Existirá amor em 2016

Você, leitora deste humilde blog, independente do seu signo, vai concordar: 2015 foi um ano estranho. Se você não é mística como eu, e sim mais cética, e estudou Física, também vai concordar que nosso mundo teve com energia estranha nesse ano que tá acabando. Muito ódio permeando eventos que ocorreram em 2015, uma onda negativista sendo jogada em nossas cabeças todos os dias pela mídia, e muitos dias em que a gente fica se perguntando se a humanidade ainda tem jeito.

Eu culpo o universo, e acabo culpando a nós, também, que nos deixamos ser engolidos por essas bad vibes, replicando negatividade, e esquecendo de valorizar e compartilhar o que realmente importa, boas atitudes vindas de pessoas que sempre nos ajudam a restaurar a fé na humanidade. Malala, Papa Francisco, a velhinha que costura roupas para crianças africanas carentes, e tantas outras têm mais a nos ensinar que essa gente que espalha ódio, e tem sede de poder e dinheiro.

Particularmente, pra mim, 2015 não foi ruim, foi um ano-hiato. Olhei pra 2015 e vi que merda nenhuma foi feita, aquele típico ano em que me senti uma merda na água. Exagero meu dizer que meu 2015 foi igual ao 2007 da Britneyde, mas não posso dizer que foi MEU ANO. Fiz uma Pós que me apresentou amigos maravilhosos, e meus amigos de sempre viraram uma grande família, foi realmente a parte ótima desse ano, e que preciso aprender a valorizar. Mas também entendi o recado da vida, às vezes é preciso passar por um hiato, pra virar a página estabelecendo metas, objetivos, e saber que um ano bom se faz com positividade, muita risada, atitude, empatia, e amor.

Não é preciso muito; posso falar seguramente que nem é preciso dinheiro, como muita gente pede na virada do ano; é preciso bom humor, pois é a cura de todos os males; é preciso resiliência, leveza, ninguém precisa levar a vida como um pesado fardo em suas costas. E é isso que pedirei com muita fé nessa virada, pra mim e pra vocês, enquanto assisto aos meus seriados preferidos regados a muita pipoca. Porque já preciso pôr em prática minha primeira meta de 2016: estar próxima dos meus, e valorizar os momentos simples da vida. Não gosto de sair de casa em virada de ano, e sinceramente, em todas as vezes que passei fora do meu ninho, me senti deslocada, me perguntando o que tava fazendo ali, desejando Feliz Ano Novo a quem nem é de minha convivência e, portanto, não passa energia boa pra mim. E é disso que fala meu Manual para 2016, que compartilho agora com vocês, e que vai ficar salvo no meu celular, pra me lembrar que ser uma melhor pessoa não é projeto só de ano novo, e sim de vida.

Então, desejo a vocês muitas alegrias, atitudes positivas, e que a gente sempre busque conhecimento, reflexão sobre as coisas, sopesando acontecimentos. Que julguemos menos, compreendamos mais, compartilhemos bons exemplos, e lutemos pelo que acreditamos. São meus singelos votos para 2016.

Pequenomanual

Beijos e muita luz para todos nós! Feliz 2016!!

Segunda da leveza de pensamento:20 coisas que a gente deveria dizer mais freqüentemente

Como a segunda-feira, não sei bem como começou esse estigma – e a razão – é um dia bem chatinho para boa parte das pessoas, nada melhor que um post-reflexão, que pode ajudar a mudar velhos maus hábitos e começar outros novos, dando uma perspectiva bem positiva da vida, e das pessoas.

Então, vos apresento um vídeo feito por um boy fofo,  que enumera 20 coisas que a gente deveria dizer mais freqüentemente:

 

Boa segunda a todos!

Pra refletir um pouco…

Essa veio direto do site da Vogue Italy:

Mais informações, ler “Walden, ou a Vida nos Bosques”, e a “Desobediência Civil”.

“Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos,

ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.” (Belchior)