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Especial Queen Bday: 7 vezes em que Madonna provou ser Rainha de nossas vidas

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A galerinha de hoje em dia vê Madonna na TV, e fica meio sem entender a razão pra galera nascida nos anos 80/90 ser tão alucinada por ela. Pode até não ser preciso ter vivido aquela época pra ser bem fã da Madonna, mas quem acompanhou a trajetória da pop star pode concluir com precisão, argumentos de autoridade, e sem cerimônias: Madonna Rainha, o resto, nadinha. A bicha lacra, destrói, tomba, derruba forninhos, influenciou nosso estilo, mudou nossas vidas.

E hoje, no aniversário de Madge (ela odeia ser chamada assim, mas eu adoro porque parece abreviatura de Majesty) resolvi fazer um apanhado de sua carreira e relatar 9 vezes em que ela provou ser Rainha de nossas vidas. Simbora?

 1- Ela fez a gente querer imitar seu hi-lo perfeito com jaqueta de couro e saia de tule: quem assistiu Who’s That Girl não só pirou na trilha como pirou no figurino inteiro de Madonna. Eu assisti umas 15 vezes, e sonhava em andar de sainha de tule, meia arrastão, e jaqueta de couro, melhor look ever!

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2 -  Lenço na cabeça, vários colares, muitas pulseiras, e batom vermelho: sim, trabalhamos! Na fase “Procura-se Susan Desesperadamente”, Madge ensinou que não tem nada de over usar vários colares ao mesmo tempo, lenço na cabeça e muitas pulseirinhas. Até hoje levo pra meu estilo essa influência, adoro braço cheio de pulseiras, tenho coleção de lenços pra usar no cabelo, e o batom vermelho…esse é um clássico! Os anos 80 nunca vão sair de mim graças à Rainha, que até hoje me influencia com seu figurino daquela década tão maravilhosa!

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3 – Fase gótica misteriosa + zen: ela teve, nós tivemos: logo depois que Madonna deu à luz a Lourdes Maria, ela lançou o álbum Ray of Light, bem diferente de tudo que ela já tinha feito, com muita influência da cabala (que ela tinha acabado de ingressar), e da maternidade que estava vivendo. A Rainha pintou o cabelo de preto, começou a usar umas tattoos de henna, e apareceu bem goticona misteriosa em Frozen, uma das faixas do CD. Nessa época eu também vivi minha fase gótica adolescente misteriosa, e escutava esse CD sem parar, sei todas as músicas de cor e salteado. As faixas têm uma energia diferente, o que ajudou muito minha passagem pela aborrescência. A Rainha influenciou meu caráter, com certeza.

“Nothing really matters, love is all we need, everything I give you, all comes back to me…”

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4 – A gente também quis ser country com ela: Depois de Ray of Light, veio o álbum Music, e Madonna fez a rainha country em Don’t Tell Me, e eu fui junto novamente, inclusive tinha uma camisa igual a essa que ela veste no clipe da música, chorei uma semana inteira no pé da máquina de costura pra titia fazer pra mim! Usei tanto que ficou toda clarinha hahahahaha

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5 – Ela cortou os cabelos estilo Farrah Fawcett nas Panteras, e a gente foi na cabeleireira pedir pra cortar igual: lá vem o clipe de Hung Up, e Madge apareceu com as madeixas repicadas, do jeito das meninas da era Disco. Nós, mais uma vez, não resistimos e fomos correndo ao salão para cortar “queen mode”.

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6 – Madonna é musa fitness, a maior: Que Gabi Pugliesi, que nada! Minha musa fitness sempre foi e sempre será Louise Ciccone! É só vê-la no telão do spinning humilhando que a gente aumenta a carga, e pedala forte pra tentar chegar a pelo menos 1/3 do que ela é. Afinal, ser cinquentona e ter esses braços né pra todo mundo não, até hoje tento tê-los e não consigo.

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7 – E quando ela canta, dança um show inteiro, e ainda arruma um tempinho pra pular corda na performance do show? Eu tenho esse DVD, e toda vida que assisto me sinto um nada. Amigas, um lacre é um lacre, só digo isso!

