Dando seguimento à série “Amo as estações mais quentes do ano”, uma prévia à nossa primavera: as coleções gringas. É que muita coisa vista por lá é copiadinha(ou inspired, como queiram, tsc, tsc, tsc) por aqui…mas sigamos em frente, que separei muita coisa pra vocês, e essa é apenas a primeira parte.
Bottega Venetta: apostou nas cores sólidas, e em cortes elegantes, com pinta de alfaiataria, o que é sempre bom pras colegas mais clássicas, ou para as que adotam hi-lo de peças mais descoladas com alfaiataria. Notaram que o comprimento da saia(lápis) ficou acima do joelho? Pois é…
Diane Von Furstenberg: se dinheiro eu tivesse, Diane Von Furstenberg eu vestiria. Na coleção de pré-primavera, DVF fez uma coleção urbana, inspirada fortemente na cultura do hip-hop, principalmente o grafite. Porém não deixou a feminilidade de lado, marca registrada da grife, o que transparece na fluidez dos tecidos, nos comprimentos mini e midi. (Só de olho no vestidinho laranja ali da pontinha)
3.1 Phillip Lim: A coleção de PL veio repleta de roupas confortáveis, porque na primavera tudo que a gente menos quer é roupa colada, apertando o corpo no calorão(ou não). Calças ora skinny, ora flared, ora saruel se misturam a blazers mais soltinhos, blusas amarradas, tudo rente ao corpo, nem solto demais, nem agarrado, na medida exata. Sabiam que esse é o segredo pra roupa vestir bem?
As cores? Mostarda, preto, camelo, azul celeste, branco, laranja, bege, areia, chocolate, creme…geralmente cores neutras, pontuadas por cores mais fortes. Outra coleção que favoritei na minha pastinha virtual de inspirações.
Vionnet: quando eu penso em Vionnet, já penso nas celebs andando por aí com algum trajezinho da marca. É inevitável, vez ou outra aparece uma Leighton, uma Rachel Bilson trajando alguma peça Vionnet. Também pudera, suas coleções são sempre lindas, bem vida real, e dessa vez não foi diferente. A marca buscou uma inspiração oriental, mas não só isso. Vionnet mescla elegância, cores, estrelas tudo num pacote só, criando uma coleção charmosa, usável, porém não menos conceitual.
Viram essa bermuda com textura estilo uma carpa do lado esquerdo superior do grupo de imagens? Curti, ó!
Carolina Herrera: é a nossa “mulherzinha”. A modelagem cinqüentinha mostra que resiste firmemente(pra mim é um clássico), e CH não costuma sair dessa regra, pois basicamente se concentra num período de feminilidade aguda da história da moda. A inovação ficou por conta das estampas botânicas tromp l’oeil(que dá ilusão de ótica), e das macro polka dots, que se transformaram em vestidos volumosos, lindos, que certamente aparecerão em red carpets, por aí.
Derek Lam: Mais um que buscou referências orientais para compor a coleção, pero no mucho. DL desenvolveu peças urbanas, mas com pegada resort, e o resultado são shorts com modelagem estilo surfista, jeans aparecendo em peças inusitadas e em cortes não menos exóticos, amarrações na cintura como kimonos, e lenços que viram vestidos, shorts e saias, tranqüilamente.
Michael Kors: por fim, MK, com uma coleção escancaradamente inspirada no surf(ou nos mergulhadores), com peças que mais parecem os long johns de neoprene usado pelos reis das ondas, e calçados estilo Papete(bem novinho!!!). Não curti, não usaria, esse animal print colorido não me agradou…tô dando minha opinião de leiga, os críticos de moda que me perdoem. Abriria apenas duas exceções: os dois vestidos longos que estão logo abaixo.
E eu vou ficando por aqui, aos pouquinhos vou soltando o resto das coleções pré-primavera, para só depois dar início ao resumão básico do SPFW e agregados!






























