Macetes de “personal shopper” para otimizar as compras. Se joga!

Hoje a gente vai conversar mais um pouquinho sobre compras, captando algumas lições que o personal shopper usa para enriquecer o guarda-roupas de suas clientes.

O primeiro passo, porém, não tem nada a ver com compras, e sim com limpeza geral no armário. Façam do jeito de vocês, mas façam. Acaso queiram dicas específicas, podem pedir por e-mail, twitter(@devaneios_f), e comentários, que eu preparo um post sobre isso.

Mas, vamos lá: feita a limpeza, e organizadas as roupas, é chegada a hora de fazer um balanço, e detectar o que você tá precisando. Tá a fim de adquirir um blazer básico? Uma saia longa? Um par de sapatos novos? Então anote, não é feio, faça uma listinha, e se apegue às dicas abaixo:

Pera, pera, pera que tem mais. Falta o principal, jovens: a velha dicotomia custo x benefício, chave de todo o sucesso das compras.

Para solucionar a questão, façamos algumas continhas: suponhamos eu arrumei meu guarda-roupas, e me dei conta de que preciso de um blazer, basicão, pra combinar com algumas calças e saias que disponho…o que devo me perguntar antes de fazer a Becky em comprar o primeiro blazer que encontrar no caminho?

- Quanto custa? R$ 200,00

- Por quanto tempo poderei usar, e quanto durará a peça? Digamos que 5 anos.

- Com qual freqüência irei utilizá-lo? 2 vezes ao mês.

Vamos ao cálculo:

Preço(200) x Tempo(5) = 1000(total de uso)

Preço(200): Total de uso(1000) = R$ 0,20  é o valor que o blazer custará cada vez que eu utilizar.

Logo(tô me sentindo dando a fórmula da Bhaskara pra vocês, hahahaha):


E pra quem não curte essa matemática toda, tem outro macete fácil: quando a gente olha uma peça na vitrine quase sempre faz um exercício mental, só que muitas vezes é levada por um impulso desvairado, e acaba comprando o desnecessário, chega em casa e vê que simplesmente aquela peça não combina COM NADA que você tenha. Então, pra fugir dessa roubada olhe, saia da loja, vá dar uma volta, refletir, e se realmente for o que você deseja, leve pra casa. Caso essa vontade passe, despreze a peça, ela não merece sua atenção, nem seu rico(e suado) dinheirinho.

É isso, espero que vocês tenham tido a paciência de ler, e caso queiram mais algumas dicas do tipo, só gritar.

Compras internacionais: O maravilhoso mundo da Cosme-de

Esse site pode até ser conhecido de algumas de vocês, mas nunca é demais falar um pouquinho sobre esse site, que é meu preferido para compras internacionais, até mais que o famoso Morangão(Strawberrynet).

O Cosme-de é oriental, assim como seu adversário famoso, porém – pelo menos impressão minha – é mais “sortido” de produtos de beauté. O frete é grátis, e pra usá-lo é preciso ter cartão internacional. Conta no paypal tá valendo também.

Pra fazer o cadastro é bem fácil, e mesmo sem conhecimento fase 8 de inglês, dá pra desenrolar legal. Fiz umas telinhas explicando, são só dois passinhos, e voilá, já pode se jogar nas compras(com moderação)!

Viram? Mas o propósito principal desse post nem é esse…separei alguns produtinhos que achei no Cosme-de, só pra vocês sentirem o drama que é se controlar pra não levar meio mundo. Ah, e detalhe: nunca fui taxada!

OS MAIS VENDIDOS:

LA ROCHE POSAY

BENEFIT

MOROCCAN OIL(esse é o motivo real do post :)):

Notaram que os preços já estão convertidos pra moeda brasileira? Tem melhor?

Então, com moderação, façam suas listinhas de compras e vão lá no Cosme-de(não vão fazer aloka das compras, tá?), porque super vale a pena, já que os preços são praticamente de freeshop.

