Comprando o vestido de casamento na China

Abdress

Até que enfim, a série mais esperada de posts do blog (pelo menos é o que pedem pelo Insta) começa agora!

Vou iniciar a categoria Bridezilla com dicas para as noivinhas que querem comprar o vestido de casamento direto da China. Posso falar sobre esse assunto com bastante autoridade porque fiz muita pesquisa de modelo, de qualidade, e me acho na obrigação de passar detalhes, vez que achei bastante lacônicos os posts sobre o assunto em blogs especializados.

Preparadas? Então, senta que lá vem a história.

Primeiramente, ao decidir comprar o vestido de noiva lá do outro lado do mundo, é importante ser maceteada em compras online, e ter inglês afiado; caso contrário, peça a alguma madrinha, ou parente, ou amiga que tenha essas duas aptidões, evitando assim passar por aperreios pré-casamento.

Sobre os sites para a compra do vestido, só indico um: o SUPERBWEDDINGDRESS. A razão? Preço honesto, vendedora atenciosa (a famosa Cady), prazo de confecção e entrega devidamente cumpridos, modelo idêntico ao pedido, acabamento impecável, e tecidos de boa qualidade. Não, não indico Aliexpress, porque os vendedores são variados, e as chances de se decepcionar com uma compra de vestido de casamento lá é grande; mesma coisa digo do Vogue Season, e do Ebay. Fora o Superb, indico com ressalvas o Jasmine´s Bridal Shop(link AQUI)…digo com ressalvas porque não testei, mas ouvi falarem muito bem dessa loja, dizem que produzem réplicas de Vera Wang perfeitas, com um precinho mais salgado que o Superb, mas ainda assim honesto, porque ninguém merece os preços praticados no Brasil dos vestido de noiva, não mesmo.

Enfim, voltemos ao Superb, que tem essa carinha:

SuperB

No site, a gente tem a opção de comprar os modelos que eles disponibilizam por lá(são muitos, pode se preparar para uns 3 dias olhando, olhando de novo, escolhendo, anotando as referências), naquele esquema pôr na sacola (add to chart), tão conhecido das compras online, e ainda pode pedir diretamente por e-mail um modelo que a gente goste, e não esteja lá no mostruário. Fiz dois orçamentos por e-mail com a Cady de uns vestidos que tinha armazenado no PC antes de escolher meu modelo diretamente do site, aquela dúvida que toda noiva tem. Acabei decidindo por um vestido do Superb mesmo, na parte dos vestidos modelo 2014, esse da imagem abaixo:

MODELO

Dica: quando for pedir o modelo, não fiquem mudando o tempo todo, nem perturbando demais a Cady, acho que a gente tem que fazer a encomenda já bem decidida, pra não dar M no final, porque ela pode passar batida em algum e-mail em que vocês tenham acrescentado algum detalhe na encomenda do vestido, por exemplo, acontece. Portanto, tentem ser claras, objetivas, pra não rolar decepção depois, uma vez que essa galera recebe encomenda do mundo TODO, e já acho que eles são bem atenciosos pra o volume de pedidos que recebem diariamente. Vamos ajudá-los a nos ajudar, porque se a gente fica sem o Superb, cabou-se o sonho do vestido bom e barato.

Escolhido o modelo, é feito o orçamento, e ainda é perguntado se você quer com véu e anágua. Como o preço ficou muito bom com mais esses dois itens (uns 870 reais), pedi o pacote completo, e deixei pra decidir se ia usá-los no dia do casamento(e usei). Esse valor incluiu frete também, que é aéreo, via DHL, um modo bem seguro de transporte, e rápido também. Porém, pelo amor de Deus, peçam com antecedência, no mínimo 4 meses antes do casório, por precaução. Eu pedi dois meses antes porque sou segura – e kamikaze – quando se trata de compras internacionais. Sou o macete em pessoa, não façam o que eu faço, só o que eu digo.