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Essas são apenas algumas das evidências de que Madonna influenciou nosso caráter, e estilo ao longo das décadas, e ainda continua aí, na atividade, lançando um single atrás do outro, fazendo a gente dançar com ela, e mostrando quem é a Rainha do Mundo!!! Happy Bday, Diva! Bitch, You’re Madonna!

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Amal Clooney, e dicas de looks para usar no trabalho

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Passada nossa maravilhosa infância e adolescência na escola, começa a fase adulta, e com ela o fato de você passar mais tempo no emprego que em casa. Seus amigos de escola, vistos em um período do dia, são substituídos pelos colegas de trabalho, que, de tanto conviver com você viram irmãos; afinal, como eu disse, passa-se mais tempo no trabalho que em casa, pelo menos, do tempo em que a gente fica acordado, boa parte dele é ralando no batente. Pelo menos comigo é assim que funciona. E, para quem não trabalha fardado, um dia de trabalho significa um look, mas não qualquer look. No meu caso, que vivo em ambiente de escritório/órgãos da Justiça, o look deve ser confortável, mas arrumado; confortável porque não vivo intramuros o tempo inteiro, é um tal de vai fazer audiência, sobe em carro alto, anda em asfalto, bota processo em carrinho, sobe escada, desce rampa…, e arrumado porque o dress code do trabalho pede.

Portanto, unindo essas duas necessidades, e buscando inspiração na internet, resolvi montar um painel com a advogada Amal Clooney, a moça que fisgou o coração do George Clooney, e que tem um estilo “mulher trabalhadora da vida real”. Analisando seus looks, percebi que ela não é o tipo de moça que faz a linha socialite, desfilando com looks fakes de trabalho, tipo, Louboutin e Tailleur. Amal ganhou milhares de pontos na minha tabela girl power imaginária, porque mostra ao mundo como é a vida da advogada, os looks inclusive. Óbvio, não dá pra gente andar o tempo todo com saltos vertiginosos, a gente usa mais calça que saia na diária, e bolsa grande impera, pra caber tudo que a gente vai precisar ao longo do dia.

Confesso que me senti feliz por ver em sites de revistas de estilo alguém com quem me identificasse no dia-a-dia. A gente vê tanta gente “de mentira” por aí que fica eufórica quando vê uma diva como Amal batendo a real dos looks de trabalho.

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E os looks “casual friday”? Também são maravilhosos! Porque na sexta-feira adoro ir trabalhar com calça destroyed, e um tubinho super ajuda naqueles dias em que a gente não acorda no humor de se montar (no meu caso, quase todos os dias, cansaço demais, gente rsrsrs).

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Para não deixar passar o histórico da Amal, importante narrar que ela é formada em Direito pela Unversidade de Oxford, e tem mestrado na Escola de Direito de Nova York, onde se especializou em direitos humanos, internacional e penal. Fala três idiomas. Reside em Londres atualmente, e trabalha em um dos escritórios mais famosos do país, o Doughty Street Chambers, possuindo em sua carta clientes como Julian Assange, fundador do WikiLeaks. A beesha é lacradora, e George espertinho percebeu logo, e tratou de casar com a moça. Amal é uma it-girl, na minha concepção de it-girl, que inclui Malala, Emma Watson, e P!nk. Diva Glitter Bombação!

 

Emma Watson: estilo e empoderamento feminino numa só pessoa

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Hoje é Dia Internacional da Mulher e, muito embora eu entenda que a batalha por igualdade de gêneros deva se dar todos os dias, horas e minutos de nossas vidas, resolvi dedicar um post especial a uma garota que nos últimos anos vem se destacando por seus discursos maravilhosos em prol dessa igualdade. E não vamos falar só de seu estilo ( já até dediquei um post antiguinho a ela, coloquem o nome dela no busca que aparece), porque ela TEM MUITO A NOS DIZER. Falo de Emma Watson.

