Da quarta: Kimono!

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Oeeee!

Tô tão mocinha, postando look novo em tão curto espaço de tempo, né? Que bom que tô conseguindo regularizar a rotina aqui no blog, sinto falta de escrever sobre um tudo aqui, tá dando certo, e isso é o que importa!

O look de hoje traz uma peça que falei em um post detalhado pra vocês em 2012 (ou foi 2013?), e que dá um toque todo boho à composição: o kimono. Eu particularmente já uso há um tempo – a versão sem franjas – e posso falar que é a “terceira peça” essencial pra quem vive numa região onde as estações do ano não são tão bem definidas, no sentido de que é calor quase o ano todo, mas que a gente tem que lidar com a entrada num shopping com ar condicionado, ou no trabalho…o quimono não deixa a gente tão exposto ao frio do ar condicionado, e também não esquenta como um cardigã quando a gente sai na rua, já que geralmente ele é feito em um material mais fresquinho, como malha ou seda. Versátil demais.

O meu, quem fez, óbvio, foi minha tia (aquela vantajona de obter uma peça antes de as lojas venderem a peça). Ela tá com muitos exemplares lindos, com franja, sem franja, e quem quiser encomendar só falar comigo(pras meninas de Natal), ou mandar e-mail ([email protected]) que passo detalhes.

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Fotos: Jeff Braga

Ah, pra quem tem dúvida de como usar o kimono, dica rápida e eficiente: se ele é a peça-chave do look, todo o resto tem que ser o mais básico possível; quem tem que aparecer é ele, e a partir dele é que a gente vai compondo.

Gostaram do look? Posso ir postando mais?

Créditos: kimono (Tia Alice), shorts(Riachuelo); espadrille(Via Mia); top(Tia Alice); óculos(Bleu dame); bolsa-saco e terço(Aliexpress).

Beijos e boa quarta!

Achado do ano: camiseta que espalha amor…

De tanto vocês perguntarem no Facebook e no Instagram onde eu tinha achado essa formosura, não tinha como não postar, e passar a informação completa deste que eu considero “O achado” do ano. Porém, antes eu quero contar uma pequena história, então, sentem aí.

Minha paixão pelo Pequeno Príncipe, diferente de muitas pessoas, não começou quando pequena: acho que bem no meio da minha adolescência viciei naquele anime que passava no SBT baseado no livro, e chorava todo episódio, de ficar de cara inchada (mas relevem, eu choro até na despedida da nave da Xuxa da Terra). Me lembro de ter lido o livro, mas, nada demais, tava muito alucinada por Oscar Wilde e Álvares de Azevedo na época pra ligar para o Saint-Exupéry.

Só que, quando iniciei o francês, isso em meados de 1998/1999, o primeiro livro passado foi esse, e a magia aconteceu, e se repetiu, quando no fim do curso, outro professor passou pra gente uma peça francesa sobre o livro mais singelo e apaixonante da terra. Pronto. Começou minha obsessão por tudo que tinha o príncipezinho estampado: agendas, camisetas, lenços…só que no Brasil era uma coisa meio difícil de achar. Os produtos do Pequeno Príncipe, quando eles existiam, eram bem carinhos.

E daí que ontem, passeando na Riachuelo como quem não quer nada, e já indo embora, vejo na arara essa camiseta linda, por R$ 39,90, e justamente com uma das frases mais apaixonantes do livro, escrita em francês, e pertencente ao diálogo do Príncipe com a Raposa, no capítulo XXI (pra quem leu faz muito tempo, vale a pena reler o diálogo com a raposa, é visceral, contém ensinamentos pra vida):

Pra quem quer saber se tinha mais alguma camiseta dessa coleção, tinha sim, uma regatinha com um trecho em português, salvo engano também extraído do diálogo com a raposa, em que ela fala que, se o Príncipe marca com ela às quatro horas, uma hora antes ela já estará feliz (Si tu viens, par exemple, à quatre heures de l’après-midi, dès trois heures je commencerai d’être heureux. Plus l’heure avancera, plus je me sentirai heureux. A quatre heures, déjà, je m’agiterai et m’inquiéterai; je découvrirai le prix du bonheur !), acho que é esse trecho, muito fofa também.