Voltando à compra, a negociação foi feita toda por e-mail, e, fechado tudo, Cady mandou um invoice do Paypal com a quantia que eu deveria pagar. Daí, só fiz entrar no meu cadastro do Paypal, fazer o pagamento e pronto, tudo certo para começar a produção. Tão logo pago o vestido, Cady mandou um formulário para preenchimento com minhas medidas; se o pedido tivesse sido pelo site, eu teria à disposição um guiazinho como esse abaixo dizendo as medidas que eu deveria preencher:

como_medir

Após o envio das medidas, o prazo em média para confecção é 20 dias, e para o vestido chegar até você leva no máximo uns 15, lembrando que, como é feito por DHL, aéreo, a gente tem que pagar as taxas no Brasil, porque eles fazem tudo certinho, declarado e tals. Paguei uns 250 reais salvo engano, e esperei eles liberarem meu vestido.

E quando chegou, meninas, foi emoção! Ele vem tão compactado, que a gente não acredita que lá no pacote tenha vestido, anágua de armação, e véu, é uma coisa meio China in Box hahahaha!. Quando abri, e o vestido “pulou” do pacote, fiquei impressionada: tudo impecável, acabamento, tecido, o corset extremamente espartilhado, que só vocês vendo mesmo pra acreditar no que tô dizendo….tirei umas fotos com resolução boa pra mostrar:

dress_details

Se ele se parecia com o modelo escolhido? Vejam com seus próprios olhos:

weddress

Fiquei muito satisfeita, mesmo, principalmente porque não precisei ajustar nada, ele vestiu como uma luva em mim, uma coisa maravilinda de Deus mesmo!

Logo, noivinhas que querem comprar o vestido da China, vão sem medo do Superb, porque eles são super honestos. Caso vocês queiram dar um passeio já pelo site, vou colocar o link logo abaixo, e também o link do meu vestido, para as que curtiram o modelo:

Link para o Superbweddingdresses: clicar AQUI.

Link para o meu vestido no site acima: clicar AQUI.

Agora, está dada a largada para todas as dúvidas de vocês, sinto que esse vai ser o post mais comentado de 2014. Fiquem à vontade para perguntarem o que quiserem!

Vem do Oriente pra mexer com a gente: Kimono

Óbvio que não poderia deixar de parafrasear o maravilhoso grupo É o Tchan(sou cult, mãe hahaha) pra falar da terceira peça mais queridinha do momento: O kimono. Digo “terceira peça”, porque ele vem por cima das composições (saia/blusa, calça/camisa, regata/shorts) incrementando o look, e substituindo, de uma maneira muito estilosa, as jaquetas e cardigãs nesta primavera/verão.

Quando começou essa nova onda eu não sei, creio que na primavera/verão passado(de forma bem tímida), mas vi primeiro as meninas que fazem a linha boho usando (Nicole Ritchie, por exemplo), e não demorou muito, todas passaram a usar agora. E eu desejo, ah, como desejo ter um kimoninho barra pra orientalizar o combo jeans/camiseta.

Tá, mas vamos ao que interessa, como usar o kimono. Não há muitas regras para usá-lo, mas pra não ficar clichê quando eu digo que o bom senso é seu guia, o kimono solto cria um certo volume.

Rose, mas a terceira peça, teoricamente, não vem para verticalizar a silhueta? Esse é o ponto, a pergunta já fala, “teoricamente”. Como o kimono tem um corte que abre lateralmente, uma manga quadrada que cria um certo volume, a dica que fica é que, para as mais cheinhas, a cintura seja delimitada com a faixa do kimono(obi), ou com um cinto, como na imagem acima. Se optar pelo cinto, que seja da cor que mais predomina na estampa, pra não chamar muita atenção para as gordurinhas a mais.

Na prática? As meninas que nos inspiram nas ruas ilustram muito bem como usar a peça:

Imagens: reprodução

Ideias de usar não faltam. Tão esperando o que pra orientalizar o look?

Capsule wardrobe: o que come? Onde vive? Como se prolifera?

Não, não é uma chamada do Globo Repórter, mas bem que poderia, até pra gente saber mais sobre esse trocinho que eu soube o que era um dia desses, e que facilita demais nossa vida.

Acho que vocês devem estar lembradas de um dia, em um dos posts sobre organização do guarda-roupas(esse daqui) eu ter prometido falar um pouquinho sobre capsule wardrobe. Tá, faz um tempo da bexiga, mas antes tarde do que mais tarde ainda, não é verdade?

Pois bem, vamos ao que interessa.