E para conhecer esse site, e outros mais de compras internacionais, tem esse meu post antigo AQUI.


Outdoor humano? Não, obrigada.

Comprei uma bolsa de grife
Mas ouçam que cara de pau.
Ela disse que ia me dar amor
Acreditei, que horror
Ela disse que ia me curar a gripe
Desconfiei, mas comprei
Comprei a bolsa cara pra me curar do mal
Ela disse que me curava o fogo
Achei que era normal
Ela disse que gritava e pedia socorro
Achei natural

Ainda tenho a angústia e a sede
A solidão, a gripe e a dor
E a sensação de muita tolice
Nas prestações que eu pago
Pela tal bolsa de grife

(Vanessa da Mata, Bolsa de Grife)

“Era uma vez uma mocinha sem amigos e sem namorado, que um dia encontrou a solução para seus problemas: comprar. Comprar roupas e sapatos de marca, sair mostrando suas aquisições por aí, de preferência usando tudo junto e misturado, até em suas idas ao supermercado. Fez “amigos”, arrumou namorado, e parecia estar tudo bem. Apenas parecia.

Começou aos poucos, e terminou de um jeito que todo mundo sabe: o excesso de compras a levou à ruína financeira, e à depressão; chegou o momento em que comprar não satisfazia mais, não preenchia aquele vazio que existia desde o começo em que entrou naquele círculo vicioso, diagnosticado como CBD(compulsive buying disorder)…”

Essa mini-história é fictícia, mas certamente nos porões dos consultórios psiquiátricos é muito mais real do que possamos imaginar. Se tornar um outdoor ambulante não te faz a melhor pessoa do mundo, nem a mais fashion de todas, se que saber. Sair por aí exibindo todas as marcas grifadas no corpo nada mais é que publicidade gratuita; é você, “bancando” a marca, e sem receber um tostão furado por isso. Pelo contrário, do seu bolso sai muita grana.

E é aí que reside o grande questionamento: Realmente preciso adquirir milhões de peças de marca para estar na moda? Preciso sair comprando tudo que vejo feito louca pra ser aceita pela sociedade?

A resposta é meio óbvia: claro que não!


Quem usa grife da cabeça aos pés tem um senso de posse totalmente oposto à noção de refinamento. Muito embora várias peças sejam bonitas, usadas juntas se tornam um conglomerado feio, e brega.

Usar peça de marca dá a falsa ilusão de que você é alguém com elas; porém, elas estampam por todo o seu corpo insegurança, baixa auto estima…você não passa de uma pessoa parte viciada em compras, e parte viciada em grifes. A sensação de comprar algo novo é como uma dose pesada de droga do bem estar putativo, que traz consigo a falsa ilusão de que você é poderosa e está no controle de tudo. E não sou eu quem está dizendo, palavras de profissionais  de psicologia.

Ora, analisemos o ritual de quem sofre desse mal, na compra de um sapato grifado: você não está espiritualmente presente quando paga uma nota num Louboutin. Se estivesse, pararia, e pensaria nos outros 12 pares de sapatos que você tem em casa. Porém não é você que está comandando a situação. Você compra o sapato, e ele passa a morar junto com os 12 que você já tinha. E aí, aquela emoção da compra se evapora. Nesse exato momento, seu espírito afunda. Você se sente vazia, culpada e meio tola por ter uma calça a mais. A lacuna continua lá. A compra não alterou seu dia, nem sua vida. E vamos entrando num processo cíclico, e portanto, interminável.

Eu já tive isso, você já teve isso em alguma passagem da sua vida, querida leitora. Basta se lembrar daqueles dias em que a gente, após um dia cansativo de trabalho disse: eu mereço um sapato novo…a gente vai, e compra. Depois, o vazio. Boa parte das pessoas já experimentou um momento desse na vida, podem acreditar.

Mas quem sou eu para expor defeitos, problemas e deixar tudo isso solto no ar…Vamos pensar juntas em soluções: como não se tornar – ou deixar de ser – um outdoor ambulante? Preciso comprar tudo que vejo pela frente?

