Do dia: na vibe do Coachella

Começa o segundo fim de semana do Coachella, uma espécie de Woodstock da nossa época e que rende muitos looks maravilhosos com uma pegada bem boho, de encher os olhos de verdade.

Sempre que posso eu posto os melhores looks por aqui, e certamente deverei fazer um post ao fim do festival, mas por hoje eu quis me vestir como se para o Coachella eu fosse, com um look fresquinho, vibrante, e simples. Usei um shortinho jeans de cós alto que já foi calça, uma blusinha cropped, e um maxicardigan, o queridinho do outono/inverno (para os Estados mais frios em tecidos mais pesadinhos e quentes, e pra galera que não tem outono/inverno rigoroso, em malhas mais leves), e certamente da nossa primavera/verão 2016. Prestem muita atenção a ele, porque tanto ele, como os maxivestidos usados abertos prometem virar clássicos das meninas que amam um estilo mais boho. Tô com uma renda linda pra fazer um maxivestido e assim que ficar pronto posto um look pra vocês terem noção de como fica linda uma composição com ele.

Ah, antes que me esqueça o cabelo foi inspirado no updo que Kate Bosworth fez pro festival semana passada. Pirei nele, achei o máximo!

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Ainda aprendo a fazer essa trança pra fora da Kate, que fica dividindo o cabelo. Até agora só acerto raiz, mas valeu a inspiração!

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Fotos: Jefferson Braga

Cropped – Renner

Shorts – Riachuelo

Bolsa – Santa Lolla

Pulseirinhas – eu que fiz

Sandálias – Schutz

Maxicardigan – Tia Alice (encomendas [email protected])

Óculos – Forever 21

 

Batons bons, bonitos e baratos: minha mini coleção Dailus

Todo mundo sabe que o mundo está em crise. Não tá fácil pra Duquesa de Cambridge, vulgo Princesa Kate, que faz muito tempo que usa só roupa baratinha (não que isso seja desonroso, pelo contrário, só mostra o quanto ela é consciente, e diva), e não tá fácil pra gente, que tá longe de morar em um país de primeiro mundo. E se nossa renda atual não comporta um batom MAC, não há razão para comprá-lo, principalmente quando o mercado nacional oferta batons maravilhosos, e  custando um sexto do valor da marca canadense.

Um bom exemplo de marca boa, bonita e barata é a Dailus Color, que cresceu muito de uns 4 anos pra cá, e hoje tem uma linha extensa de batons, com coberturas diversas, assim como a M.A.C, e até uma linha de batom líquido. Minha paixão pela Dailus surgiu exatamente da vontade de ter alguns batons com cores legais, mas sem rasgar meu dinheirinho suado. Comecei comprando três exemplares, muito parecidos com o Saint Germain, Girl About Town e Chatterbox da M.A.C,  hoje tenho  uns onze batons Dailus. Os meus preferidos eu mostro hoje pra vocês, e vou fazer algumas comparações, fazendo as seguintes advertências:

- Os batons Dailus são bem baratos, antigamente comprava a cinco reais, mas hoje eles transitam entre 7 e 19 reais a depender da linha. Ainda assim vale a pena, já que um exemplar da M.A.C, por exemplo, tá custando 66 reais.

- Sim, eles têm um cheirinho diferente (acho que essa é a única reclamação que as clientes fazem deles), mas nada que incomode; gente, são batons de farmácia, não dá pra esperar um Chanel, óbvio! Porém, a cobertura é bem boa, e o cheirinho, quando a gente aplica, não fica lá nos caningando;

- Não, não exijam que esse batom seja um Dior. Ele vale o quanto pesa, como diz o ditado, e é bem digno quando se trata de custo benefício.

Agora sim, vamos ver meus prediletos da Dailus?

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Desse trio, dois eu amo e uso muito: o pêssego, e o nude, que lembram muito o Chatterbox e o Myth, da M.A.C. O laranjinha ainda não usei muito, tô estudando um jeito de usá-lo misturando-o a outras cores, e aplicando com os dedos pra ficar mais natural.

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O segundo trio é composto do Lilac, que amo também, o Pitanga, e o Goiaba. Dos três o que uso mais é o Lilac, ele se parece com o Snob, mas com um fundo mais roxinho. O pitanga (que lembra o Jeffree da Kat Von D, e tem um quê de Vegas Volt, da M.A.C) e o goiaba vão na minha bolsinha de make rápido, que fica dentro de minha bolsa da diária, para eu usar no trabalho e retocar ao longo do dia.