Curti muito, porque esse foi um final feliz de 2012, ter uma camiseta me ensinando todos os dias, até à exaustão, que só se enxerga bem com o coração…

Alpargatas do amor, e um “corre, negadis!!!”

Quem passa o dia inteiro no salto, sabe como é maravilhoso poder sair pra passear, seja no fim do dia, seja nos fins de semana, com um calçado confortável, que dê aquela sensação de pé descalço, sem estar descalço de fato. E com um modelinho fofo porque né, ninguém merece os Crocs da vida, chegam a cegar de tão feio que são.

Pois saibam que andando pela Riachuelo do Centro há cerca de um mês, comprei umas alpargatas Moleca amarelinhas, e me lasquei, porque não quero mais tirar dos pés.

Os sapatinhos em questão são esses da foto abaixo:

Como tudo que é bom tende a melhorar, sábado passado fui com titia novamente à Riachuelo e PÁ! as alpargatas tinha caído de R$ 49,90 para R$ 29,90, ou seja, compramos pra família inteira, e eu aumentei meu acervo, trazendo mais umas cores pra ser feliz:

Fofinhas, né? Quem se sentiu tentada a pelo menos experimentar pra ver se gosta, corre lá na Riachuelo do Centro, que ainda tem bastante, lembrando que esse post não é publieditorial, é dica mesmo das boas pra quem quer dar uma folguinhas aos sofridos pés nossos queridos pés que nos agüentam o dia inteiro.

Bom pra gente, que descansa os pezitos, e bom pra Moleca, que vem repaginando seus calçados, aliando conforto, tendência, e fofurice num só produto, de modo que conquista mais consumidoras.

Achados na Riachuelo

Fazia um bom tempo que não rolava achados aqui no blog. E por dois simples motivos: pra eu evitar de fazer a louca das compras(terapia de choque, recessionismo, lembram?), e porque realmente o tempo é pouco para eu ir ao shopping e garimpar algo pra vocês.

Só que dia desses eu levei minha patrulha recessionista(Tia Alice) na Riachuelo, e assim pude tirar tranqüilamente minhas fotos sem levar nadica de nada pra casa, já que titia barra tudo. E rolou também toda uma chantagem emocional que lá embaixo eu explico.

Mas, voltemos a Riachuelo. É incrível como a galera de lá anda pesquisando, e investindo também em qualidade. Desse jeito, fica fácil não entrar em lojas mais caras, já que a fast fashion potiguar tem de tudo um pouco, e com material bom, basta garimpar, esse é o segredo da boa compra.

Como esse dia foi dedicado à titia – que tava em busca da calça perfeita – separei poucas coisas, mas que valem a compra. Não são modinha passageira, e é certeza de que vão ser muito usadas.

Preparadas?

Bem, a primeira peça é essa sainha de pois, linda de viver…imaginei na mesma hora uma composição meio pin up, depois me veio à mente um crash de estampas, enfim, é uma peça de muitas possibilidades, vale levar pra morar no guarda-roupas da gente:

Já a segunda peça que muito me chamou a atenção, pelo frescor que ela exala, é esse vestidinho floral. Tecido muito bom, caimento bacana, estampa bonita…alguém duvida que nessa primavera/verão ele vai aparecer, e reinar soberano?

E por fim, ela, a so-called calça Palazzo, que vi de bobeira no meio de outras roupas(o que significa que a mercadoria tá escassa), e corri pra provar, e fazer aquela velha chantagem do tipo “tia, eu tenho o tecido pra fazer uma dessas, mas a senhora não fez, tô quase levando…” e eis que Tia Alice prometeu fazer no dia seguinte(tudo pra eu não comprar nada), e de fato fez, todavia passou uma vida pra pregar o zíper. Aceitável, ante o universo de clientes(pagantes) que ela tem, lógico que eu não posso cobrar nada dela.

