Todos nós deveríamos ser feministas: Discurso de Chimamanda Ngozi

Vai e volta esse blog sai um pouco do roteiro a que se propõe no grosso para conversar um pouquinho sobre assuntos que interessam, principalmente com o intuito de trazer ao debate questões muito pouco abordadas no nosso dia-a-dia de uma maneira mais clara. O feminismo é uma delas. Fomos doutrinados sempre a ver o feminismo como algo que tá passando lá fora, na janela de nossa casa, não como algo presente em nossa vida, corriqueiro. Quanto tempo eu levei pra notar que minha tia-avó, que me criou, era uma feminista, nossa, bastante tempo…até perceber que a vida que ela traçou, sem marido, ela e a mãe dela, minha bisa, ganhando seu lugar ao sol com o suor de seu trabalho, e pensamento diuturno que homem nenhum tinha o poder de pará-la, ou dominá-la era feminismo levou tempo. Mas até que enfim percebi que aquilo que a sociedade tenta imputar em nossas mentes como algo distante não é.

Quando ouço alguma menina dizendo que não precisa do feminismo pra nada, tenho pena, de verdade, da ignorância mesmo do ser. Ora, tanto ela precisa do feminismo que hoje ela pode dizer inclusive que não precisa do feminismo pra nada; ou seja, ela agradeça ao feminismo o fato de nós, mulheres, termos voz  hoje em dia. Antigamente não era assim, mas mudou, graças à luta de milhares de meninas mundo afora.

Assim, com o intuito de esclarecer o que é o feminismo, convido vocês, leitores e leitoras,  a assistir à palestra de Chiamamanda Ngozi (aquela que teve seu discurso sampleado por Beyonce na música Flawless). Escolhi essa palestra porque ela é um intróito maravilhoso, e que quebra, de cara, vários mitos que a sociedade tenta empurrar goela abaixo das pessoas para desqualificar a bandeira do feminismo.

Vamos conferir?


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