Testei: Sweet Sweat Workout Enhacer

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Eita que hoje vou falar sobre um dos produtos que vocês mais me pediram pra resenhar!! Vamos conversar um pouco sobre o Sweet Sweat Workout Enhacer?

O Sweet Sweat, consoante descrição da marca, é um termogênico em gel, sem contra indicações (exceto quem tem alergia a algo da composição, ou problemas coronarianos, etc…consultem um angiologista, endocrinologista, ou dermato antes de usar) que promete potencializar a queima de calorias nas regiões onde é aplicado, através da vasodilatação. Segundo a marca, deve ser usado de preferência enquanto estamos nos exercitando.

O produto promete ainda:

• Aumentar a circulação na região em que se aplica o produto;

• Deixar a pele mais fina;

• Retirar o excesso de água na região aplicada (aspecto de inchaço);

• Estimular suas glândulas sudoríparas para liberar toxinas acumuladas;

• Ajudar contra lesões.

Muito embora o fabricante fale que ele tem textura em gel, eu acho mais com jeito de creme, um creme leve, mas ainda um creme:

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Antes de falar o que penso do produto, importante observar a composição, principalmente porque algum de vocês pode ter reação alérgica a algum deles, mas, pelo que vejo, os ingredientes são tranquilos, basicamente a pasta de petrolato (tipo a da vaselina), e muitos compostos naturais, como óleo de coco, açaí, romã, jojoba, vitamina E. Ou seja, nada pesado:

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Mas essa mistureba funciona? Primeiro, vamos esclarecer: gente, não existe milagre, não existe produto que você passe hoje, e amanhã esteja seca, não tem. Porém, tenho usado o Sweet Sweat há alguns meses (8, 10 meses), e posso dizer que, aliado ao exercício físico, e reeducação alimentar, ele potencializa SIM o metabolismo nas áreas onde é aplicado. Passei minha vida toda tentando resolver a bronca da gordurinha na lateral da cintura (aquela que marca com calça baixa, calcinha, que faz duas cinturas na gente hahaha), e só com esse produto consegui afinar. Ele de fato faz a gente suar muito na região aplicada, e se botar a cinta de neoprene (que eles recomendam que a gente use sempre, mas eu só uso quando faço atividade física em casa) parece que a gente saiu de uma sauna. O produto é punk!

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Portanto, de forma visível, e enquanto consumidora leiga na parte técnica, percebi que o produto funcionou comigo. Da descrição deles, posso apontar com certeza que o Sweet Sweat, em mim: fez suar mais que o normal, reduziu efetivamente medidas, e no dia seguinte ao uso do produto fica parecendo que fiz drenagem, o que me levanta a suspeita de que ele também elimina toxinas da região em que foi aplicado.

Trocando em miúdos: SUPER RECOMENDO!

Agora vem a parte ruim: o preço. O Sweet Sweat no Brasil custa em torno de 200 reais, desse meu, em forma de bastão. Nos EUA, em torno de 33 dólares, uns 90 reais mais barato que aqui. O pote, com maior quantidade que o bastão, custa 49 dólares fora, e deve durar horrores, porque meu bastão tá durando, magina um potão de produto!

Pra quem se interessou e quer adquirir no Brasil, tem o site da marca AQUI, e tem um amigo meu no instagram @mundosuplementtos que vende num preço bem honesto, e entrega no país todo. Lá fora, tem a RICKYSNYC, e a loja da marca, só clicar AQUI pra acessar; vale a pena pedir pra uma amiga trazer, ou se você tiver fora, compre pra não se arrepender!

Bom, dado meu relato sobre o Sweet Sweat quero saber de vocês se já usaram, e sentiram diferença, comentários abertos, valendo!

Beijos,

Rose.

