DIY: Camiseta Cutout em V

OLÁ!!!!!

Fim de ano na porta, hora de tirar do guarda-roupas peças que você deseja doar, e as que você deseja reformar pra tornar mais usável. É tempo de reavaliar a maneira com a qual a gente interage com o consumismo, e tentar um 2018 mais desapegado e também criativo.

Pois pra ajudar vocês nessa empreitada, e dando sequência aos posts de DIY, nesse vídeo rápido a gente vai aprender a reformar aquela camiseta que a gente não tá usando tanto, pra torná-la atual, e estilosa!

Simbora aprender que tá mara!



Da quarta: caveira florida + scarpin neon

Essa semana tô irreconhecível, postando quase todo dia. É que não quero deixar acumular rascunho, nem ideia, nem foto de look…portanto postar é preciso, como também acho bacana compartilhar os achados que usei nas fotos abaixo:

Fotos: Jefferson Braga

De cara, vocês vão querer saber onde comprei essa Cambridge muambator-imagem-e-semelhança. Ela é neon, e comprei no Ebay à minha querida vendedora vivi_leather. As bolsas que ela vende são lindas, bem acabadas, e são embaladas com muito carinho. Quem tiver a curiosidade, clica AQUI pra ver os itens à venda dela.

Já a camiseta de caveirinha florida foi um achado Marisa, minha loja preferida pra comprar camisetas. Acho que saiu uns R$ 9,90, não me lembro bem. O shortinho com detalhe em guipure é Riachuelo, e o cardigã, antigão, diga-se de passagem, Opção.

Agora, esse un bout inspired, meeeenhas feeeelhas, encontrei naquele esquema pechincha + sem taxas no amado e adorado Ebay. Comprei com o vendedor cristalpro(link para o sapato AQUI), e ele tem disponível cada cor I-RA-DA, fiquei doidinha pra comprar o rosa choque, mas acho que vou esperar virar o ano (e o cartão, porque esse não é um blog de RHYCA, e sim de empreguetxe-eu-pego-às-setxe).

No geral, acho que matei a curiosidade de vocês, né? Se segurem que vem post massa sobre Ebay por aí, vou me esforçar pra subir no fim de semana. Me cobrem bem muito nos comentários pra eu me lembrar de redigir o danadinho, tá?

Curtição dos Jovens: Camiseta rulez do Zé Carioca!

Tô mocinha demais, postando um look atrás do outro, óiaaaa!!!

O de hoje tem a cara do domingo, e traz um achado que fiz há um mês e meio mais ou menos; falo da camiseteenha fofa do Zé Carioca.

Pra quem não conhece (falo com quem é de Bob Esponja pra cá, tipo eu hehehe), o Zé Carioca foi criado por Walt Disney na década de 40.  A criação do Zé estava intimamente ligada a interesses dos Estados Unidos que, na busca de aliados para a Segunda Guerra Mundial, inseriu um brasileirinho no mundo Disney esperando nosso apoio. E funcionou.

Até hoje muita gente até entorta o nariz para esse personagem, tanto por ser fruto de interesses americanos, como por ser retratado nos quadrinhos como preguiçoso, malandro, vagabundo. Bom, não deixa de ser uma pecha, né, até entendo.

Mas a parte boa é que é um personagem brazuca na Disney, e bem por isso amei quando encontrei na Renner essa camiseta, na hora larguei a do Mickey, e me apeguei a essa:

Fotos: Jefferson Braga

Camiseta – Renneer

Short Boxer – Riachuelo

Rasteiras – C&A

Brincos – presente da minha tia

Terço Neon -E-bay

Relógio – Casio vintage

Achado do ano: camiseta que espalha amor…

De tanto vocês perguntarem no Facebook e no Instagram onde eu tinha achado essa formosura, não tinha como não postar, e passar a informação completa deste que eu considero “O achado” do ano. Porém, antes eu quero contar uma pequena história, então, sentem aí.