Capsule wardrobe, traduzindo ao pé-da-letra significa “armário capsula”. Na mesma né? Bem o capsule wardrobe consiste, basicamente, em organizar as roupas em pequenos grupos que combinam entre si, reduzindo, portanto, o nosso tempo de procurar por pecas no armário que ornem umas com as outras. O resultado é matemático. Vocês se lembram da análise combinatória? Pois bem, essa é a lógica do capsule wardrobe, que pode ser organizado para a semana inteira de trabalho, para certas ocasiões especiais, ou para viagens, por exemplo.


Mas, na prática, como é esse babado?

De antemão já digo que o babado não é fácil no começo, não mesmo. Requer paciência, mas quando a gente pega a prática, o negócio facilita nossas vidas. Fiz uma listinha de dicas pra ver se vocês se empolgam, e me contam depois se deu certo.

Simbora!

1 – Os grupos de peças podem ser compostos de 5 a 12 itens, por exemplo. Com essa quantidade, dá pra se chegar a vinte, ou até mais combinações;

2 – O capsule wardrobe pode ser separado por ocasião: lazer, viagem, trabalho…;

3 – Tente equilibrar, na quantidade de peças escolhidas para formar o CW peças neutras e coloridas, nem muito da primeira turma pra não cair na monotonia, nem muito da segunda pra não cair no exagero visual;

4 – Peças básicas e clássicas são muito bem vindas no CW, amplia o leque de possibilidades na análise combinatória de looks;

5 – Procure harmonizar as peças da CW, evite que elas “briguem” entre si;

6 – Não repita a peça no mesmo grupo, exemplo, duas calças pretas. Se a ideia é ampliar possibilidades, não há razão para colocar duas peças parecidas no mesmo lugar;

7 – Outra dica bem válida é ir fotografando os looks no espelho e ir arquivando, mas só se vocês tiverem com paciência e tempo giga;

8 – Agora, a prática mesmo: pra começar a criar sua CW escolha três peças, consideradas básicas: blazer ou cardigã ou jaqueta, uma saia, e uma calça;

9 – Depois, mais três peças da parte de cima do look que combinem com o trio acima. A regra aqui é dar uma variada: uma camiseta, uma blusa clássica lisa, e outra estampada;

10 – Escolha ainda um vestido, ou um conjunto(esse dá mais possibilidades, já pode se descoordenar para combinar com outras peças);

11 – Além disso, e pra concluir com sucesso a missão, vamos aos calçados e acessórios. Selecione colares, pulseiras, ou cintos que combinem com o grupo formado, e escolha dois calçados, um mais clássico, e outro à sua escolha.

Pronto, formado nosso primeiro capsule wardrobe. Vamos ver como ficou a escolha das peças?

De cara, com as oito peças acima, montei mentalmente umas vinte combinações. Massa né?

Resultado: capsule wardrobe vale muito a pena, tô doida pra montar com minhas peças, mas só quando elas forem desencaixotadas da mudança porque tá osso, tô visualizando nada que eu tenho!

Pra não pagar mico na costureira: miniaula sobre tecidos

Esse post originalmente foi feito por mim para Sandrinha, do blog Fashion Food and Arts, que inclusive o publicou semana passada. Mas, como vocês pedem muito que eu explique algo sobre tecidos, resolvi reproduzir por aqui, a assim tentar tirar algumas dúvidas pelos comentários.

Eu considero essa humilde e rasteira explicação sobre os tecidos de utilidade pública, pois assim a gente não fica tão na dúvida na hora de comprar material pra costureira fazer aquela peça bapho que a gente tanto idealiza e quer fazer.

Quero deixar claro aqui que não sou tão a favor de que a gente mesmo compre tecidos pra levar à costureira; desaconselho, pelo que passei a minha vida inteira escutando de titia: a cliente não sabe a metragem pra uma peça, a vendedora manda pouco tecido, e quando chega na costureira quer que ela faça milagre com um pedacinho de pano.O ideal é deixar que ela compre, porque só ela sabe o que fazer, como fazer, e quanto ela precisa pra fazer, né mesmo? A César o que é de César, só compre se você tiver conhecimento da metragem correta pra determinada peça. Caso contrário, deixe isso pra própria criadora, tá?

Todavia, vamos lá, esse post é pra ensinar um pouquinho sobre os tecidos, e para tanto, separei alguns que tenho aqui em casa pra mostrar pra vocês.