Até provei a danadinha pra mostrar como a bicha é largona:

Mas, vou confessar aqui e agora: a Palazzo Tia Alice ficou muito mais charmosa, fora que o zíper é YKK, e não trava, como os zíperes importados que essas lojas costumam pregar nas roupas, que ficam no meio do caminho, e é uma luta pra subir completamente.

Só pra abrir discussão, quero saber de vocês: Riachuelo team ou Tia Alice team? (Me lembrem de anotar nome e endereço de quem votou na Palazzo Riachuelo, pra eu caçar e matar!) Brincadeirinha, brincadeirinha… :)

VSMT em vídeo: Tia Alice, dia 24 em Buenos Aires e uma novidade!

Não resisti, gente, sério mesmo, tinha que fazer um vídeo mostrando pelo menos um dos looks Tia Alice que usei na Argentina!

Também resolvi falar um pouquinho das intenções futuras do blog, e desde já peço desculpas por alguns errinhos de concordância que cometi no vídeo…é que fico muito acelerada e vou atropelando palavras!

Grata pela compreensão!

A saga do lançamento Cris Barros para Riachuelo

Não vou negar que fiquei abatida porque perdi o lançamento de Stella para C&A…eu tinha lá minhas peças preferidas, e gostaria sim, sem hipocrisia de tê-las adquirido.

O que ceifou minha tristeza de vez foi a possibilidade de poder conquistar uma pecinha Cris Barros para Riachuelo no lançamento, dia 03 de abril. E lá fui eu, toda serelepe, pra porta do Midway aguardar o meu momento, o meu sublime momento. E estavam todas lá, loucas, tagarelas, agarradas à porta, aguardando um pedacinho de pano assinado pela CB. Eu, preferi ficar sentada. Erro total.

Quando as portas se abriram, as Beckys loucas passaram mais rápidas que um furacão, e esvaziaram em questão de segundos a bancada das bolsas. Fiquei paralisada, e antes que eu estendesse a mão para pegar uma pra mim, nessa mesma fração de segundos, passaram mais duas coliiegas e levaram as restantes. E lá fui eu, calmamente, procurar minha peça eleita: a sainha de chamois. E não achei, claro. Elas são mais rápidas do que eu.

Segui a doutrina e sai catando tudo que pudesse me agradar, e depois, num cantinho reservado, fui separando calmamente. Desapontada, porém, porque não tinha mais minha sainha. E aí que uma luz no fim do túnel surgiu: a prima do meu bofe, a Bia, sabia que eu desejava a saia, e catou uma pra mim nos remanescentes! E como eu fiquei? ULTRAMEGABLASTERHAPPY!

Agora, chega de blá blá blá e vamos aos meus achados:

Esse vestidinho, não sei a razão, me chamou a atenção, e acabei levando. Achei com cara de não-sei-o-que-vestir-hoje-então-pego-esse-vestido, e conclui que é uma boa compra para os dias sem inspiração.

Levei também essas duas tees, por sua versatilidade. Tô numa vibe de comprar peças meio básicas, pra combinar com outras mais fechosas, sabem? E sem falar que camisa listrada é o curinga mor de qualquer montação.

Uh, minha sainha, uh, minha sainha…é 40, mas quando se tem máquina de costura em casa, uma numeração a mais nem faz tanta diferença assim! A sainha militar também achei fofíssima, e quando peguei visualizei várias montações possíveis com peças que tenho em casa com ela, então, valeu a compra.

Pra finalizar, uma podrinha, que nunca é demais, né?

Já tenho até um saião que Tia Alice fez pra mim pra ornar com essa regatinha! Ela é duas em uma, perceberam?

Então foi assim, com final feliz que termina a minha saga! Confesso que gostaria de ter levando o camisão de chamois; a calça de couro, nem tanto, mas um shortinho ia bem. Vamos torcer por reposição né?

Ps: esqueci de dizer que comprei também um cinto animal print trançado com correntes que é puro luxo, resultado do garimpo no provador, que foi minha estratégia logo após presenciar o pandemônio nos cabides…tinha fia que saiu com 10 bolsas iguais na mão, e 10 regatas de paetê, talvez fosse revender, assim penso, porque pegar aquele monte de bolsas…

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