Pra ficar de olho: broches

 

 

 

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Não tem coisa mais legal na moda que a modernização do vintage, e hoje o post é sobre um acessório que vem sendo repaginado pelo street style: o broche.

Na verdade na verdade, o broche sempre teve um lugar cativo no meu coração, pois meu ícone de estilo, minha tia, SEMPRE usou essa peça, de modo que aqui em casa temos muitos exemplares deste acessório maravilhoso, que tira qualquer look da mesmice. Então, pra mim, broche é atemporal.

Mas, no universo das tendências, me parece que só recentemente o broche retornou com força total, aparecendo nas passarelas (Lanvin, Prada, e Balenciaga são exemplos) e nos blogs de estilo, geralmente de um jeito bem estiloso: enchendo as lapelas de blazers e golas de jaquetas, como mostro abaixo:

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Contudo, esse não é o único jeito de usar o broche, e a gente não pode se limitar tanto quando o assunto é dar nosso toque pessoal às nossas montações, né? Eu, por exemplo, adoro colocar grampos nos broches, e usar como acessório de cabelo, incrementando um coque, ou um rabo de cavalo; gosto de colocar no lenço e jogar no pescoço, ou mesmo pegar esse mesmo lenço e botar no braço, e aí temos um bracelete bem hi-lo, meio grunge, meio chique; também curto colocar uma corrente ligando dois broches iguais, fixando cada um numa gola de uma camisa básica, e aí temos uma espécie de colar…gente, muitas maneiras, muitas maneiras, só deixar a criatividade aflorar!

E aí, cês encaram essa incrementada no look com brochinhos ou pulam? Como já disse, eu tô com os dois pés dentro, amooooo broches, dão muita personalidade a um look.

 

 

Velvet Obssession

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Eita que a imersão nos anos 90 tá grande, viu?! Depois do vestido camisola, vou falar um pouco com vocês sobre o veludo, que de repente pipocou nas passarelas lá fora (Tommy Hilfiger, Alberta Ferretti, Armani,  Gucci, Prada…), e ganhou leitura própria no street style. Digo isso porque as passarelas trouxeram peças mais clássicas em veludo, com forte influência dos séculos passados, e as ruas trouxeram uma versão mais cool, usável, ora puxando pros anos 90, ora com um pé no bohemian, o que, diga-se de passagem, me agrada muito mais.

O veludo pode dar a impressão de que é um tecido difícil de usar mas, como disse, é só impressão. Escolhendo a peça certa, uma cor legal, combinando com os acessórios certos, não tem perigo da gente sair por aí parecendo forro de caixão, no way! E o bacana: uma peça confeccionada em veludo se torna atemporal, podemos passar anos usando, não dá pra se desfazer porque quanto mais os anos passam, mais legal usá-la como uma referência na montação! O veludo não é só tendência, eu considero bem mais que isso, é estilo, quem ama veludo, ama sempre.

Outro mito que é missão desse blog quebrar é o de que veludo só pode usar no inverno, em regiões onde o frio pega de verdade. Desagarrem dessa ideia, dá pra usar de boinha um top de veludo, por exemplo, no nosso inverno nordestino, com um shortinho jeans! Vestidinho curto também! Saia lápis, essa é que dá mesmo! Kimono, esse é que dá, estilo gata do Coachella, com vários colares, camiseta surrada, e shortinho jeans! Lembrem, não existe regra quando se joga personalidade no look, você, seu estilo e seu bom senso é que vão dizer a forma com a qual será digerida a tendência.

Resumo da ópera: se joguem, mas antes vamos dar uma espiadinha nos looks inspiradores que coletei pra dar uma mãozinha na montação com peças em veludo?! Espero que gostem!!!

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Só mais duas coisas: esse kimono rosé, e essa calça pijama cinza, minhas obsessões para o momento!

Beijos,

Rose.

Cropped Ripped Jeans: Quero!

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Não se viu nada mais recorrente nos arredores das semanas de moda do hemisfério norte que o jeans cropped: tinha pantalona jeans “pega bode”(traduzindo pra o popular o termo cropped), calça baggy “pega bode”, skinny “pega bode”…a calça encurtou, fato. Mas, se ela não veio curta de fábrica, com barrinha feita, também não teve problema pras fashionistas: as beeshas pegaram qualquer jeans que tinha no armário e passaram uma tesourada seguida de uma desfiada nele, e voilá! Tem-se uma peça estilosa sem gastar nenhum real pra isso, só tempo mesmo.