Preparei um conjunto de diquinhas que podem nos auxiliar a não cair nessa de compulsão por compras ou marcas:

- Lojas de shopping e de rua nos trazem achados maravilhosos. Muitas vezes suas modelagens são feitas para mulheres da vida real, e não as esqueléticas modelos, que são paradigmas para grandes marcas. Ademais, servem para fazer um mix, equilibrando roupas de grife, e peças criativas achadas “no precinho” por aí;

- A emoção que você sente ao usar um original clássico supera qualquer sensação de usar uma peça “da moda”. Saia à procura de peças vintage(bijuterias também), de acordo com seu orçamento, em brechós. É garantia de preço bom, e qualidade;

- Faça uma geral no seu guarda-roupas, tirando peças que você não usa mais. Faça um brechó, doe, faça a energia circular;

- Bons acessórios dão toque de classe quando adequadamente desenhados para realçar a parte do seu corpo onde eles vão ficar. Nada de sair toda “grifada” por aí. É muito feio;

- Pare de escolher bolsas pelo valor do símbolo de status. Você tem que analisar a maneira com a qual ela completa seu estilo. Faça um mix de bolsas caras e baratas, e mais, procure novos designers, estilistas, aposte numa peça única, diferente;

- AME AS PESSOAS; USE AS COISAS. Para boa entendedora…

- Tire os holofotes de cima de você. Comece a pensar no outro, dê um pouco do seu tempo pra ele, faça algum trabalho voluntário, ou simplesmente seja gentil. Faça alguém feliz;

- Ouse. Faça algo divertido, diferente, inovador. Você vai se surpreender com o resultado;

- Aprenda a querer o que tem. Escreva uma lista de agradecimentos. Não tenha medo de ser brega. Brega é ser mal educado, é gastar o que não tem, é “comprar” amigos. Gaste dois minutinhos da sua vida todos os dias, e escreva 5 coisas que você tem que a deixam feliz: Cabelo lindo, um filho maravilhoso, um bom marido, um bom trabalho, uma amiga do peito, uma titulação, um cachorrinho fofo, uma mãe perfeita…tem tanta coisa, né? Já já você terá um enorme rol, e poderá contar a todo mundo a vida incrível que você tem!

- E se você acumulou dívidas no cartão, ou cheque, procure ajuda, seja em sites de economia, seja indo a um terapeuta profissional. Compulsão por compras vai muito além de dinheiro. É sinal de que tem alguma lacuna na sua vida a ser preenchida, e você precisa ser auxiliada, e descobrir o que falta.

Well, espero que essas dicas ajudem muito, e digo desde já que não quero ser aquela chata que pede pra vocês pararem de comprar. De jeito nenhum! Todas nós temos um pouquinho da moça da foto acima!

Só quero que vocês, leitoras que são umas jóias, não se deixem levar por blogs que empurram um mundo maravilhoso – e inesgotável – de compras, as influenciando, e ao mesmo tempo as fazendo se sentir “menos gente” por não poder comprar uma bolsa Céline, ou um sapato grifado. Vocês são bem mais que uma bolsa estampada com LV por todos os lados: são mulheres e meninas inteligentes, sonhadoras, criativas, que andam tão lindas quanto as “grifadas” gastando menos, e buscando nos próprios guarda-roupas(bem como nos das mães e avós) um jeito de ter estilo único!

Compras do Duty Free: Se joga, amiga!

E agora, a parte mais legal de viajar: parar no Duty Free! Quando eu fui, parei no do Rio de Janeiro, que é muito bom, e no de Ezeiza de ida. Mas o frisson rola no da volta em Ezeiza – que é mega-giga-master-blaster – e no de São Paulo, que é uma delícia de comprar.

