virar farofa, o suficiente apenas pra quebrar as castanhas maiores), depois mexi junto com as frutas secas, e depois coloquei em saquinhos, pesando direitinho. Com cerca de 40 reais de produtos(meninas de Natal, compro tudo na Lucena) fiz uns 34 saquinhos, ou seja, dá pra mais de um mês!

Fiz seqüência ilustrada mostrando como preparo e monto os saquinhos:

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Essas pequenas porções são muito práticas pra levar na bolsa, pois nos livra de comer besteira naquela hora que bate uma fome louca na rua. Eu sempre deixo um saquinho dentro da bolsa da diária, e um na bolsa da academia, pois nunca se sabe, né, eu sempre sigo minha dieta direitinho no pré-treino e nunca passei mal, mas sou prevenida e levo mesmo assim, vai que decido fazer duas aulas seguidas e o mix estará lá, pra me dar mais um combustível e levar de boa o segundo treino.

Bom, espero que tenham gostado dessa dica, e se vocês quiserem saber mais um pouquinho de como tento me organizar na alimentação, me deixem saber comentando aqui embaixo; eu até compartilho bastante minha rotina no snap, mas como os snaps se apagam, e não dá pra falar muita coisa por lá, se vocês se interessarem posso tentar postar aqui com mais regularidade essas diquinhas!

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