Moda Praia 2018: minhas peças preferidas!

Verão na nossa cara, e nós estamos como? Escolhendo o look de praia pra dar close toda hora!

E, dentro dessa escolha de looks closeiros, vou contar pra vocês meu top 3 beachwear, ou seja, os três tipos de peça de praia que mais amo usar. Não, não falo de tendência, e sim do que mais gosto de vestir quando vou à praia ou piscina, principalmente porque acredito que estilo dá de capote em tendência.

Não coloquei o biquíni de lacinho aqui nessa minha seleção porque considero um clássico, e em matéria de bronze é ele que a gente saca da manga pra conquistar aquele bronzeado bem brasileiro. Mas, em matéria de lacrar, amo esse time que montei pra vocês!

1 – Body/Maiô

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Se teve uma peça que voltou de uns 4 anos pra cá e não saiu mas do nosso guarda-roupa, essa peça se chama body, que vai da cidade à praia sem nenhum problema. Eu tenho coleção de bodies, e para usar na praia escolho aqueles com modelo bem diferente, cheio de cortes, decotes, tirinhas, ou uma estampa mara, bem tumblr. Também adoro aquele estilo Pamela Anderson em Baywatch, bem asa delta, uso pra sair, e uso na praia.

Além do conforto, eu curto o body pela valorizada que ele dá no corpo da gente, modelagem é tudo, e se a gente veste um body/maiô, se olha no espelho, e se sente diva máxima, é ele mesmo que a gente usa!

2 – Hot Pants

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Os biquínis hot pants (cós mais alto, quase um shortinho só que cavado) também são meus queridinhos, basta ver meu insta, só dá ele! Deu pra perceber que amo conforto, né? Hot pants, além trazerem consigo uma carga pin up indiscutível, proporcionam liberdade no movimento; pra quem surfa, faz stand up, esportes aquáticos em geral, isso é importante, porque ninguém merece estar num stand up por exemplo, e o tempo todo tendo que ajeitar o biquíni porque tá incomodando.

3 – Biqúini com modelagem gringa

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Me perdoem as amantes do fio dental, mas calcinha maior atrás é tão comfy que eu não resisto, entre biquíni minúsculo e modelagem gringa (aqui no Brasil quando era pequena ouvia o povo chamar de sunkini), eu tô com a modelagem gringa faz tempo (tem até post antigo sobre isso) e não abro. Me acho super estilosa quando uso, geral de fio dental, e eu bem Angel da VS com a bunda (que tenho pouca, aliás) coberta hahahahaha!

Ah, e combinando com a calcinha maior atrás, tô gostando dessa tendência do top ser maior, mais estruturado (estilo halter no mais das vezes), e não o cortininha. Meus biquínis recentes vieram com tops assim, e eu amo, inclusive dá até pra usar na cadjimia.

Bom, essas são minhas três peças de praia prediletas, mas agora quero saber o top de 3 de vocês, me contem que tô curiosa!

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Pantalona e 6 formas de usá-la com interessância

Se vocês me perguntassem como nasce uma tendência, eu diria que ela nasce da coincidência, tipo, resolvi sair de uma forma de casa e, instintivamente, várias pessoas saíram de forma semelhante. E essas pessoas que saíram parecidas já inspiram tantas outras e aí pronto, habemus tendência.

Digo isso porque reparando no estilo dos frequentadores das Semanas de Moda do hemisfério norte, uma peça, que considero um clássico, de repente massificou: comecei vendo um gato pingado, um dia depois dois, e daí em diante, várias pessoas estavam usando. Sim, a pantalona de uma hora pra outra apareceu nos looks das turmas mais badaladas da moda, o que é um indicativo de que vamos ver bastante também por aqui, muito embora, repito, eu entenda que a pantalona é daquelas peças que a gente deveria usar o ano inteiro, a vida inteira. Amo/sou!