Hoje eu mesclei Becky Bloom com Elle Woods, e antes de falar das compras propriamente ditas, vamos esclarecer alguns pontos sobre as compras em Free Shop. É importante ficar sabendo de algumas regras, para não pagar mico, e acabar deixando as novas aquisições – e conseqüentemente, seu rico dinheirinho – para trás no decorrer da viagem.

- Sobre cotas para embarque: estas não existem, pois suas compras ficam dentro da cota do exterior, que não leva em conta roupas e objetos de uso pessoal. Bom consultar antes os limites alfandegários do país de destino, para não se dar mal;

- No desembarque, o valor máximo de compra, POR PASSAGEIRO, é de US$500,00, utilizados em uma única notinha de venda. Além desse limite de valor, temos limitações de produtos, ou seja, só podemos trazer, por pessoa:

- 24 garrafas de bebidas alcoólicas, sendo 12 de cada categoria;

- 42 unidades de Red Bull(passo);

- 25 unidades de charutos ou cigarrilhas(passo também);

- 250g de fumo preparado para cachimbo(arghhh);

- 10 produtos de perfumaria(isso incluído perfumes e cosméticos);

- 3 unidades de relógios, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos.

O que mais interessa, portanto, é a restrição de quantidade no que diz respeito a produtos de perfumaria, pois, no meu caso, sempre ficava contando mentalmente quantos produtos poderia trazer – no máximo 10 – super pouco para quem vai para o Free Shop pensando única e exclusivamente em renovar o estoque de perfumes e cosméticos.

Vejam bem: o ser humano compra 4 batons, 1 blush, 1 base, 1 rímel, 1 pó, 1 hidratante, e 1 perfume…acabou-se o que era doce(ou o que era cheiroso). Para minha alegria, essa cota dobrou porque fui com o bofe, e como ele não comprou muita coisa(basicamente bebidas e perfumes pra ele mesmo), a cota ficou mais ou menos livre pra trazer umas coisinhas que eu já queria(levei anotado pra não perder foco), e ainda algumas encomendas da galera. Deu demais. Fora que foram 4 paradas, portanto, poderia levar até 80 produtos!

Além destas restrições, ainda temos mais algumas, desta vez da ANAC. É que para o transporte de substâncias líquidas em bagagens de mão, incluindo gel, pasta, creme, aerosol e similares, em vôos internacionais, inclusive em seus trechos domésticos ou que utilizem o salão de Embarque destinados a vôos internacionais, algumas imposições são feitas:

- Todos os líquidos devem estar em frascos individuais com capacidade de até 100ml;

-Todos os frascos devem estar acondicionados em uma embalagem plástica transparente, vedada, com capacidade máxima de 1 litro ou até 20cm x 20cm, que deve ser apresentada durante a inspeção de embarque;

- Medicamentos que precisem ser consumidos durante o vôo, deverão estar acompanhados de receitas médicas;

- Alimentos de bebês ou líquidos de dietas especiais serem consumidos durante o vôo, devem ser apresentados durante a inspeção de bagagem;

    Ficaram tensas, né? E agora? Vou comprar horrores de Victoria’s Secret e fracionar em frasquinhos de 100ml? Calminha: os líquidos comprados no Free Shop podem exceder os limites acima, desde que dispostos em embalagens plásticas seladas e com o recibo de compra com a data de início do vôo. Todavia, não tá garantido que o país de destino da viagem vai aceitar, bom consultar antes, tá?

    Outra dica para não pagar mico, é deixar as sacolinhas do Duty Free lacradinhas até deixar o aeroporto, às vezes aparece um chato que vem questionar, nunca se sabe…

    Revisada toda essa exaustiva lista, deixa eu narrar minha história.

    In fact, até que comprei pouca coisa, procurei manter foco, e só perdi a compostura mesmo na loja da VS, pois tudo é no precinho e você se abestalha mesmo. O grosso de minhas compras de Free Shop era mesmo bebida(para o casamento/encomendas/presentes), chocolatinhos, e outros produtos pra dar de presente, e encomendas. Comprei pra mim pouca coisa, quando se fala em Free Shop, até porque sou fã das compras internacionais pela internet, e já compro muita coisa por esse meio, e sai quase o mesmo valor.

