Essa é pras viciadas em pulseirismo: que tal encher os bracinhos de pulseiras multicor, estilo arco-íris?
Well, sem ver a imagem, não dá pra responder com muita convicção não, mas olhem aí pra baixo e me respondam:
Imagem: reprodução
E não me venham com desculpa dizendo que não encontram por aqui pra vender, e não vão usar por isso, que eu fiz até tutorial ensinando a fazer essa última de correntes AQUI. Posso fazer um tuto com as trançadinhas(as primeiras da foto) se vocês quiserem, só gritar que coloco na minha listinha de vídeos pra postar no blog.

Querem um diferenciador básico entre moda e estilo? O fato de alguém usar uma peça oposta a que virou senso comum. Exemplo? Kelly Framel, do blog Glamurai, que em tempos de comprimento “mullet”, resolveu sacar do closet seu spencer mais curtinho atrás que na frente.
Resultado? Virou peça-desejo minha.

Sobre o spencer, este nada mais é que um casaco mais curtinho que o blazer; fica acima da cintura, e apareceu pela primeira vez lá pelos anos 1790, na Inglaterra. Tem esse nome em homenagem ao Conde Spencer que, em tendo rasgado a cauda de suas vestes(ou queimado, não se sabe com precisão), resolveu aderir ao casaco mais curtinho.
A moda do Conde acabou caindo no gosto da mulherada e hoje é uma solução bastante elegante, sendo um meio-termo, se situando entre o formalismo do blazer, e o jeito descoladinho do cardigã. Meus dias de audiência agradecem.

Fotos: blog Glamurai
Kelly, culpa tua, tô doida por um spencer!

Me lembro como se fosse hoje, quando a jornalista Luciana Campos me disse que não gostava de tênis, mas por um certo modelo, abriria exceção. Isso foi há uns seis meses. O modelo em questão era esse daqui, um sneaker com salto interno Isabel Marant, que caiu no gosto da galera(e de famosinhas como Beyonce, e no Brasil, Sabrina Sato) e até lista de espera tem:

Fico revoltada em razão de nenhuma marca acessível de calçados ter feito sequer um parecido(Aê Santa Lolla, “ajuda eu”!). Sem essa acessibilidade o sonho fica distante. O devaneio? Bem intocável. Cobiço bastante esse par de tênis!

Foi só abrir meu e-mail e ver a newsletter da Bleu Dame pra eu pirar o cabeção, principalmente por essa pulseirinha de cruz, muito mais por sua simplicidade do que por qualquer outra coisa:

Ela -a pulseirinha – me parece, que é feita com um courinho fininho, e essa cruz meio curvadinha, que é pra se moldar à anatomia dos pulsos. Simples, mas impacta tanto no visual…percebam que a modelo tá bem básica, e a gente não consegue parar de olhar para o braço dela.
Catei um zoom pra vocês:

Na hora em que vi, já me imaginei com os braços repletos de pulseiras, e essa dentre tantas outras.
A quem interessar possa, essas pulseirinhas estão sendo vendidas no site da Bleu Dame(AQUI), a 10 dólares cada. Eles entregam no Brasil, basta ter paypal ou cartão internacional. Mangaba no leite.

Se vocês acham que minha nova obssessão é sapato, bolsa, ou até uma peça de roupa, estão enganadas.
A verdade é que não tiro da cabeça a aquisição de um trocinho desses aqui ó:

Os Kangoo Jumps são a nova sensação do fitness. Na minha cabeça, os KJ são patins com solado de cama elástica de power jump (#saudadesdasaulasdejumpdaprofessorafabíola). Queimam muita caloria (45 minutos de atividade trazem a queima de umas 800), fazem uma drenagem linfática no corpo, modelam penas e glúteos. Mesma coisa do jump, com a vantagem de que os KJ podem ser carregados pra qualquer lugar, coisa que a gente não pode fazer com uma cama elástica, né?

Ah, os Kangoo Jumps são bem democráticos, já que, por absorver até 80% do atrito gerado durante o exercício físico, protegendo, assim joelhos, tornozelos, coluna, quadril e demais articulações, são permitidos pra galera que tem problema nessas regiões do corpo.

Tô doida pra fazer a Kim Kardashian por aí!


Meu aniversário tá chegando, então…acho que vou colocar na wishlist(ou “wistlist” como diria uma famosa apresentadora socialite potiguar hahahahaha)

…mas não é qualquer blusa e qualquer vestido não, vejam:


Fotos: blog Song of Style


Fotos: Blog Cupcakes and Cashmere
Acho que descobertas do tipo são a grande vantagem de visitar blogs de meninas da vida real. Há mais informação de moda do que ver desfiles, são poesias de vestir. Se ‘tão nas capas de revista? Não importa, nem pra mim, e certamente nunca importou pra elas. Estilo é atemporal e independe de “tendências”.
Notei que esse detalhe do vestido não é lá muito difícil de fazer, é muito parecido com aqueles colares que a gente usa com camiseta, deve partir do mesmo princípio, bordar no feltro e jogar na peça, confere?
Que acharam? Essas imagens são ou não são inspiradoras?