Testei: Anthelios Airlicium fps 70, da La Roche-Posay

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Natal é uma cidade quente. Muito quente. Viver por aqui sem passar um BB cream, ou um protetor solar com fator alto pode nos criar um probleminha chamado câncer de pele. A questão é que sou chata, poucos são os produtos com proteção solar que me agradam, não curto aquela textura melequenta que os bloqueadores/protetores deixam na pele, e também não sou fã daquele cheiro forte de protetor o dia todo; abusa, de verdade. E aí que, não achando nada legal nos últimos anos, acabei trocando o tradicional protetor por BB cream, inclusive pela praticidade de reunir muitos benefícios em um só produto.

Porém, eis que apareceu no Brasil o bloqueador em gel-creme da La Roche-Posay, o Anthelios Airlicium fps 70, e fiquei doida pra testar, porque já tinha recebido uma amostrinha do produto com fps 30, e me interessei em usar de forma mais continuada para dar uma opinião sincera pra vocês.

Então, sentem que lá vem resenha!

O QUE PROMETE: segundo o fabricante, o Anthelios Airlicium fornece proteção solar muito alta (fps 70 PPD 35), controle inteligente da oleosidade e umidade, redução imediata de poros, e sensação de pele limpa por 9 horas.

COMPOSIÇÃO: abaixo fotografei a composição pra vocês , e adianto uma questão importante: La Roche-Posay, antenada com estudos que condenam o uso de 4-mbc (4-metil benzilideno cânfora) nos filtros solares, por desregular a tireóide (aumentando a produção de estrogênio acima do normal, fazendo a gente engordar, fazendo surgir celulites, e nos homens favorecendo o aparecimento de tecidos mamários, e arredondamento das nádegas), e ser uma substância cancerígena, descartou o componente, e usa em sua formulação o Tinosorb (quimicamente, composto de Metileno Bis-Benzoriazolil Tetramethylbutilfenol – Tinosorb M, e Bis-Etilhexiloxifenol Metoxiphenil Triazine – Tinosorb S), componente seguro para uso em filtro solar, extraído de pesquisas do Conselho Internacional de Cosmética. O Tinosorb M, utilizado na formulação do Anthelios Airlicium, é um filtro que cumpre um duplo papel, o de absorver energia, e o de refleti-la. Além desse ponto em favor do gel-creme aqui resenhado, o filtro em sua propaganda esclarece ao consumidor o seu PPD (fator 35, excelente!), que protege a pele contra os raios UVA, que considero até mais nocivos que os UVB.

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TEXTURA: como mostra a foto abaixo, é um gel-creme, um pouco espesso olhando assim, mas quando aplicado, ele tem uma espalhabilidade boa, e fica sequinho na pele.

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CUMPRE O QUE PROMETE?

Vamos lá: fazer teste de duração de filtro solar em pessoas de pele mista como eu no nordeste é impossível. Ele não dura 9 horas na minha pele nem a pau, mas sejamos sensatas, aqui nesse calor, e com a pele que eu tenho, não dá pra passar 9 horas sem lavar, passar um tônico, e reaplicar o filtro, vai ficar uma fábrica de óleo de fritar pastel, não é problema pra mim reaplicar sempre que lavar o rosto, não mesmo.

Sobre diminuir os poros não vi essa diferença, tenho uns poros horríveis de abertos, e eles não ficaram menores, mas pra isso existe outro produtinho chamado primer, e um ritual chamado “exfoliação a cada 7 dias” pra dar uma diminuída nos poros.

Quanto à proteção ele funciona SUPER, fiz o teste de ficar no sol com ele um tempinho e minha pele não queimou de jeito nenhum onde eu apliquei. Também fiz teste na praia e não precisei reaplicar nenhuma vez. A única coisa que me incomoda um pouco é que o cheirinho de filtro, apesar de ser BEEEM mais fraco que outros produtos que já teste ainda tá por lá, mas isso não desqualificada o excelente produto que a La Roche colocou no mercado pra gente.

Resumindo: pra mim, ele cumpriu em boa parte o que promete. Pra turma que tem pele normal, e vive em regiões onde o clima é agradável, ele pode ser quase cem por cento satisfatório, inclusive.