    Dividi as minhas compras em 4 fronts, para detalhar tudo, tudo:

    Primeiro, vamos às compras de MAC: nem me importei com a MAC de ida, porque já tinham me dito que a MAC de Ezeiza é bafônica, e querem saber: as brasileiras tinham levado QUASE TUDO no domingo! Quando fui na segunda-feira, restavam apenas 3 itens da coleção Wonder Woman(dois pigmentos e um gloss)…triste fim. Comprei para mim 2 blushes, um da coleção Quite Cute, e o outro o Dollymix velho de guerra, um blot, e dois batons: um que lembrava o Viva Glam Gaga II, sugestão do vendedor, e o outro da Quite Cute também. Não me empolguei pra fazer uma festa maior, sei lá, não sou tão MACmaníaca, talvez se fosse mais fã teria pirado, ou se tivesse elaborado uma listinha mais precisa de MAC, mas vá lá, outras oportunidades terão. Tudo somou 92 dólares.

    Adquiri dois pós da Shiseido(o azul escuro 18 dólares o refil e o azul claro, 21 dólares o refil), que são tapa-reboco, super dignos, um blush Bourjois que tem a cor liiinda, e ainda a base Diorskin Forever(acho que 43 dólares), rainha dos comentários positivos pelo mundo da maquiagem. Acertei a cor no tato, Thanks God.

    Como sou aloka dos perfumes, trouxe mais dois pra casa: um Tommy Girl (que veio num combo, dei o outro a mainha) e o Lily do Marc Jacobs. Sou meio infiel a perfume, pra mim cheirou bem que mal tem…pra não perder a compostura e levar grito de Titia, que diz que não tem mais onde guardar perfume, mantive a discrição.

    E por fim os Victoria’s Secrets velhos de guerra: trouxe muita coisa, mesmo, tem uma loja só da VS no Ezeiza, enorme, você perde os sentidos, é um perigo…foi o que aconteceu comigo…mas enfim, perdoem este deslize Becky Bloomístico, cada produto desse ficou entre 9 e 11 dólares:

    Mesmo estando quase o mesmo preço do Brasil, como eles estavam na minha frente, comprei meu xampu e meu condicionador da L’Occitane(17 dólares cada), que fiz a resenha aqui, e que Meire, do Salada Médica, fez o melhor review já visto na blogosfera!

    Ah, e ia me esquecendo: o Free Shop de Sampa é muito bom, e o melhor, converte logo em real os valores pagos(evitando assim o temido IOF), e ainda divide em sete vezes. Bom, né?

    Well, essas foram as minhas compras pelo DF…alguém aí já se jogou com força nos FS? Me contem, que preciso de dicas, inclusive de produtos para comprar por lá!

    Compritchas + Achado: combo C&A/Marisa

    Depois que achei pecinhas maravilhosas e no precinho lá na Marisa, a loja já virou minha entrada obrigatória quando vou ao Shopping.

    Dessa vez, em passei por lá e pela C&A, e achei muita coisa legal, pena que não poderei mostrar tudo aqui porque tem outro post meu, no blog La Isla(onde sou colaboradora), mostrando o resto das comprinhas que fiz por lá, cujo tema foi animal print.

    Mas, vamos às compras remanescentes?

    Atire a primeira pedra que nunca se enfureceu pelo fato de as fast-fashion do Brasil nunca mandarem cardigans pra Natal…eu fui uma delas, e logo que vi esse na C&A, apesar de ser G, tratei de levar, porque ele tem uma manga fofinha, uma coisa meio preppy, o tecido é realmente bom, e nunca se sabe quando ele voltará a ser vendido em terras quentes…

    Já essa calça, levei porque é super pra bater; em tom neutro, serve para todas as ocasiões, e passa do chic ao despojado com uma virada na barra. Bom, né?

