Uma luz no fim do túnel: Campanha da Quem Disse, Berenice? e Empoderamento Feminino

Eu já tava com esse post há um tempo pra escrever, mas meus compromissos da vida, e o fato de não conseguir fazer um planner mais efetivo pras postagens do blog só me deixaram lembrar agora, depois que li, há dois dias, a Revista da Gol no avião, mais precisamente uma reportagem sobre a Quem Disse, Berenice?.

No meio desse turbilhão de agências de publicidade, e marcas que aprovam propagandas machistas, que coisificam a mulher, incitam a violência contra o sexo feminino (cultura do estupro included), dentre outras coisas horrendas, eis que uma campanha traz um fio de esperança para nós: a campanha “#épramim”, da Quem Disse, Berenice?

A marca, com o #épramim, acredita que toda mulher deve ser livre pra fazer suas escolhas, e decidir o que é ou não pra ela:  ser analista de sistemas especializada em jogos de videogame, piloto de stock car, escrever quadrinhos, usar uma roupa curta, ou batom vermelho. Confesso que a cada depoimento que via no Face (são vários), sentia uma vontade enorme de ir até à loja e adquirir um produto da marca, porque nunca me senti tão representada.  “A marca sempre falou de liberdade e ao mesmo tempo teve contato com muitas histórias de mulheres que deixavam de fazer coisas por acreditarem que algo ‘não era pra elas’. A campanha vem para encorajá-las a perceberem que tudo o que quiserem será para elas”, explica Gustavo Fruges, gerente de comunicação e branding da Quem Disse, Berenice?.

O filme  abaixo ilustra bem a essência da Campanha:

 


 

Tá mais que na hora de a gente se aproximar de marcas que incentivem o empoderamento feminino; já que vivemos num mundo capitalista,  onde as mulheres tanto são grandes consumidoras, como influenciam as compras da família, dar dinheiro/corda a marcas que não nos representam é uma grande furada. É claro que existem marcas que falseiam esse empoderamento para vender mais, porém, por tudo que li sobre a Quem disse, berenice? a marca tem uma proposta de vender seu produto (logicamente), e ao mesmo transmitir a mensagem do empoderamento, a começar pelo próprio nome da marca, que é um questionamento certamente a imposição de regras às mulheres.

E não, não é um publipost, tô conversando com vocês sobre a QDB porque realmente curti a campanha dela, e, do mesmo jeito que aprendemos a rechaçar agências de publicidades toscas (são vários os casos, do esmalte às propagandas de algumas cervejas), a gente tem que exaltar quem faz campanhas magníficas.

O estilo de Gwendoline Christie, a Brienne de Tarth de GOT

Finalmente estreia hoje a quarta temporada de Game of Thrones! Confesso que o livro é mais empolgante que a série, mas ver nossos personagens com “carinhas” é muito maravis, quando a gente volta pra o mundo da leitura fica meia hora recriando a cena com os rostinhos deles, coisa marrlinda!

E dentre os personagens que ganham nosso coração na trama, Brienne fica lá nos primeiros lugares, e o mais bacana é que ela, na vida real, é muito hype. É grandona, mas não é desengonçada, tem o corpo fora dos padrões, mas é diva sem sombra de dúvidas. Ser a Brienne dentro de GOT, e Gwendoline Christie fora dele é um jogo no mínimo interessante, a gente meio que mescla ficção com vida real e se fascina com essa mistura.

Meio viajante? Acho que muita gente embarcou nessa mesma viagem que eu, olhem os ensaios dela para revistas diversas:

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Em matéria de red carpet, Gwendoline adora um curto…também, com essas pernas enormes – da minha altura ou até maiores – até eu, mesmo com o inverno chegando, pirigueteava pelos tapetes vermelhos assim(percebam que ela adora um scarpin, que dá ainda mais extensão à perna)!!

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Ah, achei um look com as pernas devidamente cobertas, mas não menos phyno!!

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A beesha arrasa, né? Então, simbora voltar pra relembrar a terceira temporada que mais tarde vai ser só emoção!!

 

Eita, Free People, maltrata esse coração…

Se uma loja quiser ganhar meu coração, não precisa de muito, na verdade de uma coisa só: identidade. Sabe aquela coisa de reconhecer a peça de uma loja, mesmo estando fora dela? Então, a Free People e a Farm têm muito disso, as peças não são apenas peças, retratam estilos de vida, refletem o comportamento daqueles que as usam…até as músicas que tocam na rádio Farm são peculiares, remetem à marca de um jeito ou de outro…juro a vocês que onde quer que eu esteja, se escuto Tulipa Ruiz, ou Sara Tavares penso “nossa, isso é tão Farm…”

Então, a Free People é bem assim, e freqüentemente faz publicar no seu instagram looks cheios de personalidade. Nada do que as pessoas chamam de “tendência”, o que é bastante legal, já que tomei um certo abuso do termo, pois carimba na testa da gente um “tem-que-usar”, como se fôssemos obrigadas a engolir tudo que não se parece com a gente em nome da itpopularização, ou itidiotização, dá no mesmo.