RECOMENDARIA? CLARO QUE SIM! Só em me oferecer um fps e PPD alto, e não possuir em sua formulação uma substância comprovadamente nociva à minha saúde, esse filtro solar merece ser recomendado. Vão na fé porque o produto é bom, talvez o melhor do mercado brasileiro.

Pra quem se interessou e gostaria de experimentar o produto, ele pode ser facilmente encontrado em farmácias, e custa aproximadamente 70 reais. Dura horrores, porque uma bolinha do diâmetro de uma pérola média já é suficiente pra cobrir todo o rosto.

Quem já testou, comenta aí o que achou, pra deixar nosso post bem rico e informativo prozamigue e prazamigue, tá?!!

Beijos!

 

Batons bons, bonitos e baratos: minha mini coleção Dailus

Todo mundo sabe que o mundo está em crise. Não tá fácil pra Duquesa de Cambridge, vulgo Princesa Kate, que faz muito tempo que usa só roupa baratinha (não que isso seja desonroso, pelo contrário, só mostra o quanto ela é consciente, e diva), e não tá fácil pra gente, que tá longe de morar em um país de primeiro mundo. E se nossa renda atual não comporta um batom MAC, não há razão para comprá-lo, principalmente quando o mercado nacional oferta batons maravilhosos, e  custando um sexto do valor da marca canadense.

Um bom exemplo de marca boa, bonita e barata é a Dailus Color, que cresceu muito de uns 4 anos pra cá, e hoje tem uma linha extensa de batons, com coberturas diversas, assim como a M.A.C, e até uma linha de batom líquido. Minha paixão pela Dailus surgiu exatamente da vontade de ter alguns batons com cores legais, mas sem rasgar meu dinheirinho suado. Comecei comprando três exemplares, muito parecidos com o Saint Germain, Girl About Town e Chatterbox da M.A.C,  hoje tenho  uns onze batons Dailus. Os meus preferidos eu mostro hoje pra vocês, e vou fazer algumas comparações, fazendo as seguintes advertências:

- Os batons Dailus são bem baratos, antigamente comprava a cinco reais, mas hoje eles transitam entre 7 e 19 reais a depender da linha. Ainda assim vale a pena, já que um exemplar da M.A.C, por exemplo, tá custando 66 reais.

- Sim, eles têm um cheirinho diferente (acho que essa é a única reclamação que as clientes fazem deles), mas nada que incomode; gente, são batons de farmácia, não dá pra esperar um Chanel, óbvio! Porém, a cobertura é bem boa, e o cheirinho, quando a gente aplica, não fica lá nos caningando;

- Não, não exijam que esse batom seja um Dior. Ele vale o quanto pesa, como diz o ditado, e é bem digno quando se trata de custo benefício.

Agora sim, vamos ver meus prediletos da Dailus?

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Desse trio, dois eu amo e uso muito: o pêssego, e o nude, que lembram muito o Chatterbox e o Myth, da M.A.C. O laranjinha ainda não usei muito, tô estudando um jeito de usá-lo misturando-o a outras cores, e aplicando com os dedos pra ficar mais natural.

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O segundo trio é composto do Lilac, que amo também, o Pitanga, e o Goiaba. Dos três o que uso mais é o Lilac, ele se parece com o Snob, mas com um fundo mais roxinho. O pitanga (que lembra o Jeffree da Kat Von D, e tem um quê de Vegas Volt, da M.A.C) e o goiaba vão na minha bolsinha de make rápido, que fica dentro de minha bolsa da diária, para eu usar no trabalho e retocar ao longo do dia.

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Nesse último grupo eu coloquei minhas aquisições mais recentes: o batom Uva, pra fazer a linha “Diva” da M.A.C, toda trabalhada no batom marsala; o Pitaya Matte, que é rosa com um fundo levemente lilás, e o batom líquido Basque, que é meio cereja, lindo mesmo. Ah, falando em batom líquido tô aloka do batom líquido, depois faço post falando dele pra vocês!

