Sobre os próximos seis meses do blog…

Então, meninas, tava sem net, porque meu cable modem não agüentou a pressão da internet com velocidade duplicada, e não consegui postar pra vocês o primeiro dia em que começou uma campanha, tanto inspirada no recessionismo, quanto na adoção da ideia pela publicitária Jojo, que em seu blog Um Ano Sem Zara, mostra como garimpar peças no seu próprio closet, e obter looks surpreendentes.

Em verdade não foi o blog em si da Jojo que me tocou, nem muito menos seus looks, mas sim seu depoimento inicial sobre esse mundo de “empurra-mercadológico”, que a levou a quase ser despejada, e perder tudo que tinha, só pra bancar seus luxos, e acompanhar o que o mercado empurrava goela abaixo….achei que era a hora de rever meus conceitos, e gastar meu rico dinheirinho com algo mais importante(sim, existe muito mais coisa a se fazer do que gastar com vaidade, por incrível que pareça).

Ora,  em escala de importância pra vida, estas coisas nunca estiveram – nem nunca estarão- no topo da pirâmide.

E se a ideia é boa, a gente deve copiar, e copiar descaradamente, até mesmo porque querendo ou não, um blog forma opiniões, e eu não quero, de maneira alguma, ver vocês, leitoras, com nome no SPC/SERASA, nem deixando de honrar compromissos importantes, como pagar a mensalidade de cursos, ou faculdades, por exemplo, pra dar uma de antenada no mundo da moda e da beleza. Sugiro até que vocês leiam meu outro post sobre recessionismo,AQUI, pra entender direitinho sobre o que tô falando. E adianto: claro que dá pra andar em sintonia com o que há, gastando pouco, bem pouco, VOCÊS NÃO PRECISAM DE TODAS AS COISAS DO MUNDO, isso é fato.

Mas, vamos deixar de enrolação e partir pra o assunto principal: Eu, Rose Cristina, estou comprometida com este blog e com vocês, e só gastarei nos próximos seis meses(contados de 1º de Maio) se for com tecidos pra fazer minhas próprias peças-desejo, e mesmo assim de maneira espaçada, pois já tenho muito tecido.

São seis meses sem levar nenhuma pecinha para a boca do caixa…seis meses sem um sapatinho ou uma bolsa novos…seis meses garimpando no meu “acervo” coisas legais para usar, e mostrar pra vocês.

Acho que vai ser super divertido, e não fiquem preocupadas que vou continuar postando achados e afins para vocês(só não vou comprar, também não vou fazer a bitolada, claro que vou sempre informar o que achei de bom por aí, fiquem frias!), e melhor, vou mostrando peças que achei no meio das minhas pilhas de roupas(muitas ainda com etiqueta, podem acreditar) e que atendem bem ao que “bomba” por aí. Garanto que vai ser super interessante a experiência, no mínimo curiosa, já que vou extrair de mim tudo que eu puder de criatividade, e de vocês também, porque vou precisar de muita ajuda!

Ah, e quem quiser participar de algum modo, pode se sentir convidado! O logo da campanha é aquele lá em cima, e algumas meninas já começaram a postar em seus blogs, como Janine, do Bióloga de Salto, e Nara, do blog Segredos Fashion. Vamos lá, meninas, vocês conseguem, não precisam ser xiitas como eu, o bom desse jogo é que não existem regras rígidas!

Torçam pra eu ser forte, e resistir fortemente às tentações, e para quem quiser me presentear(bofe, irmã, pai, mãe, tia, amigos) e aliviar minha abstinência, pode se sentir à vontade…vou gostar do incentivo!

Em tempo: Parabéns às leitoras pelo dia de hoje!

Eu simplesmente amo esse folheto, intitulado “Rosie, the Riveter”. É antigo, pois simbolizava a mulher da época da segunda guerra, que botou a mão na massa e passou a fazer serviços “masculinos”, em razão de os homens terem partido para o front.

All the day long,
Whether rain or shine
She’s part of the assembly line.
She’s making history,
Working for victory
Rosie the Riveter

Porém, a mesma gravura cabe perfeitamente nos dias de hoje; a independência, a inteligência, a bravura, e a força da mulher têm “contaminado” todos os setores da atualidade, da raiz aos frutos das mais variadas áreas. Habemus “presidenta”, “deputada”, “delegada”, “pedreira”, “engenheira”, “mecânica”…habemus “mães”, “filhas”, “donas-de-casa”, “vaidades”…

E essa é minha pequena e singela homenagem a nós, que podemos mudar o mundo a partir da mudança dos nossos, dos que está pertinho de nós. Parabéns e continuemos lutando, porque sempre, sempre, NÓS PODEMOS!

