mai
25
E vem chegando a temporada de Maxibrincos, vão encarar?

A gente já ouviu tanto falar de bolsa, de sapatos, de pulseiras mil, de mãos cheias de anéis…e se esqueceu de que um acessório promete crescer e aparecer nos próximos meses: os brincos.

Pois é, leitora, estamos em vias de sair por aí de brincões; culpa da marca Chanel e da Louis Vuitton, que nas passarelas trataram de usar nas modelos este acessório, que veio alongado, na forma de franjas, bem fáceis de fazer, aliás.

Mas não são só os brincos estilo franja que prometem estourar: aqueles com formas geométricas, com pedras, e até os mais artesanais já estão sendo usados lá fora. E como a globalização traz a universalização das tendências, acho que é hora de procurar aquele seu brincão que tava guardado e sair por aí, toda toda, antecipando tendência!

Mas me digam? Topam ou não topam? Será que a moda pega?

Aposto minhas fichinhas que sim, principalmente porque nós, brasileiras, sempre amamos brincões. Usá-los vai ser fácil, fácil!

mai
24
Oh, Dúvida Cruel: Como usar blazer/spencer com brilho?

O Dúvida Cruel voltou, com um dilema da leitora Bruna Markes, do blog Papo Closet.

Ela tem um blazer com brilho, e não sabe como usar. Sente que foi uma compra “por impulso”, e deixou o bichinho lá, estocado, pedindo loucamente combinações pra fazer com ele.

Ainda segundo Bruna, a foto não reproduz bem o original, que é bem mais brilhoso. Mas, vamos à imagem:

Então, leitora amiga do meu core. A ideia do blazer é muito boa, mas a modelagem dele não é moderna, o que não significa que não tem jeito. Usá-lo subindo a manga(franzindo, ou dobrando), aberto, com uma peça bem descolada por baixo, pode deixar sua peça mais atual. Se quiser uma adaptação mais forte, pode colocar ombreira, pra deixá-lo bem Balmain.

Aliás, sobre a dúvida da Bruna, é importante que vocês todas saibam que as peças com brilho, muito brilho, estão no topo das paradas fashionísticas: saia, blazer, jaquetas, calças…

Tá aí essa sainha da Zara que não me deixa mentir:

As celebridades já entenderam o recado:

Mas a dúvida da leitora precisa de exemplos práticos, né? O mural de inspirações, pode ajudar, e muito!

Fiz ainda um grupinho de montações, para acabar de vez com a tristeza da leitora, e de sua peça, escondidinha lá no canto do guarda-roupas.

A lição que deve ser guardada é da que o blazer chama atenção por si só; logo, os complementos devem ser dosados. Nada de muito exagero, senão a poluição visual toda conta de tudo!

Um look todo preto, ou apenas um toque de cor, e nada mais, vai deixar seu blazer ser o centro das atenções, afinal, ele nasceu pra aparecer!

Fica muito bacana usar uma camisa por baixo dele, e arregaçar as mangas da camisa juntas com as do blazer. Atualiza sua peça em instantes!

Bem, espero que tenha ajudado mais uma amiga-leitora desesperada, e até o próximo Dúvida Cruel, lembrando que para participar, só mandar um e-mail para devaneiosfashion@gmail.com.

mai
22
Inventando moda: Pulseira feita com porcas(isso mesmo!)

Se tem um site de DIY que eu gosto, é o Honestly, WTF. Dia desses tava por lá vendo alguns tutoriais deles, e me deparo com essa pulseira, feita de porcas, sim, de porcas, querida leitora. Corri num loja de material de construção, e tratei de fazer uma pra mim, que ficou desse jeito:

Querem aprender? As fotos, que estão originalmente no blog Honestly nesse link AQUI, foram copiadas, e o tutorial foi interpretado por mim. Quem quiser a versão em inglês, dá um pulinho lá que o blog é muito bom!

Para fazer a pulseira, você precisa apenas de cordonê(que tem em qualquer loja de montagem de bijus) e porcas, que são encontradas em lojas de material de construção.

  • Divida o cordão em 3, e deixe uma margem boa para amarrá-lo no braço;
  • Dê um nó;
  • Comece a trançar, sem a porca, a partir do nó, por alguns centímetros, o suficiente para as laterais do braço;
  • E agora, coloque a porca do lado esquerdo, e já passe esse cordão para o lado direito;
  • No cordão do lado direito(não o que você cruzou), coloque mais uma porca, e passe o cordão com essa porca para o lado esquerdo;
  • Vá fazendo essa seqüencia, de modo que, quando você colocar a pulseira, as seqüências de porcas fiquem na parte de cima do seu braço;

  • Quando terminar de inserir as porcas necessárias, volte a trançar sem as pecinhas, e dê um nó, para finalizar a pulseira, que ficará como a foto abaixo:

As minhas porcas foram prateadas, mas sei que tem porcas douradinhas pra vender(onde comprei as prateadas as douradas tinham acabado). Já tô louca pra encontrar umas e fazer com cordão nude, deve ficar mais ou menos como essa da foto:

E aí, prontas pra fazer uma?

