Lace up flats: tô querendo!

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Eu sou uma baixinha bem resolvida, fato. Apesar do meu “metroemeio” amo flats, de todos os tipos: sapatilhas, rasteiras, slippers…a vida vai pedindo que a gente se adapte; afinal, na correria que vivo impossível passar o dia inteiro de salto alto, ia acabar torcendo meu pé, ou lascando o joelho mais cedo ou mais tarde. Salto é elegante, deixa a gente baphônica, mas não dá pra usar direto, não dá mesmo.

E, dando uns rolés pelo Insta notei que um tipo específico de flats vem fazendo a cabeça das meninas ao redor do mundo: o modelo lace up, trançadinho no peito do pé. Acreditem, tá uma febre lá fora, a cada duas fotos de blogueiras gringas que via, pelo menos uma tava com essas flats. Aí nasceu a vontade de ter uma bichinha dessas, principalmente pela versatilidade porque, olha, dá pra usar com tudo, uma maravilha pra minha vida!

As lace ups vão bem com jeans boyfriend (que amo), skinny (amodoro), vestidos, bermudinhas, sainhas…um par desses amplia o leque de coordenações de uma maneira tal, que tranqüilamente eu passaria a semana toda com os mesmos sapatos mudando apenas as peças de roupas, e os acessórios, e garanto: o resultado sempre seria de bons looks.

Pra vocês confirmarem o que tô dizendo, separei alguns modelos de lace ups e looks de street style, que vão dar aquela vontade de passar amanhã na loja de sapato pra adquirir um par pra chamar de seu:

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Fotos: reprodução

Sobre onde encontrar a sapatilha trançada, confesso a vocês que os modelos que mais gostei foram lançados há uns dois dias, na coleção de primavera/verão da Arezzo. Tô por fora de valores, porque só vi imagens pelo snap…só me resta rezar pra não custar um rim, ou outras lojas legais, e mais em conta, lançarem seus exemplares, como a Sonho dos Pés, ou Via Mia.

Por enquanto é pesquisar, e aguardar pra fazer uma compra com bom custo-benefício.

Beijos!

Adooooro! da semana: conforto + elegância

Quem me conhece sabe que não sou adepta da fantasia de advogada pra trabalhar. Isso porque, diferentemente do que os seriados norteamericanos mostram, não existe glamour por trás da profissão: a gente entra em carro alto; anda em calçamento irregular, fazendo malabarismos com as pastas de processo, Ipad, e bolsa com toda a nossa vida dentro; sobe numa secretaria pra tirar xerox, e se o elevador demora, desce de escada mesmo; engancha salto no rejuntes quebrados dos pisos dos fóruns; passa um calor da moléstia; corre de uma sala pra outra quando tem mais de uma audiência no mesmo horário, e por aí vai.

Agora, imaginem se pra coroar com a cereja do bolo tivesse que usar saltão vertiginoso, e tailleur com saia lápis coladésima? Não, não dá, é pedir pra pagar um mico grande a qualquer momento.

Portanto, meninas, roupa adequada pra meu trabalho é bem assim, como o look abaixo:

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Simples, elegante, confortável. Roupa pra bater, de verdade.

Desaposentando os sapatos com bico mais estreito…

…bem, no meu caso eles nunca foram aposentados, mas muita gente torce o nariz para os sapatinhos com bico estreito,  por vezes tão estreito que levaram a pecha de “sapato-de-matar-bara-em-canto-de-parede”. Engraçado, porque sempre achei bonito, e quando me formei a primeira coisa que fiz foi comprar um “scarpin de advogada”, porque eu achava o cúmulo da elegância. Coisas que a cabeça da gente inventa e vira ideia fixa, de modo que até hoje me seduzo SEMPRE que entro em uma loja de sapato, por aqueles exemplares de bico mais fininho. Tenho alguns, e só me sinto arrumada com eles.