Laise/cambraia bordada: muita gente chama o laise de cambraia bordada. Na minha opinião, é um dos tecidos mais lindos do mundo. Trata-se de um algodão leve, vazadinho, bordado. Geralmente o metro dele é bem salgadinho, também pudera, um trabalho artístico desses, de bordar uma peça inteira, não deve custar barato, mesmo.

Chamois: é feito com qualquer matéria-prima acabada em flanelagem. Parece um veludo, uma camurça, só que fininho, fluido. Dá pra usar no calorzão, pois é leve.

Chambray: O chambray é tipo um jeans, só que bem mais levinho. Isso acontece devido ao ligamento tela de gramatura média. O chambray, na minha opinião, dá de capote no jeans, pelo menos pra nós mulheres. Por ser mais leve, deixa nossa pele respirar.

Cetim: o cetim é assim chamado por ser uma homenagem a Zaitum, região da China de onde o tecido se origina. É brilhante, de seda, com trama fechada, parece catarro em parede(retirado a pedido de leitora que sabe tudo, mas não sabe brincar). O segredo na compra do cetim é identificar o cetim bom, do ruim. O fosco – e com stretch – é o mais delicado, mais bonito, e mais caro. Portanto, amiga, se você quiser usar uma regatinha de seda ou cetim, compre um cetim bom, pra não ficar parecendo que rasgou as vestes do palhaço Facilita e fez uma “regatxeeenha-tendência”.

Malha flamê: que não se lembra das camisetas e regatas “podrinhas”? O tecido não parecia um “arranhado” “amarrotado”? Aquela é a malha flamê, gostosa de usar pra caramba.

Lycra®:a lycra é bem conhecida. Geralmente utilizada para confecção de bíquinis, é patenteada pela Du Pont, e pertence à classificação genérica elastano das fibras sintéticas (conhecida como Spandex na América do Norte). Conhecida por suas propriedades de alongamento e recuperação enobrece tecidos, adicionando novas dimensões de caimento, conforto e contorno das roupas. É a rainha da moda praia, justamente por ser resistente ao sol e água salgada, e retendo sua característica flexível no uso e com o tempo.

Linho: tecido rústico, de fibra vegetal surgida do talo do linho. Acho babado uma calça de linho, muito elegante, tipo peça-chave de qualquer guarda-roupa, sabem?

Liganete: A liganete lembra muito a viscolycra, não fosse ela mais fininha, com mais caimento, menos elasticidade, geladinho, e com toque mais seco. A diferença no toque é marcante, a gente identifica logo a liganete da viscolycra.

Renda de algodão: como não poderia deixar de ser, a onda de utilização de matérias- primas naturais também contaminou a confecção de tecidos, e tem sido muito freqüente a venda de rendas 100% algodão. Acho mais bonita que a renda mista, já que a peça fica com jeito de regional, e fosca.

Renda sintética: A renda é aquele tecido vazadinho, que tá na boca do povo ultimamente. A sintética não tem, ou tem pouquíssimo – algodão na sua composição. Seu toque é seco, e ela às vezes tem um pouco de brilho. Culpa da linha com a qual é tecida. É a mais comum.

Tafetá: Feito de seda ou poliéster, era utilizado antigamente para forro, e agora foi pra o lado de fora das peças, sendo utilizado para fazer vestidos de festa e afins. O primo-irmão do tafetá é o xantungue, mais grossinho e utilizado para peças mais estruturadas. Na língua persa, a palavra entrelaçar ou tecer, se dizia “Taften” e depois “Taftah”. Esta terra, juntamente com a China, é considerada um dos berços da seda e dos tecidos.

Seda mista: A seda mista é infinitamente mais barata que a seda.  Justamente por ser mista(acetato+viscose), bem sintética, toque seco, e um pouco mais durinha, o caimento de certas peças pode ficar comprometido, dependendo do fabricante. Algumas pessoas a conhecem por “toque de seda”, mas o certinho é “seda mista”.

Tricoline: Confeccionada com fio 40×40, e, por isso, tem o toque mais delicado que o da popeline, apesar de seu aspecto ser bem semelhante a este tecido. Sobre a popeline, bom saber que ela é um tecido feito com algodão, com fio mais grosso e, portanto, com o toque um pouco mais áspero que a tricoline.