    E essa pashmina, que dá o toque nos dias mais frios em qualquer look que seja caído? Verdadeiro achado, principalmente pelo precinho, amigo de todas nós!

    E Radar/Rose, perambulando pela see and ei, achou uma coisinha que pode interessar à muitas das amigas: uma bolsa de couro legítimo, Chloé Marcie inspired…só não lembro o preço, mas ficava entre cem e cento e cinqüenta reais:

    So, this is it, babes, espero que tenham gostado!

    Aviso às viajantes!

    Hello Gals!

    Hoje a gente não vai falar de moda ou beleza…pelo menos não diretamente.

    É que tenho recebido sugestões das leitoras para explicar as novas regras estabelecidas pela Receita Federal, no caso de compras feitas no exterior.

    Então, hoje meu lado Becky Bloom vai ficar de ladinho, para ser substituído por: Elle Woods!

    Não muda muito, né? Rsrsrsrs.

    Vamos lá?

    O nosso leão resolveu amansar um pouco e publicou, em 03 de agosto de 2010, a Instrução Normativa 1.059, que dispõe sobre os procedimentos de controle aduaneiro e tratamento tributário aplicáveis aos bens de viajante.

    E o que isso quer dizer, pelamor?!

    Significa, meninas, várias coisinhas interessantes, que respondo abaixo:

    Até quanto podemos gastar?

    O viajante que chega ao país de avião ou navio pode trazer no máximo US$ 500 em compras.

    Quem vier por estradas ou rios, o limite cai para US$ 300.

    Se as compras ultrapassarem esses valores, o passageiro tem de pagar o imposto sobre importação e uma multa.

    Há limite de quantidade?

    Sim. A IN estabelece as seguintes quantidades, para alguns produtos:

    - 12 litros, no caso de bebidas alcoólicas (casamenteiras, fiquem de olho!)

    - 10 maços de cigarro(argh!)

    - 25 cigarrilhas ou charutos(argh!, duas vezes)

    - 3 unidades de equipamentos eletrônicos (máquinas fotográficas, aparelhos de DVD, Ipod, Ipad, celulares, etc).

    - Para qualquer outro bem, que não os acima enumerados, e com valor inferior a dez doletas, é permitido trazer 20 unidades no total, desde que não haja mais de 10 unidades idênticas.

    Porém, objetos de uso pessoal não entram no limite de compras, e nem precisam ser declarados na chegada ao país. São eles:

    - Um relógio no pulso

    - Um celular no bolso

    - Uma máquina fotográfica com as fotos da viagem

    - Roupas e acessórios

    - Instrumentos musicais

    - Adornos pessoais

    - Produtos de higiene e beleza.

    - Baterias e acessórios em quantidades compatíveis, carrinhos de bebê e equipamentos de deslocamento como cadeiras de rodas, muletas e andadores também entram na lista.

    Mas vem cá, Rose, toda vez que viajar vou ter direito à isenção?

    Sim, desde que cumpridas as determinações acima, e ainda, desde que as viagens sejam mensais, porque o direito à isenção só pode ser exercido uma vez a cada intervalo de um mês.

    Outro ponto legal é que, antes de embarcar, o viajante não precisará mais fazer a Declaração de Saída Temporária de produtos estrangeiros que está levando. Hoje essa medida é considerada pela Receita como excesso de burocracia.

    Então, amores, é isso. Espero que eu realmente tenha tirado todas as dúvidas, mas se ainda não me fiz clara o suficiente traduzindo a Instrução Normativa da Receita Federal, encontro-me, como sempre, à disposição para esclarecimentos, seja por e-mail, seja pelos comments!

    Beijinhos e amanhã não percam na Band Natal o Programa Band Mulher, que rola às 14:00 horas sob a apresentação da Ju Cavalcante, no qual euzinha serei uma das entrevistadas!

    Ps: Como lembrado por nossa leitora Andreia, as regras só valem a partir de 1º de outubro, tá?

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