Para começar sim, acho que Hermione ensinou muito à Emma: ser uma bruxa num universo masculino como o mostrado em Harry Potter significa. E ser uma bruxa sagaz, inteligente, destacada dos meninos significa muito mais. Não sei precisar se Emma buscou Hermione ou se Hermione buscou Emma, só sei que, em um mundo predominantemente machista, onde você é mandada “não se estressar” quando soltam piadinhas ofensivas ao gênero feminino, significando esse “stress” apenas e tão somente o fato de você questionar a piada, seus discursos recentes ensinam muito a todas nós. Vejamos um deles, proferido por ela durante a Campanha #HeforShe:


Durante muito tempo achei que o feminismo era representado pelo grupinho que curtia botar peito de fora, queimar sutiã, não se depilar…que ignorante eu era! Se hoje temos alguns direitos, agradeçamos às feministas (de verdade, as que lutam por respeito e liberdade feminina), de joelhos, e reproduzamos seus discursos a nossas sobrinhas, filhas, netas, e filhos, netos, sobrinhos, vizinhos…

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Acho engraçado que, desde que decidi não deixar passar nenhum comportamento machista por meu crivo (demorei demais, mas certas atitudes contra pessoas próximas à gente dão aquele ‘se ligue’ necessário), sempre questionando (meninas do Dicas Femininas do Viber, vocês são maravilhosas!!), e devolvendo na mesma moeda, recebo de volta um “vá se tratar”, ou sou chamada de feminista como se isso fosse pejorativo. Certamente, se não estivéssemos em um grupo de whats app combatendo, por exemplo, mas numa conversa entre duas pessoas, os homens dirião “é falta de R***”, no lugar de “vá se tratar”. E não, isto não é uma conversa sobre falta de qualquer coisa, muito menos de r*** porque sou casada, e muito bem casada, com um homem maravilhoso, que cozinha, é vaidoso, e que posso passar o dia enumerando suas qualidades enquanto ser humano que é, porque criado por uma mulher de fibra, que abdicou de sua vida profissional para criar quatro filhos e mostrar o quão as mulheres devem ser respeitadas (sim, isso é um comportamento feminista). Acrescento que, ainda que não fosse casada, pode ter certeza que, se colocarmos na balança certos homens (certos, não todos, por favor, esse não é um papo man-hater, jamais!!!) e certos vibradores, os vibradores ganhariam de dez a zero em eficiência, e ainda dispensaria a gente de ficar ouvindo chorume machista pela casa.

O que mais me desola é que, das meninas, recebo a resposta em privado: “sossegue, deixe pra lá”. Só que, me corrijam se estou errada, Maria da Penha foi deixando para lá, e foi preciso levar tiros e restar paraplégica para que pudesse lutar contra um relacionamento abusivo (aliás, já me encontrei com o algoz dela numa secretaria de juizado especial dessas, e a forma com a qual ele tratou as servidoras foi de enojar, o cara é um misógino patológico). Será mesmo que “deixando para lá” estou fazendo meu papel social? Não, não estou, e decidi questionar quantas vezes for preciso, mesmo que isso implique em ser reprovada pelas amigas, principalmente, porque se eu o faço, o faço também por elas.

Em um mundo onde nossas mães nos botam ao mundo, e nos dão nossa base de criação, mas nós reproduzimos o comportamento de nossos pais, é preciso reconhecer o papel que uma mulher exerceu em nossas vidas, e passar a mensagem adiante. Não é porque os homens, em uma época da história foram os provedores do lar ¹ (mesmo eu achando que há controvérsias sobre o que é ser “provedor” do lar), que a gente deve se esquecer de que quem buscava o alimento para a tribo éramos nós, mulheres (conseguir um animal para alimentar-se era raro, e as tribos primitivas se alimentavam basicamente dos vegetais que as mulheres coletavam). A gente precisa se reconhecer no passado, e se valorizar no presente, cavando um futuro melhor para nós e as gerações que virão.