E é isso, esses são meus prediletos da Dailus, batons que uso no dia-a-dia, e curto bastante, principalmente porque não dói no bolso comprá-los.

Mas me digam, cês curtem uns batons baratinhos também? Quais as marcas que vocês mais gostam? Gosto bastante da Dailus, mas amo a Vult também, porém é assunto pra oooooutro post!

Beijos!

Testei: Base HD Graftobian

 

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Engraçado que jurava que já tinha feito um post sobre essa base pra vocês, principalmente porque faz uns 3 anos que tenho essa base, e é o tipo de produto que a gente deve compartilhar, porque é bem bom, e bem em conta. Catando no arquivo do blog, vi que falei por alto em um post de fotos de Instagram, e fiquei CHO-CA-DA, pois não detalhei pra vocês a maravilha que é esse produto. Mas, antes tarde do que nunca, vamos falar sobre a base HD dos maquiadores do teatro e da TV, a Graftobian.

A Graftobian é uma empresa sediada nos EUA, e promete vender o melhor da maquiagem, a preços honestos. Detalhe: os produtos são cruelty-free, de utilização segura, e de alta qualidade. Será tudo verdade? Vamos conversar um pouco.

Quando eu comprei minha base HD, ela era vendida no Brasil por um preço bem alto; então, optei por comprar naquele esqueminha do Shipito, endereço americano. Entrei no site Camera Ready, revendedora autorizada da marca, e adquiri. Chegou bem rápido, porém demorei a testá-la, porque vocês sabem, produto americano começa a correr o prazo de validade quando aberto. Como eu tinha muita base na fila, aguardei, e abri realmente acho que no ano passado, e ontem, ajeitando minhas maquiagens, decidi que ia ser minha base até o fim do ano, pra não perder, né?

A razão da compra na época? Vi um vídeo da Juliana Paes (pra ver clica AQUI) se maquiando para uma novela, eu acho, e percebi que ela utilizou uma paleta da Graftobian…pronto, foi o suficiente pra eu endoidar pela base. Chutei minha cor, Lady Fair, e deu certíssimo, o palpite foi certeiro!

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E como é a textura da base, Rose? Ela é em creme, o que assusta a turma da pele mista/oleosa. Porém, devo confessar que, apesar de ser em creme, não é melecada, é um creme meio sequinho, fino, tanto que a proposta dessa base é justamente sobrepor camadas sem pesar (tem um vídeo AQUI mostrando direitinho). A cobertura é bem boa, tenho a pele um tico avermelhada, e ela cobre os pontos avermelhados, uniformizando a pele de maneira muito digna, e até deu uma cobertura nas olheiras :). Fiz foto pra vocês compararem(não reparem na falta de dignidade da foto, foi tudo por vocês hahahaha):

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Sobre a durabilidade,  para o clima do RN, ela segura bem, umas 3 a 4 horas, com um pó HD fininho por cima (uso o da elf).

Ah, Rose, mas nunca vi ninguém falando da Graftobian? Seguinte, acho que não tá nos planos da empresa ficar pagando jabá pra blogueira divulgar, até porque isso implicaria em um custo, às vezes bem alto, e se a intenção da marca é vender barato, vocês sabem, talvez não compense arcar com essa publicidade. Em verdade vos digo: a Graftobian só não tem esse cartaz midiático todo porque não “jabariza” seus produtos, e como as pessoas se prendem muito a marcas, e não à qualidade, não há uma divulgação tão grande. Porém, na maletinha de maquiadores bem famosos, principalmente aqueles de TV, teatro, desfiles, e editoriais SEMPRE tem algum produto Graftobian, podem acreditar.