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Nesse último grupo eu coloquei minhas aquisições mais recentes: o batom Uva, pra fazer a linha “Diva” da M.A.C, toda trabalhada no batom marsala; o Pitaya Matte, que é rosa com um fundo levemente lilás, e o batom líquido Basque, que é meio cereja, lindo mesmo. Ah, falando em batom líquido tô aloka do batom líquido, depois faço post falando dele pra vocês!

E é isso, esses são meus prediletos da Dailus, batons que uso no dia-a-dia, e curto bastante, principalmente porque não dói no bolso comprá-los.

Mas me digam, cês curtem uns batons baratinhos também? Quais as marcas que vocês mais gostam? Gosto bastante da Dailus, mas amo a Vult também, porém é assunto pra oooooutro post!

Beijos!

Vídeo da quinta que subiu na sexta: penteados fáceis de verão, parte 2

Oe!!!

Quem aí quer um penteado fácil pra livrar a gente desse calor, ou mesmo pra os dias em que temos um evento para ir, mas não marcamos o salão ou estamos com a grana curta?

No segundo vídeo de penteados de verão (falta só mais um pra terminar a série), vamos de coque trançado, simples de fazer, tranqüilo mesmo!

Toca o play e me digam se gostaram, tá?

 

Lembrando que se vocês tiverem sugestões de vídeo não se acanhem, comentem que vou tentar fazer, ok??

Desejo do momento: Wrap Skirt

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O post de hoje, como integrante da linha desse blog, não fala beeem sobre tendência, mas de um desejo instalado em mim de uns meses pra cá, e que atende pelo nome de saia envelope, ou, como os gringos dizem lá fora, wrap skirt. Vocês não têm noção de como eu tô louca pra ter umas dez saias nessa linha, longa, mimolet, curtinha, enfim, queria rechear meu guarda-roupas, tão vastas as possibilidades de composição que elas me proporcionariam.

Como eu mostrarei pra vocês, a saia envelope pode ter um aspecto mais minimal, corte mais clean, cores mais neutras, como também – e aí fui eu que denominei – um jeitinho “tropical”, e por tropical entendam as saias transpassadas estampadas, com babados nas bordas, bem alegres mesmo. Nas duas facetas que ela tem, não importa, a versatilidade grita, a feminilidade também, e bem por isso esse meu desejo louco de ter mais umas amostrinhas. Eu até já tenho, creio que uma ou duas, uma longa e uma curta, mas super queria uma num tecido mais alfaiataria, e outra mais soltinha, ambas midi, mimolet, como queiram…cada saia dessa dá pra multiplicar em uns 6 looks cada, ou seja, monotonia não existe quando se fala em saia envelope.

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Apenas duas observações: a saia da Karla Deras (a cinza aqui embaixo), e a saia branca do lado direito da de Karla. Pra trabalhar, a montação ia ficar um arraso com qualquer das duas!!

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E essa saia floral, a terceira da esquerda pra direita, marcada com um coração? Viram que comprimento lindo?!! Meu coração nesse momento palpita a 150 batimentos por minuto, só de ver esse look!

Duvido, depois dessas imagens, vocês não terem acendido a luzinha do desejo por saia envelope…acertei? Ou vocês não encaram?

Pra soltar a criatividade: livros interativos

Natal passando, mas as confras de fim de ano e os aniversariantes de dezembro estão aí, e nada mais legal do que presentear quem curte soltar a criatividade com os chamados livros interativos, que estão bombando lá fora faz um tempinho.

Nos livros interativos, o leitor não é mero leitor, mas uma espécie de co-autor, contruibuindo seja para finalizar uma história, seja elaborando listas a partir de sugestões dos autores. Quando li sobre esses livros, eu fiquei encantada, pra não dizer loucona mesmo, e tratei de comprar dois dos mais famosos nesse segmento, e vou falar um pouquinho sobre eles pra vocês.