Minha paixão pelo Pequeno Príncipe, diferente de muitas pessoas, não começou quando pequena: acho que bem no meio da minha adolescência viciei naquele anime que passava no SBT baseado no livro, e chorava todo episódio, de ficar de cara inchada (mas relevem, eu choro até na despedida da nave da Xuxa da Terra). Me lembro de ter lido o livro, mas, nada demais, tava muito alucinada por Oscar Wilde e Álvares de Azevedo na época pra ligar para o Saint-Exupéry.

Só que, quando iniciei o francês, isso em meados de 1998/1999, o primeiro livro passado foi esse, e a magia aconteceu, e se repetiu, quando no fim do curso, outro professor passou pra gente uma peça francesa sobre o livro mais singelo e apaixonante da terra. Pronto. Começou minha obsessão por tudo que tinha o príncipezinho estampado: agendas, camisetas, lenços…só que no Brasil era uma coisa meio difícil de achar. Os produtos do Pequeno Príncipe, quando eles existiam, eram bem carinhos.

E daí que ontem, passeando na Riachuelo como quem não quer nada, e já indo embora, vejo na arara essa camiseta linda, por R$ 39,90, e justamente com uma das frases mais apaixonantes do livro, escrita em francês, e pertencente ao diálogo do Príncipe com a Raposa, no capítulo XXI (pra quem leu faz muito tempo, vale a pena reler o diálogo com a raposa, é visceral, contém ensinamentos pra vida):

Pra quem quer saber se tinha mais alguma camiseta dessa coleção, tinha sim, uma regatinha com um trecho em português, salvo engano também extraído do diálogo com a raposa, em que ela fala que, se o Príncipe marca com ela às quatro horas, uma hora antes ela já estará feliz (Si tu viens, par exemple, à quatre heures de l’après-midi, dès trois heures je commencerai d’être heureux. Plus l’heure avancera, plus je me sentirai heureux. A quatre heures, déjà, je m’agiterai et m’inquiéterai; je découvrirai le prix du bonheur !), acho que é esse trecho, muito fofa também.

Curti muito, porque esse foi um final feliz de 2012, ter uma camiseta me ensinando todos os dias, até à exaustão, que só se enxerga bem com o coração…

Betty, a parisiense

Se tem uma coisa que eu admiro nos blogs que amo (e leio) é o fato de que suas autoras não põem o próprio estilo à venda. Exemplo? O blog de Betty, da parisiense-cantora-atriz-compositora Betty Autier.

Betty Autier é a parisiense típica, descolada, que imprime no seu vestir as coisas que ama: cultura pop, anos 80, e o forte estilo de quem nasce nas redondezas do Sena. É que, tal qual toda mulher é meio Leila Diniz, toda parisiense é meio Brigitte Bardot meets Jane Birkin (que não é francesa de berço, mas exala o estilo das parisienses), provida do famoso “je ne sais quoi”, e ao mesmo tempo “só sei que foi assim”.

E esse jeitinho de Betty fazer suas montações muito me apetece, e me inspira. Vivendo numa cidade quente como essa capital do sol, brincar com shorts, camisas, regatas, sainhas, e camisetas pode ser muito divertido, e pode sim sair do lugar comum: bastam os acessórios certos, a combinação certa, e manter fincadas no chão as raízes do seu estilo.

Difícil? Que nada, tá aí Betty pra mostrar que o aspecto lúdico é o que mais ajuda na hora de escolher a “roupinha do dia”. Porque se o ato de compôr um look não  for jocoso, desculpa, mas você tá fazendo isso errado.

Imagens: Le blog de Betty

Texto: trecho do livro “A Parisiense” de Ines de la Fressange

É Betty ensinando que espontaneidade e estilo devem sempre permanecer vivos, mesmo com a forçada tentativa de padronização de corpos, e trajes, pela indústria da moda.

Pelo Instagram: Junho/2012

Como vocês perceberam, minhas movimentações são mais recorrentes pelo Insta. Explico: nessa correria que tá minha vida ultimamente, não dá tempo de sentar e postar no computador, então as atualizações ocorrem bem mais por esse app puro amor, já que não é preciso muito, só o celular na mão, e o que pretendo mostrar pra vocês.

E como são muitas fotos, selecionei algumas pra conversar um pouco sobre, já que não dá pra ficar travando infindáveis diálogos na foto do Insta.