O mais bacana é que desde que comprei minha base, a marca ampliou muito sua linha: tem produtos para maquiagem airbrush, pó solto, pó/base HD, paletas de corretivos com mais combinações, batons, delineadores, pincéis, e o melhor, o site Camera Ready agora entrega no Brasil, e tá com tudo da Graftobian em preço bem honesto. Quem quiser conhecer clica AQUI.

Pra finalizar, só pra vocês sentirem o drama dos produtos da marca, achei esse vídeo de uma oriental mostrando uma maquiagem para noivas, TV, etc utilizando produtos da Graftobian. Vale a pena conferir:

Ah, ia me esquecendo, muito embora seja uma ótima base, não sugiro utilizar na diária, e digo a razão: em épocas de BB, CC, e DD cream, tratar a pele é muito importante, proteger do sol também; então, para o dia-a-dia, melhor utilizá-los, é o que faço. Base, pra mim, só em eventos noturnos que peçam uma cobertura adicional de base ou, de dia, com protetor por baixo, quando a intenção também é uma cobertura extra, que o BB não dá.

Pra turma dos alérgicos, informo a composição da base: Caprylic/Capric Triglyceride, Octyl Palmitate (Ethylhexyl), Camauba Wax (Copernicia Cerifera), Petrolatum, Lanolin Oil, Bees Wax, Ozokerite Wax, Acetylated Lanolin Alcohol, PTFE, BHA, Silica, Phenoxyethanol, Isopropylparaben, Isobutylparaben, N-Butylparaben. May also contain: Titanium Dioxide, Iron Oxides, Talc, Ultramarines.

E é isso, espero que vocês tenham gostado desse post longo e cheio de detalhes sobre uma das bases que mais gosto. Tive que ser um pouco demorada na escrita, mas tudo foi pra auxiliar vocês na escolha de uma base ideal. Enjoy!

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Um breve arrazoado sobre algodões orientais

Devo confessar a vocês que quando ouvi falar pela primeira vez em algodão gringo, fiquei muito irada, xinguei a Vic do Dia de Beauté até não querer mais. Contudo, o tempo passou, e achei um certo fundamento nos elogios aos algodões gringos, e fui atrás de algo vindo lá dos “japa”, que produzem tecnologia com preço bom pra brasileiro consumir. É, porque pagar cem Dilmas em algodão é lasca, né, só pra quem é rica e phyna, coisa que eu nem de perto sou.

Daí que eu pesquisei, pesquisei, achei uns exemplares baratos de algodões japoneses, e devo confessar: o negócio é diferente, minhas amigas, mesmo!

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Já vejo vocês se indagando em casa: “diferente como, é de ouro, deixa você linda?” Não, não, em resumo, posso dizer que vale o que custa. Aqui no Brasil, pelo mesmo preço, a gente leva aqueles disquinhos vagabundos que arranham a pele da gente, não absorvem produto, e não removem resíduos… os exemplares “japa” não agridem a pele, não soltam fiapos, têm uma suavidade incrível, e uma absorção maravilhosa; vi exemplares que prometem inclusive hidratar a pele! Muito amor!

Além de todas essas qualidades, notei uma coisa: quando uso esse algodão com demaquilante, a sensação que fica depois é de limpeza; quando uso o algodão das bandas de cá, parece que entupiu meus poros com demaquilante + resto da maquiagem. Resultado? Big espinhas, só pra vocês sentirem como essa historinha de algodão brasileiro x algodão gringo não é balela.

Sobre onde encontrar, achei os meus no Ebay, mas acho que na Liberdade deve ter pelas lojas de beleza de lá…sobre algum exemplar brasileiro bem legal não achei nada, porém nada impede de vocês virem nos comentários e darem a dica, porque essa vida de esperar 30 dias por uma caixa de algodão é tão cruel, e até ridjiculoan, mas, se é pra pele ficar mara tenho que me virar como posso.