Sobre quem pode usar pantalona, eu digo com precisão: todo mundo! O segredo é dosar a largura da boca, e saber a peça que vai na parte de cima. Como a tarefa de se vestir também é um exercício diário de autoconhecimento, o macete é testar com as mais variadas peças e ver com qual a gente fica melhor. Pra mim, por exemplo, panatalona pede uma blusa cropped, blusa compridinha mesmo só que mais colada, body, ou uma camisa, desde que com esta última peça eu coloque um blazer ou casaqueto por cima, porque tenho a impressão de que a “terceira peça” contribui pra me alongar.

Ah, e sabendo que vamos ouvir falar bastante da pantalona de agora em diante, que tal já ir dando uma olhadela em alguns looks pra ir se inspirando, hein? Fiz uma seleção de seis looks que curti mais. Espero que vocês gostem!

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Quem me acompanha no snap (devaneiosf) viu que comprei tecido pra fazer esse conjunto aqui da esquerda, listradinho. Oremos pra titia fazer rápido porque tô numa ansiedade…

Beijos!

Gosta de moda? Assista à True Cost

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Não, hoje não vou falar sobre filme contando a biografia da Chanel. A dica de hoje vai pra quem ama moda, e ama consumo de moda. Sim, porque se temos o poder de compra, temos responsabilidades pela forma com a qual compramos. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades, já dizia o Tio Ben, do Homem Aranha.

O documentário que estou recomendando no post de hoje, o True Cost, manda essa mensagem direto pro nosso coração. Será que a gente sabe o preço que custou aquela blusinha legal que a gente comprou na H&M? Dou uma dica: vai muito além daqueles números fixados na etiqueta.

True Cost é um premiado documentário que mostra o que eu já vinha falando em posts esparsos aqui pelo blog, que a gente precisa mudar a forma como a gente consome, ou estaremos ingressando num caminho sem volta, dizimando vidas de pessoas inocentes, e matando a nós mesmos com o crescimento da poluição, pois, como já disse em um post certo dia, pra fazer aquela sua calça jeans bapho, foram gastos litros e litros de água que poderiam estar matando a sede de crianças na África, por exemplo. Comprar uma pecinha legal numa fast fashion pode ter custado a vida de um trabalhador de sweatshop (ou de milhares), ter implicado no nascimento de uma criança com problemas mentais, mas enchido bem os bolsos do empresariado, e isso vocês não vêem nos vídeos intitulados de “comprinhas” ou “fashion haul”, que algumas blogueiras fazem por aí. O preço, meus amigos, é bem mais caro do que está na etiqueta, bem mais…

O documentário mostra uma preocupação, e um alerta; ou a gente tira a viseira pra enxergar um pouco além, ou nossa imbecilidade vai nos levar à extinção. Vejam o trailer só pra terem uma ideia do que falo:

 


Quem se interessou, e quer ver o documentário todo, tem no Netflix, e acho que naqueles canais que passam filmes online também. Recomendo pra quem lê esse bloguinho aqui assistir, e repensar sobre o que a gente quer pro futuro. Eu não sou hipócrita pra dizer que não piro numa liquidação da Marisa, e que não ficou louca no Aliexpress; mas podem acreditar, comprar peças nessas lojas têm me feito refletir bastante, e mudar, aos poucos o meu jeito de consumir. Prioridade pra mim tá sendo usar ou roupas que faço ou que minha tia faz pra mim, além de adquirir peças de pequenos produtores. Para cada dez peças que tenho adquiridas de forma sustentável tenho uma ou duas de fast fashion, e vale um toque: já reparei que enquanto tenho peças costuradas por titia há mais de dez, doze anos, que estão zeradas, novinhas, peças minhas compradas nas fast fashion com 3 meses de pouco uso já estão detonadas. Então, tem alguma coisa errada aí, e a gente precisa parar pra pensar nisso.

Ah,  além do doc,  indico dar uma passeada pelo site True Cost (truecostmovie.com), me inscrevi lá e recebo muita coisa interessante no meu e-mail, entrevistas, matérias…vale a pena!

Porque a moda não se resume ao look do dia, nunca se resumiu a isso.