Nem queria dizer pra vocês, e vou desapontar muitas, mas o feminismo pode até não ser encontrado nos peitos de fora das meninas do FEMEN, mas está presente tanto nos desenhos da Disney (querem desenhos mais feministas que Mulan, Frozen e Valente?) quanto nos milhares de músicas de Beyonce, e de Madonna, por exemplo.

Não é segredo pra ninguém que sou louca por Frozen, e uma frase me bastou para me apaixonar pelo desenho: a de Elsa, quando questiona à irmã se ela vai casar com alguém que mal conheceu. Tem discurso mais empoderador que esse? Vejam a letra de let it go, e me digam  que acham…

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Feminismo é uma pecha? Aceito levar essa pecha que me eleva ao patamar das maiores divas da música mundial. E espero que vocês também aceitem, e sim, nos indignemos e lutemos pela igualdade de gêneros, ao nosso modo, mas peço: não se calem, por favor, porque lutar por um futuro melhor para nós e para as meninas (e meninos) que virão é nosso dever.

Se vocês não leram o post – mas eu falei por aqui – da cerimônia do Oscar, sobre o movimento das atrizes, diretoras, enfim, mulheres da indústria cinematográfica, chamado de #AskHerMore, saibam que ele surtiu efeito: às meninas foi perguntando muito além do que elas estavam usando, as câmeras que filmam as jóias de suas mãos foram retiradas, Patrícia Arquette deu um discurso maravilhoso e foi aplaudida de pé. São coisas assim que as feministas fazem, e devemos apoiar esse movimento, porque a todas nós beneficia, às mulheres machistas também.

Exemplos, ah, esses não faltam: Malala, Lena Dunham, Annie Lennox, Frida Kahlo, Simone de Beauvoir, Clarice Lispector, Nélida Piñon, Coco Chanel, Edith Piaf…poderia passar o dia aqui enumerando mulheres maravilhosas que lutaram e lutam ainda por igualdade de gênero. Porque ser feminista não é escrever um livro com letras garrafais “Feministas por Dummies”. O feminismo está mais na sutileza das atitudes, da escrita, e dos detalhes que vocês imaginam. Está nesse blog, por exemplo, em várias passagens.

Bom, era esse o recado que queria passar pra vocês nesse dia, algumas poucas linhas, mas que, espero, façam a gente repensar nossos conceitos, do quão cruel estamos sendo com nossas amigas que gostam de usar uma roupa mais curta (ela pode estar querendo apenas usar uma roupa curta, e isso não deve torná-la uma pessoa disponível para estupros ou assédio), ou que estão acima do peso, por exemplo…que tal refletir e tentar mudar, aos poucos, evitando julgar, e respeitando mais? Porque o mundo precisa é de amor, e amor gera respeito.

Passado esse post-desabafo-panfletário, separei uns looks maravilhosos de Emma, e também um clipe de Beyonce que me representa tanto, mas tanto, que se eu a visse pessoalmente dava um cheiro no olho e diria: beesha, tu me representa!!!

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Enjoy, e Feliz Dia Internacional das Mulheres para todas nós!

ps: a quem interessar possa, achei um vídeo da Gabbie muito esclarecedor sobre ser feminista, quem quiser assistir só clicar AQUI.

 

(1) Segundo Evelyn Reed: Isto é uma falsificação da história natural e social. Não é a natureza, e sim a sociedade de classes que rebaixou a mulher e elevou o homem. Os homens obtiveram sua supremacia social através da luta contra a mulher e suas conquistas. Mas esta luta contra os sexos era somente uma parte da grande luta social: o desaparecimento da sociedade primitiva e a instituição da sociedade de classes. A inferioridade da mulher é produto de um sistema social que causou e proporcionou inumeráveis desigualdades, inferioridades, discriminações e degradações. Mas esta realidade histórica foi dissimulada atrás de um mito da inferioridade feminina.

(…)

Mas isto não existiu sempre: possui somente alguns milhares de anos. Os homens não foram sempre o sexo superior, uma vez que não foram sempre os dirigentes industriais, intelectuais e culturais.