Testei: protetor solar Bioré Aqua rich watery mousse SPF 50 PA+++

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Todo que me conhece sabe que sou uma recente amante dos produtos asiáticos. Começou com o BB cream, passou pelos cleansing oils, e agora resolvi testar o famoso protetor solar da Bioré, marca japonesa do grupo Kao muito bem conceituada quando se fala em indústria de cosméticos. Minha influência para a compra? O Pedro, do blog East to West Skincare, que faz resenhas tão legais sobre produtos asiáticos que dificilmente a gente erra nas compras.

O Bioré Aqua Rich é um protetor solar a base d’água, indicado para a pele mista. Segundo o fabricante, o produto promete hidratar a pele, e protegê-la dos raios solares, tudo isso sem deixar um aspecto pesado, segurando a make que geralmente a gente passa logo após a aplicação do produto. O legal desse protetor é que quando a gente passa, dá uma impressão de que vai empelotar na pele; porém,  esse “empelotamento” nada mais é que um conjunto de micropartículas de água que vão se quebrando à medida que a gente espalha o protetor. Massa, né? Esses japas são danados mesmo quando o assunto é tecnologia…

Fiz uma evolução fotográfica de como esse protetor se comporta na pele:

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Fase 1: textura, em mousse

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Fase 2: o aspecto aquoso do protetor quando espalhado

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Fase 3: o protetor já espalhado na pele

Se ele cumpre o que promete? Sim. Como eu disse, ele é bem indicado para a pele mista, não porque matifica total a pele, mas porque não adiciona oleosidade, dá uma matificada leve, não pesa, e não deixa um aspecto grudento no rosto (sim, eu uso no rosto só). Venho usando há uma semana, e noto que ele tem segurado sim a bronca, mesmo nos dias mais quentes; o protetor da Bioré dá de lavada nos protetores indicados para pele mista e oleosa nacionais, minha opinião, tá?

Para a galera alérgica, ou com sensibilidade a algum elemento, segue composição do produto para conhecimento: Water, Cyclopentasiloxane, Ethylhexyl Methoxycinnamate, Alcohol, Titanium Dioxide, Polyglyceryl-3 Polydimethylsiloxyethyl Dimethicone, Agar, Behenyl Alcohol, Microcrystalline Wax, Phenoxyethanol, Polyvinyl Alcohol, Ethylhexyl Dimethicoxybenzylidene Dioxoimidazolidine Propionate, Acrylates/C10-30 Alkyl Acrylate Crosspolymer, Ceratonia Siliqua Gum, Sodium Stearoxy PG-Hydroxyethylcellulose Sulfonate, Hydroxyethylcellulose, Lauryl Methacrylate/Sodium Methacrylate Crosspolymer, Fragrance, Potassium Hydroxide, Maltodextrin, Disodium EDTA, BHT, Butylene Glycol, Propylene Glycol, Citrus Grandis (Grapefruit) Fruit Extract, Sodium Hyaluronate, Citrus Medica Limonum (Lemon) Fruit Extract, Citrus Aurantium Dulcis (Orange) Fruit Extract.

Sobre o preço, o Bioré AR custa de vinte, vinte e cinco reais, se comprado no Ebay. Por esse preço, a gente não acha nunquinha um protetor bom por aqui no Brasil. Só pelo precinho camarada já vale a compra pra teste, né?

Um contra? A dificuldade de remoção. Não digo bem dificuldade, mas é que a gente é acostumada a limpar resíduo de maquiagem e protetor com sabonete líquido e tônico, e olhe olhe. Os protetores asiáticos, para a remoção completa, requerem a técnica do double cleansing, que já expliquei pra vocês neste post AQUI. Portanto, pra quem tem preguiça de limpar a pele (que feio, hein?), talvez os protetores japas e coreanos, por exemplo, não sejam os mais indicados.

Como foi pra teste, comprei uma bisnaguinha com menos quantidade de protetor. Quando ele acabar, já tô com outro Bioré pra usar, e contar o que achei pra vocês. Portanto, aguardem mais um post da série “protetores asiáticos”.

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