E vocês não imaginam como fiquei feliz quando vi nos sites gringos uma vibe de sapatos nesse formato se espalhando pela primavera/verão no hemisfério norte. E a variedade é grande: envernizado, colorido, branco, ou o pretinho clássico,  com salto de metal, e bem alto, sem salto…quando chegar por aqui com força vai ser difícil escolher! #asminapira

Eu gosto mais dos modelos com salto alto do que os rasteiros, e olhando os blogs lá de fora eu não me senti sozinha, porque vi várias meninas usando, e mostrando o efeito que um sapato desse dá no look: tentem visualizar os look das três abaixo com uma sapatilha, por exemplo? Sem graça né? Na verdade, bem normal…

Então, recado tá dado: preparem seus corações, e os bolsos para garantir um nessas liquidações de outono/inverno, porque é certeza de sucesso nas primavera/verão (falou a arrependida de não ter comprado um de vinil amarelo lindo da Vizzano por 30 reais numa sapataria do Centro no começo do ano passado).

VSMT: Tia Alice, dia 17

Atrasadinho, atrasadinho…

A peça Tia Alice da vez não foi feita na máquina de costura, não. Confiram!

Eu dou graças a Deus porque minhas roupas de quando eu tinha 14, 15 anos ainda cabem em mim. A história dessa saia de crochê é justamente essa: tem cheiro da minha adolescência.

Vocês não têm noção de o quanto eu caninguei titia pra fazer essa saia na época, verdadeira pressão! E o resultado foi uma peça feita à mão, e clássica(à sua maneira).

Pra compor o visual, shirt com transparência animal print da Opção,  e sutiã rendado C&A.

Misturei dois cintos(um que eu fiz e outro Renner), tasquei as flats de bico fino Riachuelo na cor coral, e pintei as unhas de Twiggy da Risqué, em uma francesinha fosco/brilho que vou ensinar a vocês no próximo vídeo do blog!

Ah, e  hoje chegou minha so-called máquina de costura. Portanto, se tudo der certo, o próximo VSMT vai ser com peças minhas, hope so.

VSMT: Tia Alice, dia 6

Tô firme e forte no projeto, uma mocinha, mesmo :)

Hoje, usei mais duas pelas Tia Alice: um bolerinho com detalhes de sianinha, e um shortinho.

A estampa desse shortinho tem um historinha: denominada de Toile de Jouy, surgiu da tentativa europeia(precisamente, francesa) de imitar o Chintz, tecido estampado produzido na Índia de 1600 a 1800, e que virou febre na Europa. O chintz também teve sua imitação no Brasil, que foi a Chita, tecido que amo de paixão!

Os detalhes vocês conferem abaixo:

Shortinho também antigo, que quando era mais nova era super folgado, mas agora tá na medida. Flats C&A, bolsa Proenzinha Arezzo, e pulseiras feitas por mim e Titia!

Tamo junto!

Devaneio da semana: calçados Mr. Cat

Ois, meninas!

O Devaneio da Semana na verdade deve se chamar “Devaneios” da semana. E um deles seguiu dica de leitora!

A amiga e leitora assídua do blog, Helena, tava precisada de um sapatinho confortável para o show de Paul McCartney. Sofrida com os calos que o All Star lhe fez em suas andanças por São Paulo, passou eventualmente pela Mr. Cat, e a vendedora lhe indicou essas flats, da linha comfort da marca. Resultado? Amor à primeira calçada vista!

Segundo relatos fidedignos da amygha, o calçado é tão, mas tão confortável que a impressão é de que a gente está descalça. Tinha de conferir in loco, concordam?

Como boa viciada em sapatos, que fiz? Corri pra Mr. Cat em Natal, saber se ainda restava algum exemplar que coubesse no meu enorme pé 34. E o que me diz a antipática vendedora? Não tem, não vem mais, não tem como pedir. Curta e grossa. Desculpe por existir, viu, vendedora atenciosa!

Mas sou valente, como entrei no site da Mr. Cat e vi umas sandálias plataformas lindas, trabalhadas em crochê, ainda fiz mais uma tentativa de comunicação com a moça, perguntando se tinha essa sandália. E ela me disse o quê? Não sei. Talvez venha. E com uma coragem BOPIANA ainda me ofereci pra dar meu telefone quando chegasse 34, no que ela anotou muito a contragosto. É mole?

Mas vamos aos benditos, que é a parte boa do post. Afinal, sonhar não custa nada! E como tenho leitoras de outros Estados, talvez elas tenham mais sorte do que eu, tanto achando os calçados, quanto uma vendedora mais amiga:

Sim, salvo engano as sapatilhas custavam R$ 99,00.

Então Mr. Cat, fica a dica: vou continuar devaneando com os queridos acima, mas perdi um pouco do amor por eles, em razão de uma vendedora nada atenciosa.

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