*Credit Images: Honestly WTF blog.

mai
22
Outdoor humano? Não, obrigada.

Comprei uma bolsa de grife
Mas ouçam que cara de pau.
Ela disse que ia me dar amor
Acreditei, que horror
Ela disse que ia me curar a gripe
Desconfiei, mas comprei
Comprei a bolsa cara pra me curar do mal
Ela disse que me curava o fogo
Achei que era normal
Ela disse que gritava e pedia socorro
Achei natural

Ainda tenho a angústia e a sede
A solidão, a gripe e a dor
E a sensação de muita tolice
Nas prestações que eu pago
Pela tal bolsa de grife

(Vanessa da Mata, Bolsa de Grife)

“Era uma vez uma mocinha sem amigos e sem namorado, que um dia encontrou a solução para seus problemas: comprar. Comprar roupas e sapatos de marca, sair mostrando suas aquisições por aí, de preferência usando tudo junto e misturado, até em suas idas ao supermercado. Fez “amigos”, arrumou namorado, e parecia estar tudo bem. Apenas parecia.

Começou aos poucos, e terminou de um jeito que todo mundo sabe: o excesso de compras a levou à ruína financeira, e à depressão; chegou o momento em que comprar não satisfazia mais, não preenchia aquele vazio que existia desde o começo em que entrou naquele círculo vicioso, diagnosticado como CBD(compulsive buying disorder)…”

Essa mini-história é fictícia, mas certamente nos porões dos consultórios psiquiátricos é muito mais real do que possamos imaginar. Se tornar um outdoor ambulante não te faz a melhor pessoa do mundo, nem a mais fashion de todas, se que saber. Sair por aí exibindo todas as marcas grifadas no corpo nada mais é que publicidade gratuita; é você, “bancando” a marca, e sem receber um tostão furado por isso. Pelo contrário, do seu bolso sai muita grana.

E é aí que reside o grande questionamento: Realmente preciso adquirir milhões de peças de marca para estar na moda? Preciso sair comprando tudo que vejo feito louca pra ser aceita pela sociedade?

A resposta é meio óbvia: claro que não!


Quem usa grife da cabeça aos pés tem um senso de posse totalmente oposto à noção de refinamento. Muito embora várias peças sejam bonitas, usadas juntas se tornam um conglomerado feio, e brega.

Usar peça de marca dá a falsa ilusão de que você é alguém com elas; porém, elas estampam por todo o seu corpo insegurança, baixa auto estima…você não passa de uma pessoa parte viciada em compras, e parte viciada em grifes. A sensação de comprar algo novo é como uma dose pesada de droga do bem estar putativo, que traz consigo a falsa ilusão de que você é poderosa e está no controle de tudo. E não sou eu quem está dizendo, palavras de profissionais  de psicologia.

Ora, analisemos o ritual de quem sofre desse mal, na compra de um sapato grifado: você não está espiritualmente presente quando paga uma nota num Louboutin. Se estivesse, pararia, e pensaria nos outros 12 pares de sapatos que você tem em casa. Porém não é você que está comandando a situação. Você compra o sapato, e ele passa a morar junto com os 12 que você já tinha. E aí, aquela emoção da compra se evapora. Nesse exato momento, seu espírito afunda. Você se sente vazia, culpada e meio tola por ter uma calça a mais. A lacuna continua lá. A compra não alterou seu dia, nem sua vida. E vamos entrando num processo cíclico, e portanto, interminável.

Eu já tive isso, você já teve isso em alguma passagem da sua vida, querida leitora. Basta se lembrar daqueles dias em que a gente, após um dia cansativo de trabalho disse: eu mereço um sapato novo…a gente vai, e compra. Depois, o vazio. Boa parte das pessoas já experimentou um momento desse na vida, podem acreditar.

Mas quem sou eu para expor defeitos, problemas e deixar tudo isso solto no ar…Vamos pensar juntas em soluções: como não se tornar – ou deixar de ser – um outdoor ambulante? Preciso comprar tudo que vejo pela frente?

Preparei um conjunto de diquinhas que podem nos auxiliar a não cair nessa de compulsão por compras ou marcas:

- Lojas de shopping e de rua nos trazem achados maravilhosos. Muitas vezes suas modelagens são feitas para mulheres da vida real, e não as esqueléticas modelos, que são paradigmas para grandes marcas. Ademais, servem para fazer um mix, equilibrando roupas de grife, e peças criativas achadas “no precinho” por aí;

- A emoção que você sente ao usar um original clássico supera qualquer sensação de usar uma peça “da moda”. Saia à procura de peças vintage(bijuterias também), de acordo com seu orçamento, em brechós. É garantia de preço bom, e qualidade;

- Faça uma geral no seu guarda-roupas, tirando peças que você não usa mais. Faça um brechó, doe, faça a energia circular;

- Bons acessórios dão toque de classe quando adequadamente desenhados para realçar a parte do seu corpo onde eles vão ficar. Nada de sair toda “grifada” por aí. É muito feio;