O fato é que desejei usar vestidinho navy curtinho, pantalonas gigantescas, saias midi, e shortinho de patchwork…nada que tenha em catálogos de moda convencionais. Como minha mente é meio randômica, a aleatoriedade me permite não me ligar muito em épocas, e sim no estado de espírito, e na vontade de criar(caso do patchwork, tô desenvolvendo uma saia pra mim assim).

Talvez por isso a Free People me agrade tanto com esses lookbooks mais novos, que abarcam as meninas boholentas, pinups, vintagistas, bucólicas, e surfistas, tudo junto e misturado! Como sou várias em uma só, dona de muitos humores, me identifiquei total!

Pena que a Free People não dá muita chance pra gente que não é ryca, tipo, pra vocês terem uma ideia, essa pantalona custa mais de duas mil Dilmas, quer dizer…é implorar pra titia se compadecer da minha situação e fazer pelo menos duas das peças aí da seleção. Pelo menos o vestidinho navy e a saia envelope pra eu não ficar tão tristinha. Oremos para os sonhos se realizarem!

A hora e a vez de Versace para H&M

Já tá ficando batidinha essa história de maison-se-unindo-a-fast-fashion. A da vez é a Versace, que divulgou hoje as imagens da campanha de sua coleção para a H&M.

A marca, que tem a Medusa como logotipo, fez questão de introduzir na coleção peças icônicas da marca. O DNA tava evidente na sua coleção “acessível aos mortais”: couro, tachas, brilhos, comprimento curto, estampas em cores fortes, cintos extravagantes…todos presentes.

Separei algumas imagens pra mostrar pra vocês, e adianto que tem bastante coisa legal, mas não justifica dormir em fila, bater na colega pra pegar uma peça na arara…tô fora, e não acho nada bacana essa veia do capitalismo+consumismo. É uma parte que eu, definitivamente, pulo. Aconteceu com Lanvin para H&M, com Missoni pra Target, e vai provavelmente acontecer agora.

Fotos: reprodução

Prefiro Tia Alice para Devaneios Fashion. Pelo menos não tenho que enforcar ninguém pra ter uma peça bonita no meu guarda-roupas.

O lookbook da Free People e os 3 mais.

Oi!

Hoje queria encerrar e noite postando 3 looks do tipo “quero pra mim” que encontrei no catálogo da Free People.

Pra quem tá chegando agora, a Free People, eu diria, é uma espécie de loja Farm das gringas. Tá certo que com as devidas adaptações, já que o estilo da FP puxa mais pra o boho; porém, essa é a comparação mais próxima que dá pra fazer.

E daí que separei essas três imagens e gostaria muito de saber o que vocês acham delas: a primeira, é boho total; a segunda já é mais arrumadinha; e a terceira fica entre uma e outra.

Alguém mais não vai conseguir dormir sonhando com esse moletom com renda?

Gucci Pre-Spring 2012: porque dourado não pode faltar nunca!

O post de hoje é meio que saidinho do forno, sabem, e eu adoro mostrar novidades pra vocês!

É que a Gucci jogou esses dias na rede seu lookbook de pré-primavera, pincelado horrores pela tonalidade camelo, e também pelos dourados, beges, amarelos e brancos. A simplicidade e sofisticação falaram bem alto, e o que apareceu vocês já sabem: a mulher Gucciana é uma globetrotter que preza por bons cortes, e não apenas isso, as peças devem ser elegantes, muito elegantes.

Dúvidas? Separei alguns looks pra vocês, lembrando que se vocês clicarem na imagem, ela abre grandona, e aí dá pra ver bem legal todos os detalhes:

Eu tipo amei a saia amarela, o vestido vermelho, e o combo regata/saia do primeiro look…são peças que gostaria muito de ter em meu armário….em verdade queria todas, nesse blog prevalece o mundo sincero, e não vou mentir pra vocês.

Mas, sempre tem AQUELA PEÇA, e AQUELA PEÇA foi o vestido da foto abaixo, simples, porém feito de lamê dourado, ou seja, se ele fosse de qualquer outro tecido, possivelmente diria que era um Calvin Klein. Contudo, com esse banho de dourado não podia ser de nenhuma grife senão Gucci. Babem comigo em 3, 2…

Não sei onde usaria, mas sei que eu queria…e vocês?
Ps: O que é essa bolsa bege com zebra do look da calça(argh)vermelha(argh), hein? Fiquem com a calça que eu fico com  a bolsa :)

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