Os looks mais legais de Street Style da Semana de Moda de Milão

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Certo dia vi pela internet, não me lembro onde, um verdadeiro levante contra os looks de street style, dizendo basicamente que a galera se montava pra aparecer, e quanto mais bizarra fosse a montação, mais cliques essa pessoa teria, e que por isso perdeu o sentido a gente ficar de olho nessa galera blá, blá, blá…eu até acredito que tem gente que vai pra porta dos eventos toda trabalhada no figurino do Esquenta! só pra ganhar uns cliques, mas acredito também que, em sendo um evento na área de moda, é super normal que gente com look esquisito de verdade, e não forçado, apareça por lá, do mesmo modo que gente com look mais clássico, ou com look com pegada mais urbana também esteja circulando pelos desfiles ou portas de evento. O legal do street style é mesmo ver esse encontro de tribos, e pinçar o que apareceu de mais legal e foi registrado pelas lentes dos fotógrafos; é uma mina de referência, e olha, precisamos parar de pensar quadradinho, e achar que só passarela, e editorais de moda são fontes de tendência, ou mesmo de inspiração. Ampliar os horizontes é preciso pra construir uma personalidade, e looks que correspondam à essa personalidade que a gente vem formando desde que nasceu.

 Pois bem, dada minha opinião sobre o assunto, selecionei alguns looks bem legais que saíram das ruas da Semana de Moda de Milão e que dão uma deixa do que pode vir a influenciar nossa primavera/verão 2016. Primeiro, o comprimento midi. Sim, ele veio e ficou, sorte de quem é apaixonada por looks com peças nesse comprimento, tipo eu, que não quero abandonar mais nunca minhas peças midi!

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No street style de Milão eu percebi também uma vibe anos 70, um apego da turma “das modas” por calças amplas, curtas ou não, e por sobreposições, principalmente com camisetas por baixo de vestidos. Me lembro que a gente usou muito nos anos 90, mas não sei se aqui no Brasil vai rolar…

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A vibe romântica também foi mostrada nos looks das que circularam pelo evento, com destaque para batas e vestidos bordados, bem numa pegada mexicana, ou mesmo dos trajes típicos da Ucrânia. Se preparem que a gente vai ver muito disso por aqui, porque super combina com o estilo tropical.

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E quando a gente tá sem saco de fazer uma montação com muitas referências de tendência, o que faz? Recorre ao clássico, afinal, ele nunca falha. O que vi de alfaiataria nos blogs de street style não foi brincadeira. Peças feitas sob medida, e com acabamento impecável nunca são demais, e eu diria até que existe um quê de versatilidade na alfaiataria, ao contrário do que muita gente pensa; dá sim pra fazer looks super criativos com peças alfaiataria, vejam as composições abaixo, em que um terno foi acessorizado com chapéu e obi, o tubinho complementado por bolsa divertida e óculos redondinho…enfim,  o segredo é fazer do ato de se vestir uma brincadeira, um quebra-cabeças a ser montado todos os dias com peças diferentes.

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Bom, era isso que tinha pra dividir com vocês por hoje, lembrando que ainda tem post pra subir referente à semana de moda de Paris, que tá rolando agora, e talvez a de Londres, vou tentar postar ainda essa semana pra gente finalizar os babados da semana de moda e pautar outras coisas legais por aqui.

Beijos!!!

Razões para amar o street style australiano

Oi, meu povo, voltei, depois de um jejum básico de posts! É que entrei de férias e tava tão, mas tão cansada na primeira semana, que preferi ficar de boa, deitada, descansando e assistindo Netfliz pra voltar com o cérebro tinindo e preparar posts novinhos e interessantes por aqui.