7 looks da Kaley Cuoco que eu queria pra mim

Quem acompanha o Insta do blog sabe que tô meio chateada com a Kaley, minha friend. É que esse novo corte estilo pixie dela eu não curti, nem a rinoplastia; ficou uma cruza da Xuxa com a Degeneres.

Mas meu desapontamento com o visual dela não tira minha “fanzice”, nem a vontade de desejar, em especial, os 7 looks dela que selecionei pra mostrar por aqui. A beesha quase nunca erra nos red carpets e eventos que comparece, tudo muito limpo, elegante, e possível de usar na vida real, muito gente como a gente. Vamo ver?

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1 – Conjunto estampado: Tem coisa mais usável, linda, e elegante que esse conjunto estampado que a Kaley tá usando na foto acima? Pra quem não quer mostrar o umbigo, uma boa é aumentar o top, deixando-o na linha da calça, ou fazer uma calça com o cós na linha do umbigo, mais altinha, portanto.

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2 – Conjunto em tons pastel: Pra quem curte um conjunto com saia, eis uma opção maravis, e numa cor que eu amo, azul bebê. Muito embora o comprimento da saia dê uma encurtada na silhueta, o fato de o conjunto ser monocromático e fazer combo com colar longo, acaba por verticalizar a silhueta.

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3- Conjunto com short: mais uma opção de conjunto, dessa vez todo estruturado, devido ao tecido empregado, possivelmente Jacquard, e com shortinho. Achei lindo numa medida esse conjunto, principalmente porque ele, diferente dos dois conjuntos anteriores, não é confeccionado com o mesmo tecido, é um combinadinho de tecidos diferentes mas que harmonizam entre si.

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4 – Cropped + Pantacourt: E essa pantacourt trabalhada no Richelieu? Choro de emoção com trabalhos manuais, e, se já tava LOUCA de vontade de ter uma pantacourt, essa vontade se elevou à milésima potência. E digo mais, queria nessa cor mesmo, azul  cobalto. Tá lindo o look!

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5- Vestido Midi: me viciei no comprimento midi, e aos poucos meus jeans estão dando lugar a saias e vestidos nessa vibe. É tão feminino, e tão fresquinho…daí como não tem graça nenhum a gente ter várias peças midi de mesmo modelo, esse vestido com cava americana foi direto pra minha pastinha de inspirações.Quem sabe não faço nos próximos dias?

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6 – Macacão Pantacourt: esse look é recente, do People’s Choice Awards. Como é um red carpet menos exagerado, achei o look super adequado, e, como não é cheio de firulas, é perfeito pra gente usar na vida real. Acho que não farei o macacão preto-com-branco, mas o modelo é incrível, e merece a gente ter uma cópia no armário, principalmente  nessa fase de “liquefação” que a gente tá sofrendo no verão.

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7 – Look Comfy: pra finalizar, um look confortável, do tipo que eu amo usar quando tô de folga. Camiseta branca, jeans legal, birken, um e-reader na mão, e um frapuccino na outra, tem coisa melhor na vida? Tem, chá no lugar do frapuccino porque nunca tomei café na vida hahahaha looks comfy são libertadores, e Kaley sabe bem disso!

E agora que mostrei meus sete mais de looks da KC, me digam: qual look vocês gostaram mais? Qual o mais fraquinho?

O estilo de Kendall Jenner

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Devo admitir que não sou muito fã das Kardashian; acho muito surreal esse jeitinho louco dos americanos, de pegar alguém que só foi apresentada ao mundo depois de vazar um pornô caseiro, e endeusar. Não assisto ao seriado da família constantemente, mas putz, o que aquela galera acrescenta a nossas vidas hein? Kim é uma Geisy Arruda versão americana e olha, não acho nada legal aquele corpo pandeirudo dela. Mas há quem ame (Kanye West que o diga), e tudo é, realmente, uma questão de opinião.

