DIY express: wrap choker (dois estilos)

Chamando assim, pelo nome em inglês, muitos de vocês vão achar que não conhecem esse choker que tá dominando o tumblr e o pinterest . Mas se eu der “ibagens”, vocês vão saber na hora: sabem aquele colarzinho em couro, camurça, ou em rolotê de cetim com umas ponteirinhas douradas que a blogueiragem gringa tá toda usando? Pois bem, o nome dele é wrap choker; colar de amarrar, traduzindo ao pé-da-letra.

Assim que vi esse colar no snap da Danielle (blog who what wear) eu endoidei, porque ele tem uma pegada boho, e orna com vários outros colares, fazendo um #neckswag, como em algumas imagens que separei:

selectionwrapchoker Imagens: reprodução. Edição:DF

Como ainda não tinha achado nenhum exemplar no Brasil (e se tivesse o preço não seria tão agradável) fui no Centro da cidade, comprei o material, e montei dois modelos diferentes, que mostro num vidjinho rápido que vocês conferem clicando logo abaixo:


Fácil, né? Em poucos minutinhos cês já têm um colar estiloso! Ah, deixa eu falar, os vídeos vão voltar a ser regulares no blog, depois desse hiato em que a pós me jogou, tô voltando com surra de  DIY. Portanto, já vão mandando sugestões no e-mail e nos comentários por aqui!

Garimpada na liquida da Toli

Semana passada quem me acompanhou no Twitter viu a raiva que eu tive da Toli, quando fiquei esperando uns minutos com a porta fechada na minha cara para aproveitar a liquida de 70% na loja. Pois é, querida leitora, o que era raiva virou amor assim que entrei na loja…inclusive entendi o porquê da historinha de ficar fechando a porta: simplesmente as vendedoras não conseguiam controlar o fluxo, nem muito menos atender bem a nenhum consumidor, por isso o controle, pra não tumultuar a coisa, e fazer um negócio mais ou menos organizado.

Chegando lá, tive um foco bem claro: procurar roupa que desse pra trabalhar, coisinhas diferentes, e alguns achados versáteis e já bem batidos, que eu pudesse usar de uma maneira diferente. Deu super certo, querem ver?

De cara achei esse wrap dress de linho, super sério pra trabalhar. Tá certo que vou ter que tirar um pouquinho do tamanho porque ficou mulher ungida demais, mas achei bem digno. Também trouxe pra casa um vestido que é saia bandage(ha-ha-ha) com blusinha acoplada(paga a língua, Rose, paga a língua) que não vou tirar o tamanho porque mesmo compridinho esse não tem cara de mulher ungida, apenas não vulgar. E fica massa jogando um boyfriend blazer por cima.

Notaram que tô organizada, até botei os preços! Achei a nota fiscal aqui e tô copiando dela…aloka!

Tá eu implorei pras amigas leitoras não usarem bandage dress, bandage skirt e blá, blá, blá, mas por trinta e dois reais meto uma malha de tricô leve por cima e mato o piriguetismo da beesha! Não, vocês não vão me ver usando com baby bag e regatinha por dentro da saia…NOOOOT!

Agora, vamos ser francas, essa saia preta é super estilosa com esse nó na frente; feita de musseline e bem pretinha(o flash deixou a bichinha bufenta, mas não acreditem, é bem pretinha mesmo), fica o máximo para composições mais arrumadas…pensando seriamente em guardá-la para o Natal, como sempre faço…guardo uma peça, e acabo usando um, dois ou até mesmo 3 anos depois e continua em alta.

E vem aí O ACHADO, a camisa dos meus sonhos, que eu sempre quis, mas Tia Alice, devido ao excesso de followers/clientes, não pôde fazer pra mim:

Gente, eu pirei nesse modelo desde que vi essas duas moças abaixo usando…achei tão fino pra trabalhar, principalmente porque aboli os terninhos pra fazer audiências, e por três motivos: Natal é muito quente pra ficar andando de terno, minha empresa permite o traje formal, e o terninho tá meio old fashioned, pelo menos aquele de modelagem mais antigona, de mesma cor, etc…

Fique super, super, super, super mesmo feliz com minha camisa, e em breve pretendo usá-la, depois que titia fizer alguns ajustes de tamanho de manga, e outras coisitas.

Me lembrei agora que comprei uma blusinha de cambraia bordada, mas não vou colocar aqui não porque essa foi bem simples, mas levei porque sou viciada em cambraia bordada, acho fofo!

Por fim, lá vem meu macacão saruel de tecido ultraphyno pra usar com cinto…tava jogado lá pela boca do caixa, e quando puxei e vi que era pé, me apossei dele e não larguei mais!