 

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O livro 1 Página de Cada Vez, de Adam J. Kurtz foi o meu escolhido para 2015. Nele, o autor, designer gráfico, propõe atividades a cada página. No total, são 365 tarefas, ou seja, o livro acaba sendo um diário (como ele mesmo informa no título), só que um diário turbinado, já que dá pra gente pirar muito, escrever contos, desenhar, rabiscar, pintar, colar. Folheei as primeiras páginas e me apaixonei, já tô ansiosa pra começar os trabalhos :)

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 O segundo livro interativo que comprei foi o Destrua Este Diário, de Keri Smith. Foi com a Keri que essa onda dos livros interativos deu um gás, e olha, também já folheei as atividades e cada uma é mais maravilhosa que a outra. Só o subtítulo já ganhou meu coração, porque, lógico, super me idenifiquei. Meu funcionamento vai por aí, minha criação vem muito dos pensamentos esculhambados que tenho. Como esse livro é muito semelhante ao de Adam, decidi não usar simultaneamente. Primeiro vou me jogar no de Adam, e depois no de Keri, que, dado o sucesso do DED, acabou lançando o Termine Esse Livro, super bacana, que difere um pouco de seu primeiro livro porque fornece uma pequena história, seguida de atividades que contribuem para a gente descobrir o final.

Nessa mesma linha, ainda tem o Listografia – sua vida em listas, de Lisa Nola, que nos convida a – como diz o título – criar algumas listinhas sobre determinados assuntos.

De cara amei a ideia de livros que tomam rumos diferentes a depender do leitor, que acabando virando um co-autor, e tô doida pra que vire 2015 e eu possa começar a pirar nas tintas guaches, lápis de cor e colagens. E vocês, leitoras queridas, já conheciam os livros interativos? Alguém aqui já terminou algum? Como ficou? Curiosa pra saber a sensação de preencher esses novos “diários”.

Beijos e Feliz Natal a todos, até tinha me esquecido de desejar por aqui, mas ainda tá valendo, principalmente para que a gente se convide à reflexão acerca dos valores de fraternidade, amor, respeito, e fé (independentemente da religião professada) que me parecem tão escassos hoje em dia. Vamos tentar nos tornar sempre pessoas melhores, essa busca tem que ser incessante.

 

E-reader: qual escolher?

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Desde que entrei no grupo do clube do livro digital no Viber, tem crescido minha vontade de ter um E-reader. Tá, eu tenho tablet, e programas para eu ler meus livros digitais mas, pelo que andei pesquisando, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. E eu sei disso por dois pontos importantes, que nem carecem de pesquisa: ler no tablet cansa a vista, força. Fora que o gadget não é lá uma coisa tão leve e “portátil” (pelo menos o meu, um IPad, pesa na bolsa e dói minha coluna).
Por isso, decidi ir à procura de um leitor para otimizar minhas leituras, e fiquei na dúvida entre 3: o kindle, sem ser o paperwhite, o Kobo básico, e o Lev.

Bom, pra início de conversa, digo algumas razões que me levaram a querer o digital reader: a tela E-ink, que não é LED, nem LCD, que lembra o papel, e não reflete (o que permite leitura em qualquer lugar, a qualquer hora, até de meio-dia numa praia, tomando sol), e o fato de ser fácil de transporte. Os e-reader são pequenos e leves.

Feitas, essas considerações iniciais, confesso que, embora a galera do clube do livro digital seja pirada no Kobo, o reader da Livraria Cultura, pelo que andei pesquisando, me divido entre o Kindle, e o Lev, da Saraiva. O kindle, mais famosinho e da Amazon, apesar de não ter memória expansível por cartão de memória (desvantagem), suporta muitos formatos de arquivo, e tem títulos bem baratos de comprar, no site da Amazon. O Lev, da Saraiva, tem memória expansível, e, segundo dizem, não deixa os livros em PDFs que a gente baixa na net e transfere pra ele zoados (o kindle tira margem, essas coisas). Suporta também mais de um formato de arquivo, porém, se você deseja comprar títulos online, prepare o bolso, porque o livro digital na Saraiva, quando a gente não pega promoção, são bem salgadinhos.

Os dois, numa equivalência de modelos de preços aproximados, são touchscreen, wi-fi, e possuem medidas e peso bem parecidos. Tô bem balançada pelo Lev da Saraiva, mas vou dar mais uma pesquisada sobre a questão dos PDFs. Tenho muitos títulos mesmo no PC, e gostaria muito transferí-los pra um reader, sem que a leitura não fique cansativa, sem margem, etc..

Alguém aí tem algum desses readers, e tem algum comentário a fazer? Tô super na dúvida e doida pra conversar com vocês sobre essa comprinha!

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