Bom, e abrindo as novas postagens, gostaria de falar sobre a maravilha que é o street style australiano…gente, é chuva de looks inspiradores, e eu poderia passar o dia inteiro enumerando as razões para amar o estilo das australianas, mas vou separar apenas três, porque ainda separei vários looks pra falar com vocês mais na frente:

- não sei se impressão de quem é daqui do Nordeste do Brasil, mas os looks usados o ano inteiro pelas australianas são super usáveis o ano inteiro por aqui. O clima de lá é seco em algumas partes, e não existe essa história de outono/inverno rigoroso, então, acabo por me identificar mais com as bloggers australianas que as de São Paulo, por exemplo, porque né, bota over-the-knee no RN é piada pronta hahahahaa

- os looks tem impacto visual maravilhoso, e mesmo nas semanas de moda australiana a gente não vê gente  “montada” demais, como nas semanas de moda da Europa, por exemplo. Assim, servem de inspiração para a vida real; e, por último

- …a Austrália nos apresentou as melhores bloggers que conheço (Tuula, Gary Pepper, Geneva, Zanita), e uma das editoras de moda mais fuderosas da face da Terra, Christine Centenera.

Esses três motivos já bastam pra gente ter a curiosidade de conferir os looks das meninas from down under, né? Porém, acrescento mais seis que complementam os três lá de cima!

- Na semana de moda australiana, os looks de street style mostram como usar jeans destroyed e jeans + jeans sem muita firula e com estilo:

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- Pra quem tem bode de tomara-que-caia, as aussie girls mostram como usar sem ficar parecendo que faz parte do Bonde das Maravilhas (não que seja ofensivo, mas não é o estilo que procuro quando tento encaixar o tomara-que-caia nos meus looks):

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- Sobreposição? Bastante, e de um jeito que não fica com aspecto de cabideiro, como vejo em semanas de moda européias ou americanas. Gente, olhe que máximo as sobreposições com shorts na parte de baixo, que perfeito pra gente do nordeste!!!

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- Monocromático e “all black gótica fresh”, elas também são mestras nisso:

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- As australianas são campeãs nos looks Oversized sem deixar um aspecto Didi Mocó meats MC Hammer:

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- Em composições mais femininas, as beeshas sabem como ninguém do lema “sexy sem ser vulgar”. O segredo delas é equilibrar o look, da seguinte forma: vestido sexy? make básica, ou penteado básico; short-saia longo? camiseta esportiva. O hi-lo de sempre, usado da melhor forma:

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Fotos: reprodução

Perceberam como as semanas de moda da Austrália rendem mais inspirações que os draguismos das outras do resto do mundo? É óbvio que encontrei alguns looks montados em minha pesquisa, mas foram pouquíssimos; no geral, as australianas são descoladas, e não são fissuradas em vestir tendência em cima de tendência. O resultado dos looks delas é um painel clean, e bastante inspiracional para nós, mortais.

Mas, me digam, gostaram dos looks das “aussies”? Comentem, que super queria saber a opinião de vocês sobre esse estilo mais limpo, menos montado.

Beijos!

Amarelo-Minion, a nova cor da Pantone

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Que marsala que nada, minha gente! A mais nova cor anunciada pela Pantone é vibrante, energética, amigável e divertida, e leva o nome dos personagens mais fofinhos de filmes de animação, os Minions!

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É a primeira vez que Pantone lança um tom que leva o nome de personagem, e a sugestão veio de quem? De Pharrell, o homem multimídia! O Pantone Amarelo Minion, de acordo com a diretora executiva do Instituto Pantone, Leatrice Eiseman, simboliza a esperança, a  alegria e otimismo, e foi sugerida por Pharrell bem no momento em que a Pantone realizava estudos de como a cor influencia o processamento do pensamento humano, emoções, e reações físicas, e de como o consumidor desejaria adicionar cores energizantes em sua vida.

Devo dizer que é bem esse o efeito que o amarelo me causa, uma cor aberta, animada, que tira qualquer look da mesmice, e dá um alto astral quase que instantâneo! O amarelo Minion é um amarelo meio cor da casca da banana madura, sabem, no tom dos Minions mesmo…há tempos comprei um tecido pra fazer uma saia amarela bem descolada, e agora tenho a deixa pra agilizar a peça!

Por enquanto o tom ainda não foi adicionado à paleta da Pantone, mas eu já adianto pra vocês alguns looks em amarelo pra vocês irem se inspirando, porque né, a graça é adiantar as notícias pra vocês já ficarem por dentro do que rola por aí!

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Fotos: reprodução

Shine Yellow!

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