Eu, muito fã de reformar minhas roupas, já até selecionei acolá um jeans pra dar essa trabalhada na barra, não posso ver um rastro de peça customizada nos desfiles que já fico me coçando pra começar minha produção. O legal mesmo é que a calça seja aquela mais larguinha na perna, estilo pantalona mesmo(calça boca de sino também), ou a de modelagem reta, estilo anos 90, foi o que mais vi no street style. Escolhida a calça, o corte pode ser feito mais ou menos uns dois ou três dedos acima do tornozelo; para as ousadas, dá pra deixar mais curta a barra na parte da frente da calça e mais comprida atrás, vi alguns modelos assim e achei massa! Compilei umas ideias aqui pra vocês:

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Imagens: reprodução

Ah, e sabem o que achei mais legal de esse tipo de calça ter caído no gosto da galera? É que a tendência vem com um pouco de consciência de consumo. Ora, dá pra trabalhar com o que a gente tem em casa, sem precisar ir a uma loja e adquirir mais uma calça jeans, que, como já falei por aqui, degrada o meio ambiente de forma impactante. Portanto, nada de comprar jeans novo, tenho certeza que, se você não tiver uma calça com modelagem legal em casa, em brechós, e bazares de bairro dá pra encontrar um jeans massa pra reciclar e sair lacrando por aí!

O estilo de Alicia Vikander

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Alicia Vikander é atriz e dançarina, mais conhecida por seu papel em Anna Karenina, onde interpretou seu personagem, Kitty. Com uma beleza bem exótica, a sueca, não demorou muito, chamou atenção da galera da moda (e do muso Michael Fassbender, que é seu namorado atualmente), e não raro aparece em blogs renomados de street style.

Alicia faz a linha mais clean em eventos que não são red carpets, inclusive na maquiagem (usa sempre make leve), e muitos de seus looks facilmente podem ser usados no dia-a-dia de gente normal como eu, como vocês. Seus designers preferidos? Stella McCartney, a rainha minimalista, e Louis Vuitton, marca da qual é new face.

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Já no tapete vermelho ela costuma ousar, usando shapes polêmicos, mas que ficam muito legais nela; bem por isso a atriz deve ter caído no gosto dos fashionistas, porque segura um look não unânime de maneira fodástica. Fazendo pesquisa sobre seu estilo a vi usando vestidos em tecidos nobres com fivelas em couro, um hi-lo maravilhoso!

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O combo camisa e saia dela já tá na minha pastinha de inspiração de looks pra trabalhar, e esse vestido preto assimétrico já tá cotadíssimo pra ser minha próxima peça costurada por titia! Amei!

Estilo em dobro com as irmãs Quann

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Tô postando muito sobre irmã esses dias, né? Talvez seja a saudade da minha que tá me fazendo escrever por aqui tanto sobre o assunto…Freud deve ter uma explicação pra isso, né possível!

Bom, sigamos, o fato é que já dei dica pra vocês sobre as irmãs cantoras que tão no repeat da minha playlist, e agora quero falar um pouco sobre as gêmeas que tão sacudindo o mundo da moda, é só elas chegarem na porta de um desfile que os fotógrafos de street style correm todos para fotografá-las; tô falando de TK Wonder, e Ciprianna Quann, as famosas irmãs Quann.

As meninas, gêmeas idênticas, possuem profissões diferentes: Cipriana, blogueira e co-fundadora do site Urban Bush Babes; TK Wonder, cantora. Nascidas no Brooklin, criadas em Baltimore, as gêmeas possuem um estilo que carrega muitas referências, e é isso que certamente faz todo mundo se voltar para meninas quando elas passam: com elas o vintage se une ao disco, que se une ao estilo oriental, que se mistura ao tropical, que se junta a uma pegada mais moderna. O mais legal: elas podem até usar a mesma peça, mas a leitura que fazem dela é totalmente diferente. Só vendo os looks pra vocês entenderem do que tô falando, épocas se unem e formam um look harmonioso, sem falar nos cabelos BARRA que as beeshas ostentam! As irmãs são ícones de estilo daqueles que enchem nossa pastinha de inspirações!

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Não consigo dizer nada sobre o longo com estampa de abacaxi e as flatforms, apenas sentir…acho o máximo que elas abusam das blusinhas cropped, e dos kimonos (longos ou mais curtos), são peças que amo ter no meu guarda-roupas, e os looks delas abrem meus horizontes sobre como misturar essas peças nas minhas composições.

Vocês já conheciam as irmãs Quann? Me contem o que acham mais legal no estilo das meninas nos comentários, e se vocês gostariam de conhecer mais algumas irmãs que andam causando no mundo da moda, porque tô super fraternal, e queria extravasar mais isso no blog hahahahahahaha #Freudhalpme #sistervoltelogo

Beijos!

Karla Deras, o Capsule Wardrobe, e o Consumo Consciente

Lembram de Pollyanna, aquela menina  que sempre enxergava o lado bom  das situações ruins que lhe ocorriam? Pois bem, eu acho que a gente, principalmente nesse período turbulento pelo qual estamos passando economicamente, tem que ser um pouco dessa menina. Digo “um pouco” porque não dá pra ser 100% otimista; é preciso ter lucidez, e realismo, mas ao mesmo tempo enxergar que algumas lições podem sim ser tiradas de todos os momentos de nossas vidas, sejam eles bons ou ruins. Trazendo essas minhas conclusões para o campo do consumo, eu gostaria de fazer uma pergunta inicial cuja resposta vou discorrer ao longo desse post de hoje: você usa todas as roupas que compra? Só mais outra: você precisa comprar toda coleção que as lojas despejam a cada temporada porque blogueira A ou B postou na seção “minhas escolhas”?