Mas não faço aloka bitolada, porque né, duvido a gente não sentar pra ver um reality quando a TV tá ligada nele. Eu, quando me vejo, tô assistindo a dois episódios seguidos do Keep Up with The Kardashians, com aqueles barracos loucos, aqueles fingimentos de namoro, aquelas presepadas em geral. Tosco, mas não há quem não tenha assistido.

Enfim, já feitas as minhas considerações, e exaltada minha marcação com Kim, hoje eu quero dedicar esse post a uma Kardashian fofa, a Kendall Jenner, que tem um estilo em construção, mas muito bacana, que foge ao da irmã Kim, piriguetona-do-vestido-bandage.

Dando uma olhada nas composições da Kendall, vejo muita calça skinny, legging, jeans rasgadinhos, e cropped, peças que amo, de verdade. O mais legal? Não fica vulgar, fica lindo!

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Quando ela comparece em eventos ousa uma vez ou outra – o vestido com fendas abissais é um exemplo da ousadia. No geral, os looks são bem adequados à pouca idade dela (18 anos), não há forçação de barra. Acho que ela deve ter stylist – ou não, porque às vezes sinto falta de uma harmonia no look, vejo briga entre peças e acessórios. Fato é que no dia-a-dia, no look-verdade, Kendall acerta muito, basta dar uma googleada de leve pra gente sacar isso.

Além de Kendall, outra Kardashian que curto é a Kylie. Considero ela até mais estilosinha que a Kendall, vejo um senso fashion mais apurado na menina,e, embora ela não tenha virada a Kardashian central desse post, merece ser lembrada, principalmente por esse look lindo que ela usou dia desses. Cobiçando muito essa jardineira!

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E aí, cês curtem o estilo mais despretensioso da Kendall, ou preferem uma outra Kardashian?

O estilo de Natalie Joos

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Tem uma parte da galera “das modas” que critica bastante os looks de street style, principalmente porque acham que atualmente geral se monta só pra chamar a atenção dos fotógrafos mais conhecidos, perdendo noção do ridículo, ou mesmo calculando friamente as peças combinadas, perdendo a graça da coisa.

Eu não concordo 100%. Aliás, não concordo com generalizações. Tem gente que se monta pra aparecer, e tem gente que traz consigo seu estilo, não importa se meio Harajuku, e é isso.

E sobre o primeiro grupo (de gente que leva seu estilo pra vida), vale a pena conhecer Natalie Joos, jornalista belga residente em Nova Iorque, fotógrafa, e escritora do Tales of Endearment. Natalie, de uns anos pra cá, vem sendo clicada pelos sites mais famosos de streetstyle, virou uma verdadeira querida de blogs no segmento. E tá justificado, porque não tem como não se apaixonar pelos seus looks, me identifico demais com ela, tanto por ser multitarefa, como por ser fã de sobreposições. De fato, a terceira peça no look é tudo.

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Além das sobreposições, detectei que NJ ama usar sandálias com meias, muita estampa, e muitas cores(muito eu hahaha). Quase sempre um look dela mais básico vem acompanhado de uma bolsa, ou um sapato colorido, dando aquela alegrada no que antes tava meio monótono.

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E o lenço na cabeça? Me lembro demais de ter usado lenço assim lá pra 2001/2002. Fiquei com muita vontade de usar de novo, gente, sério mesmo. Aliás, quero tudo que essa mulher veste, me vejo usando essas roupas todas!

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Não vou mentir pra vocês que todos os looks foram fortes candidatos ao preferido, mas o escolhido foi vencedor por um motivo bem forte: ser super vida real. Não que os outros não sejam, mas esse faz a gente pensar que já dá pra fazer, e sair hoje com ele, sabem? Vocês vão entender o que digo:

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Imagens: reprodução

A impressão que a gente tem é de que todas as peças desse look já tão disponíveis em nosso guarda-roupas: top cropped, saia midi, scarpin, argola, e bolsa colorida. Simples, e perfeito!

E aí, curtiram a NJ? Amei demais as composições dela, e já tô garimpando outras meninas dos blogs de street style para mostrar pra vocês por aqui, aguardem que já tem pauta pronta!

Beijos!

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