Viscose: A viscose é um tecido fabricado à base de celulose regenerada. Macia, absorvente e de bom caimento. A gente pode ver a viscose em vestidos longos, saias longas, shorts, saídas de praia, camisas…é um tecido muito versátil!

Viscolycra: Como boa palavra composta por aglutinação, a viscolycra é a junção da viscose com a lycra, certo? Errado, a viscolycra nada mais é que a fusão da fibra de elastano com o fio da viscose, formando aquele tecido fluido, elástico, geladinho, gostoso de usar…e que pede um corpo em forma quando a peça é ajustada, já que denuncia todas as nossas celulites e gordurinhas localizadas. Prefiro para peças amplas, como saias longas, vestidos que não marquem o corpo, cozy, coisas assim. A melhor viscolycra é a que não cria bolinhas, e é chamada de viscolycra “fio torcido”.

Musseline: O musseline é um tecido levinho, transparente, com toque macio e fluido, desenho tafetá, fios de seda, com torções elevadas. Algumas musselines são chamadas de crepe chiffon. Esse meu tecido eu acho massa, porque de um lado é opaco, e do outro, tem uma camada glitterizada discreta, na verdade parece um brilho molhado, ainda não tenho ideia do que farei com esse tecido, talvez uma regata dupla face.

New Spam: Sabe aquele blazer chique, de corte bacana, sem ser grosseiro ( por grosseiro entenda-se terno com jeito de recepcionista de clínica, nada contra a classe, e sim contra o uniforme)? É o new spam, perfeito para peças em alfaiataria, já que segura a modelagem de peças do tipo. E o preço é muito bom.

Sarja: a sarja é um tecido trançado de fio penteado. Popularizada pela utilização em fardamento militar, passou a ser usada para confeccionar vestidos, calças flared, ternos, só que com fibra mais leve. Gosto de uma variação da sarja, a sarja acetinada, que tem um toque macio, parecido com o de uma camurça.

Piquet: o piquet parece um brim, só que tem uns losanguinhos em alto relevo. A gente costuma ver em peças de criança, mas recentemente a Dress To confeccionou vários vestidos em Piquet. Fica bonito, dependendo da espessura dele, já que tem uns bem grossos, impossíveis de se transformar em peça para usar…são grosseiros demais.

E é isso, espero que vocês detonem na próxima feirinha em loja de tecidos, e lembrem dos conselhos que eu dei acima, são de ouro!

Como fazer uma pulseirinha barra, e gastando pouco

Sim, minhas amigas, fiz o tão esperado vídeo ensinando uma das pulseiras que eu uso.

Essa é nível 1, fácil de fazer pra vocês não se desestimularem, tá? Ah, e foco no tutorial das pulseiras, e esqueçam meu cabelo arrepiado da abertura…é que tinha acabado de voltar de um passeio de buggy, aí já viram, rsrsrs #brinks:

[youtube width="500" height="400"]http://www.youtube.com/watch?v=Fk3jlVmzO30[/youtube]

Também deixei uma versão do Vimeo, tudo em nome da democracia:

Quem gostaria que eu ensinasse mais algumas aí?

Leitoras “Plus Size”: turbinando o look com dicas práticas

Hoje o blog vai dedicar um post específico às leitoras que mais enchem minha caixa de entrada de e-mail pedindo posts especiais: as amigas cheinhas. E num mundo em que a anorexia é padrão(doentio, ainda mais), as meninas “plus-size” são preteridas, e caem no ostracismo, tendo que se virar em busca de um look que realce as qualidades, e ao mesmo tempo, camufle os defeitos.

Pois hoje darei algumas dicas quentes, sobre que caminho seguir para fazer sucesso com curvas que são privilégio de poucas. Vem comigo!

Elaborei um quadrinho, que pode ser um norte quando a dúvida impera assim que a gente abre o guarda-roupas(tenho isso todo dia, síndrome do “não tenho roupa ou não sei coordenar peças”, quem nunca?):

Como eu elaboro essas coisas loucas muito tarde da noite, peço só pra vocês relevarem eventuais errinhos de digitação, tá?

Ah, como vocês curtem que eu mostre na prática como isso tudo funciona, lá vai:

Gostaram das dicas? Beth Ditto, minha diva, já me ligou e disse que aprova(aloka!)

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