- Pare de escolher bolsas pelo valor do símbolo de status. Você tem que analisar a maneira com a qual ela completa seu estilo. Faça um mix de bolsas caras e baratas, e mais, procure novos designers, estilistas, aposte numa peça única, diferente;

- AME AS PESSOAS; USE AS COISAS. Para boa entendedora…

- Tire os holofotes de cima de você. Comece a pensar no outro, dê um pouco do seu tempo pra ele, faça algum trabalho voluntário, ou simplesmente seja gentil. Faça alguém feliz;

- Ouse. Faça algo divertido, diferente, inovador. Você vai se surpreender com o resultado;

- Aprenda a querer o que tem. Escreva uma lista de agradecimentos. Não tenha medo de ser brega. Brega é ser mal educado, é gastar o que não tem, é “comprar” amigos. Gaste dois minutinhos da sua vida todos os dias, e escreva 5 coisas que você tem que a deixam feliz: Cabelo lindo, um filho maravilhoso, um bom marido, um bom trabalho, uma amiga do peito, uma titulação, um cachorrinho fofo, uma mãe perfeita…tem tanta coisa, né? Já já você terá um enorme rol, e poderá contar a todo mundo a vida incrível que você tem!

- E se você acumulou dívidas no cartão, ou cheque, procure ajuda, seja em sites de economia, seja indo a um terapeuta profissional. Compulsão por compras vai muito além de dinheiro. É sinal de que tem alguma lacuna na sua vida a ser preenchida, e você precisa ser auxiliada, e descobrir o que falta.

Well, espero que essas dicas ajudem muito, e digo desde já que não quero ser aquela chata que pede pra vocês pararem de comprar. De jeito nenhum! Todas nós temos um pouquinho da moça da foto acima!

Só quero que vocês, leitoras que são umas jóias, não se deixem levar por blogs que empurram um mundo maravilhoso – e inesgotável – de compras, as influenciando, e ao mesmo tempo as fazendo se sentir “menos gente” por não poder comprar uma bolsa Céline, ou um sapato grifado. Vocês são bem mais que uma bolsa estampada com LV por todos os lados: são mulheres e meninas inteligentes, sonhadoras, criativas, que andam tão lindas quanto as “grifadas” gastando menos, e buscando nos próprios guarda-roupas(bem como nos das mães e avós) um jeito de ter estilo único!

mai
20
Flashes Fashionistas, com make

Oe!

Hoje tem flashes fashionistas, com direito a look e make!

Ao longo dessa semana ainda vou postar mais umas imagens legais, com o que rolou de mais bacana em termos de estilo no mundo dos famosos.

Por ora, fiquemos, com o estilo de três jovens, algumas já figurinhas bem freqüentes aqui no blog.

Pra começar, Hayden, sempre – não me caso de falar isso – com looks legais para copiar. Costumo dizer que ela é a rainha do cocktail dress. Dessa vez, ela está em um vestidinho rosa com transparência discreta e cintura marcada com faixa. O par de pumps é nude, que já tá virando uniforme no pé das celebs:

Logo depois de HP, vem Emma Watson, com um vestidinho que ela usou faz um tempinho, mas que ficou arquivadinho aqui, pra eu falar um pouco sobre ele:

Eu amei esse vestido, e sorte minha que tenho um bem parecido que comprei na Aliança, da coleção Day by Day da Nathi(clica AQUI, pra ver), o que acho um pouco bom, já que não posso gastar com roupitchas pelos próximos seis meses, e não encontrei em nenhuma revista nenhum molde parecido com ele.

O look é muito satisfatório; digo satisfatório, porque o make não me atende, achei forte, sabem? Deixou a Emma com o rosto meio estranho.

E pra finalizar – e agradar a turminha da vibe rosa opaco – esse vestido, que é bem red carpet, não dá pra fazer e usar no baile de formatura da sua prima, mas dá pra admirar, ou até adaptar pra ficar uma coisa mais usável, sem ser “malhável” porque né, se a gente usa uma peça dessas aqui em Natal, fica complicado…

Por enquanto é só, mas aguardem alguns looks bem interessantes pra gente fofocar por aqui…TO BE CONTINUED…

mai
20
DF no Band Mulher: Adaptando as tendências de inverno!

Finalmente, um post novo…tô tão letárgica, depressão de quase-pós-férias, Freud explica!

Atendendo aos pedidos das meninas que não puderam assistir ao Band Mulher na quarta-feira, posto hoje o programa, que dá uma mãozinha pra gente adaptar as tendências de inverno ao nosso clima chuvoso(já que não temos invernos rigorosos).

Foi muito divertido o bate-papo, e novamente agradeço à Ju, Camila e Gisele pelo convite feito, meninas que acreditam nesse projeto que chamo de blog, e isso é muito legal!

Enjoy!

Espero que tenham gostando, e o Band Mulher, com a apresentação da Ju Cavalcante, vai ao ar diariamente às 14:00 horas, para as meninas do RN e capital do Ceará, Fortaleza.