Comecemos!

Pra início de conversa, minha loucura pelo verão começa mesmo antes da primavera dar as caras…também, vendo esse macaquinho com estampa tropical lindo(1) que vi na Asos, não dá pra não querer começar a usar. E nessa vibe, já tô empolgada pra começar minha saia tipo essa da foto 2, já achei molde e tudo, falta tempo, e vencer meu TOC de só querer costurar com tudo aqui em casa organizado(impossível no momento, onde tudo tá encaixotado ou em sacolas, ou malas). Mas, oremos, acho que vai rolar.

Na terceira imagem, um dos achados mais bacanas do momento, direto da seção masculina da Riachuelo: camiseta com a célebre frase de Maria Antonieta(há quem diga que foi Maria Teresa da Espanha), fazendo a aloka, mandando o povo comer brioche, já que não tinha pão hahahaha! E no mesmo tema, minha camiseta da JEM, minha obsessão desde menina, comprei na loja 8tees(lembram que fiz um listão de lojas de camisetas legais nesse post AQUI? Pronto, tem link lá).

Agora, pára tudo e chama a NASA, literalmente, porque meus sneakers-astronauta-perua(5) não saem mais dos meus pés! Tô preparando um post legal mostrando uns looks com ele, aguardem! Esses são da QIX e vendem online, galera. Falando de mimos, olha o que resgatei das coisas da minha sogra: bandeja(6)bordada, que vou mandar aplicar espelho no fundo e usar como porta perfumes pra colocar no closet novo. Assim que aprontar venho mostrar pra vocês.

Na sétima imagem, mais um presente, dessa vez da cunhada: esmaltcheeenho Chanel, phyno, chique, perolado, discreto, mara! Bjo cunha!

Olha meu amor Nietzschão aí na oitava foto do Insta! Nietzsche é o tipo escritor que a gente tem que ler em várias etapas da vida, porque a interpretação vai mudando conforme a gente vai amadurecendo. Li muita coisa dele na faculdade,(culpa do professor Lycurgo e da Professora Cinara Nahra) e agora sinto que é tempo de reler tudinho, inclusive Zaratustra, minha obra favorita.

Na nona foto, Higiapele pra remover maquiagem sem neuras. Barato(principalmente dada a minha restrição financeira atual), e eficiente.

Agora, o fantástico mundo de titia: 10ª, 11ª, 12ª, 13ª e 15ª fotos todas de peças feitas por titia, quem curtir alguma manda um e-mail para [email protected], que aviso se tem disponibilidade ainda.

Como minha vida é customizar minhas peças antigas, aí vai mais uma: quem não tem dinheiro se vira como pode. Esse short(14) já foi uma calça da minha irmã, virou short boyfriend, e depois transformei em hot pants com spikes. Esse negócio de imutabilidade não é comigo mesmo.

O trio seguinte é dedicado ao cabelo: penteados, e mais um produtinho pra meu acervo, o Sheer Blonde, de Frieda. Uma amiga já me perguntou como usava, e em breve farei resenha no blog sobre. Quem quiser grita aqui nos comentários pra eu ver se faço pra ontem, ou demoro um pouco, rsrsrs

E pra finalizar: eu, ceguete, quebrei meus óculos, e graças a Jah tinha armação aqui em casa pra eu colocar lentes. Só que a ótica tá demorando a vida dum burro pra me entregar, tô sofrida com dor de cabeça todo santo dia, tomara que me liguem pra eu ir buscar.

Mas, mudando o foco(sacaram o trocadilho infame, hein, hein?), quem não se lembra do shortinho tye dye, hein? Pois é, voltou, e pra quem quiser tutorial, me voluntario pra ensinar em vídeo pra vocês, só pedir.

Quem também voltou foi o peplum, já até falei pra vocês há um tempinho nesse post AQUI. Lindos esses flashes da Atlantic-Pacific, né? Essa bicha tudo que veste fica massa!

Pronto, cabou-se, não coloquei foto demais pra não entupir o post, mas espero que tenham gostado desse resumão barra que fiz.

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