Praticidade em forma de penteado: half-up top knot e top knot
Em: Beleza

Quem vive na correria sabe o quanto é difícil lidar com o cabelo, principalmente naqueles dias em que ele não tá disposto a nada. É a diária batalha tempo x nosso cabelo, e, pelo menos no meu caso, o cabelo sai perdendo. Fico doente quando ele tá uma bosta, e faço um rabo de cavalo normal pra ir trabalhar e fico me odiando o dia inteiro. Sim, minha relação é intensa com meu cabelo, passional, eu diria.

Porém, sempre soube, um dia o jogo vira, e ele virou ontem, quando tive uma epifania ao passear pela internet, e achar um tutorial ensinando a fazer o top knot bun, um coque que Lauren Conrad e J.Lo costumam fazer sempre. Oxe, eu, que gosto tanto de coque, por que não tinha me dedicado mais a ele, fazendo variações legais? Então, galera, corri pra penteadeira e acertei o top knot…ok, quero usar isso todo dia, toda hora! É muita praticidade, Braseeel!

Fiquei tão feliz com o top knot, que fui pesquisar uma variação legal dele que também já tinha observado o street style: o half-up top knot, um coque também feito no topo da cabeça, mas usando só metade do cabelo. Se preparem, no verão brasileiro, a gente pode ver bastante. Digo “pode” porque a gente, mesmo sendo de um país tropical, tende a reproduzir o estilo de grandes metrópoles: cabelo liso, pranchadão, ou babyliss grudadão, sem movimento, e sem um frizz sequer, tudo muito igual e sem graça; na moda vejo muito isso, um mais-do-mesmo nos blogs brasileiros, pouca gente imprime um estilo pessoal, faz sua leitura das tendências, o que é decepcionante. Mas boto fé que a galera mais estilosa vai sim curtir, e adotar o half-up top knot como penteado favorito.


O mais legal é que os top knots não servem só para meninas com cabelo de sereia; médios e curtos (exceto cortes tipo pixie, claro) também entram na onda, o que só demonstra a versatilidade do penteado.

E aí, quem anima? Eu já tô amando, e, se vocês quiserem , posso fazer tuto em vídeo, pelo snap ou Youtube, passando diquinhas de como fazer? Que acham?

Vídeo da quinta que subiu na sexta: penteados fáceis de verão, parte 2

Oe!!!

Quem aí quer um penteado fácil pra livrar a gente desse calor, ou mesmo pra os dias em que temos um evento para ir, mas não marcamos o salão ou estamos com a grana curta?

No segundo vídeo de penteados de verão (falta só mais um pra terminar a série), vamos de coque trançado, simples de fazer, tranqüilo mesmo!

Toca o play e me digam se gostaram, tá?

 

Lembrando que se vocês tiverem sugestões de vídeo não se acanhem, comentem que vou tentar fazer, ok??

Do dia: Xadrez + Destroyed

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E o look do domingo começa assim, na voadora e misturando xadrez com jeans destroyed. Já tinha conversado com vocês aqui no blog sobre o jeans destroyed, que ressurgiu ano passado e agora vem mais destruído que nunca.

Esse meu da foto eu mesma fiz, e nem chega aos pés dos modelos que ando vendo, com joelho todo aparente. Mas ainda não tenho essa ousadia toda, talvez mais pra frente, quando eu achar uma lavagem clássica e quiser fazer o contraste mesmo rasgando um pedação do jeans. Com essa minha lavagem dei umas rasgadinhas de leve, discretinhas.

Já a camisa de viscose xadrez, comprei há uns 4, 5 anos numa liquida da Bain Douche e amo de paixão. Ela acompanha o outono inverno de todo ano, e ainda é adequada ao calorão que tá fazendo por aqui, já que a viscose é um tecido bem fluido e leve, gostoso de vestir.

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Fotos Jeff Braga

Camisa Xadrez : Bain Douche; Jeans: ponta de estoque da Riachuelo e customizado por mim; Sapatos: Aliexpress; Brincos: lojinha do Centro; Colar: Renner; Relógio: Casio vintage.

Vídeo da semana: coque bagunçado (esse tal de messy bun)

ALÔ, ALÔ GRAÇAS A DEUS tem vídeo no blog hoje, hein?!!! E é de penteado, dessa vez o tal do coque bagunçado, de boa, relax, bem verão, coisa fácil de fazer, até porque ninguém merece carregar o babyliss pra praia pra ficar enrolando o cabelo, né? Sem lógica total.

O bacana é que, partindo do mesmo princípio do coque bagunçado, fiz mais uma variação, incluindo uma headband na parada. Curti bastante!

Curiosas? Chequem abaixo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=LxtlQkzPflk[/youtube]

UPDATE! Subiu versão Vimeo!

Nesse calor, vá de coque alto(top bun)
Em: Beleza

Muito embora o coque não seja lá novidade, sinto que o tempo muito quente tem mostrado pelas ruas uma mini febre de coque alto, uma variação do penteado, que fica bem no topo da cabeça mesmo; rolou no verão do hemisfério norte, e vem chegando com tudo por aqui, pra aliviar um pouco o calor que a gente vem passando, sem precisar tomar medidas drásticas, como cortar o cabelo.

Eu particularmente adoro coque, seja ele baixinho, centralizado, ou no topo da cabeça, que é o assunto desse post. Só que, quando o assunto é o tal do top bun, curto ele mais descontruído, bagunçadinho, pra quebrar aquele jeitinho de donut. Também fica bacana fazê-lo a partir de um nó, ou uma trança, pra desestruturar, deixar mais espontâneo.

Selecionei algumas ideias pra vocês tentarem em casa, e se tiverem dúvidas, fiquem à vontade pra perguntar, pedir vídeo, etc.:

Pro alto, e avante!

It’s the end of the world, as we know it…and I feel fine.

Só pra tirar uma ondinha com a cara dos Maias, fiz uma simulação do fim do mundo. Escolhi a cor azul como pano de fundo, e segui me arrumando: vestido longo em tons de azul que virou saia, jaqueta jeans, faixa combinando com o combo saia + jaqueta…tá, pode ser uma robertocarlalização grande, mas queria estar ornando com o céu quando ele descesse, ou com a água, se ela viesse em forma de ondas imensas.

Como uma mandingazinha não faz mal a ninguém, escolhi três amuletos: shambala, sal grosso e coruja, escudos que podem vir a servir pra o fim do mundo. Também fiz delineado gatinho, e coque rosquinha, porque o término pode chegar, mas o glamour tem que estar lá, de pé, prontinho pra ser detonado quando tudo desabar, ou explodir, ou se afogar, ou queimar, sei lá. Levei relógio, esperei ansiosamente pela hora exata 11:11 e…nada. O minuto virou, pensei que meu relógio estivesse adiantado, tudo na mesma. Fiz até playlist em homenagem à chegada dele, também não funcionou.

Fotos: Jefferson Braga

Vai ver que, como diria minha falecida bisavó, quem se acaba é a gente mesmo, não o mundo. O mundo vem cavando seu fim desde seu começo, e com uma grande contribuição nossa, a ficha da gente é que tá demorando pra cair. Mas, parafraseando Michael Stipe, tô me sentindo bem.

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