No contexto, uma música do Dead Fish(amo, amo, amo), que resume tudo isso que eu falei:

Foi difícil entender
Impossível de acreditar
Uma vida devotada
Embasada em sobreviver

Mais que qualquer ideal
Sobressai o teu amor
Não há ruas partidos e regras para te deter
Mais que uma instituição  feita para deformar
Liberdade e emoção me permitiram sonhar

Tu és a vida real
E sempre esteve de pé
Nunca reclamou da batalha que é criar

Sociedade e discriminação
Cabeça erguida a enfrentar
Nenhum patriarcado ou família te fizeram calar

Não há nada a provar
Eu já posso entender
O que pode ser mais rebelde depois de você?

Forte vive e a sorrir
Sua vitória deve insultar a todos que preferem te ver a chorar.
Acredite aprendi demais (aprendi demais)
Seu silêncio constrangedor (constrangedor)
Liberdade é muito mais que palavras a dizer (a dizer)

Gostaria de agradecer
Espero um dia retribuir
Coração do meu céu, por favor, seja feliz!

Agora vem a tua vez!
Usufrua do teu amor,
Sua prole sobreviveu
E só resta agradecer…

São marias, heloisas, severinas,
Bernadetes, rosas, marisas, izauras,
Valescas, elianas e martas,
Mulheres fortes
Que sobreviveram!!!

Engordando no Carnaval: Como fazer Whoopies!

Gente, carnaval em casa dá nisso: muita vontade de sair por aí comendo tudo que aparece. Por outro lado, também desperta aquela chef que há na gente, fazendo com que fixemos nossas raízes em casa, e cozinhemos( com muito amor) para os nossos.

E minha vontade hoje foi de cozinhar whoopies, o novo queridinho da Magnolia Bakery, que desbancou o cupcake e os macarons com muito louvor. O jornal The Times chegou a publicar que “o cupcake está morto. Longa vida ao whoopie”. A febre tá grande mesmo…

Mas o que são os whoopies? Os whoopies são bolinhos(há quem diga que são cookies, e até quem os denomine torta) de chocolate com recheio de marshmallow(essa é a receita tradicional) feitos pelos colonos Amish, na Pensilvânia, nos EUA.

Vamos aprender a iguaria, que também é tendência?

Para fazer os whoopies, vocês vão precisar( para a massa) de:

1 2/3 xícaras de farinha de trigo
2/3 xícara de cacau em pó sem açúcar
1 1/2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de sal
4 colheres de sopa de manteiga sem sal em temperatura ambiente
4 colheres de sopa de gordura vegetal
1 xícara de açúcar mascavo
1 ovo grande
1 colher de chá de essência de baunilha
1 xícara de leite

Já para o recheio, precisaremos de:

1 1/2 xícaras de creme de marshmallow
1 1/4 xícaras de gordura vegetal
1 xícara de açúcar de confeiteiro
1 colher de sopa de essência de baunilha

Só mais duas diquinhas: Para colocar a massa na placa de bolo, é bom ter um bico de confeiteiro, porque dá pra ir regulando o tamanho do círculo. Para o recheio, pode fazer com colher mesmo…comecei com bico de confeiteiro e logo me chateei, é totalmente desnecessário.

Espero que tenham gostado, e uma ótima terça de carnaval pra vocês, queridos leitores.

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Na vida nada se cria…mas essa foi demais!

Quem souber a resposta, me responda: o que essa equipe de hairstyle desse desfile tinha na cabeça quando resolveu fazer ISSO?

A resposta na verdade tá na foto da direita, né? Mas não era isso que eu queria dizer…queria saber o que se passa na cabeça de uma criatura para ter uma ideia excremental dessas…

Para mais fotos,  vide Stockholm Streestyle.

Moda para todos(?)

Quando Cynthia(Fashionista Up) me mostrou esse vídeo, me senti realmente obrigada a mostrar aqui no blog. Um, porque é bem engraçado; e dois, porque vale uma reflexãozinha(ou várias) sobre o que são, ou pelo menos devem ser os blogs…não entenderam?

Explico: blog é diário, onde a gente coloca impressões pessoais sobre certas coisas(com muita responsabilidade, e pesquisa), mas não adianta se achar consultora disso, consultora daquilo(ou seja, expert).  Deixemos o profissionalismo para os que realmente estudaram pra isso, tá!

No mais, são só risadas, e a afirmação de que amo escrever aqui, adoro ser “blogueira”, dar dicas pra vocês, mas é só isso. Aos profissionais, o profissionalismo!

*Ps: o vídeo é fake, dizem que foi tese de conclusão de curso dessas meninas, mas vale assistir pela mensagem!

Ri-Ri, é você?

Venhamos e convenhamos: loucura tem limite!

Mas até que serviu para ela passar sem ser reconhecida no ensaio do Maracatu em Recife!

Ri-Ri, Te dedico!

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