Se a gente parar um pouquinho de viver no automático, guiada pelo Instagram, e raciocinar, vai chegar à conclusão que com algumas peças-chave é possível multiplicar looks, e fazer produções bem mais autênticas que aquela montação fake que a gente anda vendo bastante ultimamente em terras emergentes.

Não vou negar que amo ter opções variadas no guarda-roupas, mas de uns tempos pra cá andei me livrando de muitas peças; desde o começo do ano tenho feito limpezas constantes, doando itens que estavam encostados, e fazendo algumas compras que julgo mais conscientes. Eu tenho uma queda pelo slow fashion, e então o fato de titia costurar tem me ajudado a pensar em que tipo de peça quero no meu armário, e qual estilo quero construir, indo na contramão do ritmo frenético das coleções, e compreendendo o papel que a peça única, pensada, desenvolvida, e concebida só pra mim  desempenha na minha vida.

 Também aprendi nesses meus devaneios sobre estilos que a “montação” não precisa ser tão “montação” assim; me vestir de um jeito legal exige raciocínio, razoabilidade, e não passa por NÃO REPETIR ROUPA. Jamais! Gente, repetir peças de roupa não tem nada de errado, nem ter dinheiro pra comprar roupa toda semana nova também. Afinal, um bom capsule wardrobe consiste em ter poucas peças que se multiplicam nas várias combinações que se pode fazer com elas. Peça legal se repete, mas se reinventa, e uma das blogueiras que prova toda essa minha ladainha (eu amo desabafar com vocês gente, não sei fazer post curto) é Karla Deras, do Karla’s Kloset. A beesha posta looks do dia repetindo peças constantemente, mas coordenando de forma inteligente, e o resultado é uma infinidade de composições que enche nossos olhos e nos inspira.

Fiz uma coleta de looks com peças que ela repete pra gente dar uma olhada, e, principalmente, tomar umas lições de como fazer uma produção legal com peças simples, enxutas, e repetidas.

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A regata branca é um multiplicador de look, fato, e Karla Deras mostra como sair do básico até produções mais elaboradas com a regata branca participando da composição.

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SAIA LÁPIS PRETA

A saia preta é um clássico; um guarda-roupas com várias possibilidades e poucas peças deve ter uma saia lápis, que tranqüilamente passeia do look sexy para o mais esportivo sem problemas. É uma peça versátil, com certeza, e Karla sabe disso:

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CALÇA UTILITÁRIA

Eu sou chocada como Karla Deras consegue dar um toque sexy a uma calça utilitária, estilo cargo. Minha gente, sério, fico desejando essa peça toda vida que ela veste, e ela veste constantemente. Me parece ser uma das peças preferidas da blogueira:

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CAMISA BRANCA OVERSIZED

A camisa branca é outra peça que é muito legal ter no armário, por nos dar várias possibilidades de combinação, basta ter na manga alguns truques de styling: usar amarrada, só um pedacinho dela por dentro da roupa e outro solto, transpassada…ah, você não tem uma camisa branca, nem tá podendo comprar? Olhem do outro lado do guarda-roupas, na parte do boy, você certamente vai achar uma lá pra pegar emprestado e arrasar no camisão oversized, super bombado entre a galera fotografada nos blogs de street style! A da Karla tem uma modelagem maior do que a que ela veste, certamente peça do boy, ou comprada grandinha pra fazer o estilo boyfriend shirt.

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CALÇA OFF WHITE

Essa calça off white em crepe de Karla quase anda só. Com essa peça ela looks mais clean, enxutos, e lindos. A gente tem um costume de achar que calças em crepe são só pra meninas que curtem uma produção mais informal, mas vejam esses looks com top cropped que lindos? O exercício é esse gente, testar várias combinações, adaptações pras peças que temos!

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CALÇA FLARE BRANCA

Ah, a calça flare…por mim eu só tinha calça flare e destroyed…ambas permitem várias possibilidades de looks, e a calça flare branca traz pra composição um quê de clássico, é atemporal. Karla também percebeu isso e quase sempre posta fotos com a calça:

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 Como eu gosto de provar por A + B o que falo (sou advogada, gente, não tem como não ser assim), vamos fazer as contas aqui: a partir de seis peças que enumerei acima, Karla gerou VINTE E CINCO LOOKS, e olhe que ela nem chegou a esgotar as possibilidades dos usos para as peças-chave que enumerei. Então, fica a lição aqui: que tal aproveitar esse período de vacas magras, dar uma freada no consumo exagerado, e fazer economias para fazer compras mais conscientes? Investir em modelagem, pesquisar bem o que vai comprar e se vale a pena comprar? O bolso agradece, a natureza agradece, e a economia também.

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