Meninas, devo admitir que sou viciada em modelagem saruel, não posso ver uma que compro(principalmente em liquidação, já comprei jeans saruel de até R$19,90!), porque acho super confortável, mas garanto que tem gente que não gosta, e muitos dos bofinhos também não se agradam da modelagem(ainda bem que o meu aceita…te lovu, amor!) Mas, cada um, cada um, né, o mundo é feito de diferenças e isso é que é legal.

Porém me digam, esses foram ou não fora os achados? Quem foi pra essa liquida? Compraram muita coisa? Comentem, que tô louca pra fofocar com vocês sobre comprinhas, tá?

Elegância, teu nome é Diane Von Furstenberg!

“Feel like a woman, wear a dress”(Diane Von Furstenberg)

Tem horas que me pego devaneando sobre moda demais, e num destes devaneios me perguntei que peça de roupa e que marca representam melhor a elegância da mulher moderna…e a resposta não foi a calça da Chanel, nem as saias Dior, mas o Wrap Dress, de Diane Von Furstenberg.

O wrap dress, ou vestido-envelope, foi criado por Diane Von Furstenberg nos anos 70, mais precisamente em 1974. Na verdade, o termo wrap dress designa um vestido envelopado, transpassado, de material com um caimento agradável e leve, como o crepe de malha, o Jersey, a liganete, e a viscolycra, entre outros.

O fato é que eles estiveram ofuscados pela loucura colorida new wave dos anos 80. Contudo, voltaram numa época em que o minimalismo imperava (anos 90) e permanecem até hoje, vestindo mulheres que desejam uma peça prática, feminina e atemporal ao mesmo tempo.

Me lembro muito bem que logo que a Madonna se mudou para Londres, casada com o Guy Ritchie, ela usava quase que diuturnamente wrap dresses. Uma lady, praticamente.

Mas não é só a rainha do pop que adora as criações da estilista. Tem grupinho celeb quer adora a peça-chave da marca:

Eu considero o wrap dress a obra-prima da Diane. Ela detonou quando criou esse vestido tão versátil, tão gostoso de usar, e elegante ao mesmo tempo.

Nas ruas, é só o que se vê. Olhos atentos para o lookbook, que comprovam o que digo:

Tia Alice fez um inspired pra mim, e a minha vontade era ter tipo, uns 10(exageraaada), pra usar todo dia, de tão legal que é o vestidinho!

Vocês perguntarão, tá, Rose, mas quem pode vestir a peça?

Meninas, eu nunca vi nada mais democrático que o wrap dress. Ele veste bem as mais cheinhas, as magrinhas, as “meio-termo”, as altas, as baixas, as clássicas, as modernetes, as românticas, enfim, ele pode estar presente em todos os closets, deixando todas as guéls super phynas!

Depois de todo esse falatório, amam ou deixam a pecinha curinga?

Tendência: SS Pre Spring NY 2011, parte II

Eaeeeeeeeeeeee!!

Eis que volto com a parte II do que rolou em NYC.

Lembro que selecionei apenas alguns looks de alguns desfiles, pras amyghas se inteirarem do que rola lá fora, e identificarem aquele vestido leeeendo que as celebrities vão usar nos red carpets, ou até nas andanças delas por aí.

Let’s restart?

- Jason Wu: já teve celebrity usando modelito dessa coleção no CFDA. Jason trouxe estampas bicolores(branco e preto, vermelho e preto, roxo e preto), muito laço, xadrez estilo vichy, e muita saia e vestido, mostrando definitivamente que é um mundo das mulheres, as femininas de preferência. Cintura marcada, animal print, vestidos de um ombro só e geek glasses mostram que vão continuar  por mais um tempinho . Então, nos joguemos!

-Diane Von Furstenberg: A marca trouxe a proposta da praticidade, de maneira que a mulher pudesse levar toda sua roupa para uma viagem, por exemplo, dentro de uma malinha. Algumas peças do guarda-roupas masculinos foram tomadas de empréstimo, ou melhor, levaram um banho de feminilidade. Assim, as camisas de botão passaram a ser confeccionadas em material fluido, e as boxers ficaram ultrafemininas. Nas passarelas, o comprimento continuou sendo mini – inclusive no wrap dress -, com apenas algumas peças acima do joelho, e as cores eleitas foram o marinho, o branco, o preto, o cinza e o amarelo.

-Oscar de La Renta: agooooora, quem merece destaque mesmo é de La Renta, que esbanjou feminilidade e glamour na passarela. A modelagem das saias no geral foram evasê e lápis, os cocktail dresses vieram em cores fortes  estruturados, e os vestidos de festa – ah, os vestidos de festa – foram escândalo, mostrando que o look princesa – já exibido por J.Lo e Anne Hathaway nas passarelas – veio que veio.

Eu bem poderia ficar falando zilhões de horas sobre essa coleção, porque não teve um modelo que eu não gostasse. Mas posso resumir que o desfile foi uma temporada inteira de SATC. Ameiiii elevado à quinta potência!

Fotos: reprodução

E aí, que acharam? Comentem!