Quando o “baduísmo” vira inconsciente coletivo

Já falei por aqui várias vezes que não curto inverno, nem muito menos composições de inverno: tudo parece pesado, triste, sóbrio, engessado…coisa da minha cabeça, e de quem vive um eterno verão no nordeste.

Bem por isso, minha felicidade é plena quando chega o combo de estações mais quentes do ano no hemisfério norte, e as blogueiras que mais gosto passam a se colorir, mostrar a barriga, botar shortinhos, e salvar os cabelos dos dias ruins com bandanas, turbantes, numa vibe que me remete na mesma hora à cantora de soul/jazz que amo, Erykah Badu.

Eu era muito nova, algo em torno dos 14 anos, mas o estilo de Erykah Badu me marcou: aquela negona linda, longilínea, de voz suave ficou “printada” na minha cabeça muito pelo estilo, bem afro, com direito a turbante e túnica. Pronto, Erykah virou, a partir dali, mais uma referência de estilo minha, e lá vou eu adquirir meus lenços pra transformar em turbante, ou apenas dar um toque pessoal a looks mais básicos passando pela cabeça e dando um nozinho.

E eu acho que é bem por aí essa vibe que tá rolando nesse momento lá pelas gringas: complementar looks com lenços, turbantes, e bandanas se tornou meio que um inconsciente coletivo, tenho visto DE-MAIS.

Acho lindo, e uma bela solução para os “dias de cabelo ruim”. Coque, bandana e turbante sempre resolvem nossos problemas, tenho esse lema pra vida!

Dúvidas? Esse painel que montei vai provar o que digo!

Imagens: reprodução

Já quero usar um lencinho no estilo dessa japa aqui da esquerda! Fofo!

E para quem não conhece a Badu, segue um playlist de leve pra vocês lerem o post já curtindo a diva!

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